
Câmara do Montijo mete água de novo
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Pois é, foi preciso chover um pouco mais que o normal para vermos o centro da cidade transformado num lago superficial de grandes dimensões (VER FOTOS). O mesmo será dizer que, a Câmara do Montijo mais um a vez meteu água e a população é que vai arcar com todos os prejuízos e consequências desta irresponsabilidade. Deixamos aqui o que vimos, sem mais comentários, até porque uma imagem vale mais que mil palavras.
Assalto ao Mini Preço do Montijo
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Ontem pouco passava das 9 horas da manhã, quando a funcionária de serviço no Mini Preço situado na Estrada Nova (Rua José Joaquim Marques), no Montijo, foi surpreendida por dois desconhecidos, supostamente os mesmo que assaltaram este mesmo estabelecimento à uns tempos atrás. Por coincidência a funcionária também foi a mesma. Esta situação leva-nos a pensar de novo: Será mesmo seguro viver e andar no Centro da Cidade do Montijo em, pleno dia? Pelo que assistimos, de facto não é segura andar na cidade do Montijo em pleno dia, o que dizer em plena noite. Tudo isto para dizer de que, a Edil do PS desconhece de todo o que se passa nesta cidade, as provas estão à vista de quem quessir ver.
Por Vergonha

Montijo propõe plano estratégico do Tejo
Vem aí o II Congresso do Tejo, iniciativa da Associação dos Amigos do Tejo, dias 24, 25 e 26 do corrente, em Lisboa, sob o lema “Reabilitar o Tejo é Investir no Futuro”. Será a oportunidade para colocar em evidência as enormes potencialidades de um estuário que é o maior da Europa Ocidental, com uma área húmida de 10.500 hectares. O Tejo é igualmente o maior rio da Península Ibérica, cuja bacia hidrográfica com os seus 81.000 quilómetros quadrados, corresponde quase à totalidade da superfície de Portugal continental. Este magno encontro, tem segundo os seus organizadores «por principal desígnio contribuir para a reabilitação deste nosso maior rio, que outrora teve papel preponderante na economia nacional, sendo considerado, aliás, pelo ministro do Ambiente «uma iniciativa de elevado interesse e oportunidade». Embora o desenvolvimento de planos estratégicos que a Câmara de Lisboa e a Administração do Porto de Lisboa têm a seu cargo para o estuário, todos os municípios da Área Metropolitana de Lisboa querem estar envolvidos no esforço de implementação dos planos de intervenção e recuperação das margens ribeirinhas. «Sem uma visão integrada, regional, interdisciplinar, que possa potenciar as grandes mais valias do Estuário do Tejo, não iremos longe» manifesta a presidente da Câmara do Montijo. «Não obstante estas intervenções municipais, continuo a pensar que a AML e o país, teriam muito a ganhar com a elaboração de um plano estratégico turístico de âmbito metropolitano, que envolvesse os municípios do arco ribeirinho» vinca Maria Amélia Antunes. Essa uma postura assumida e de futuro, consensualmente aceite pelos municípios ribeirinhos, participantes num encontro preparatório do II Congresso do Tejo que decorreu recentemente no Auditório da Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita. De um conjunto de intervenções proferidas seria reiterada a disponibilidade das autarquias do “arco ribeirinho” – Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete, para em conjunto com a Administração do Porto de Lisboa, congregarem esforços, priorizarem intervenções, aprovarem projectos, por forma a tornar realidade, velhos sonhos, de usufruir do Tejo, como magno espaço de lazer das gentes da beira rio. «O Estuário do Tejo como Centro de Lazer por excelência da Grande Área Metropolitana de Lisboa», pode ser, não uma ideia por concretizar mas uma realidade se todos assim o quiserem». Tornar objectivos em realidade passa por isso, na opinião da presidente da Câmara Municipal do Montijo, «por uma intervenção, realizada em termos metropolitanos, com um plano estratégico, integrado, capaz de colocar o estuário do Tejo no mapa da Península Ibérica e da Europa, no âmbito de um roteiro cultural e centro de lazer de toda esta área geográfica». A complexidade dos tempos que se vivem, exigem mais informação, mais planeamento, mais cooperação e determinação na acção por parte dos municípios. «Espero por isso, sinceramente que os tempos que aí vêem sejam tempos de mudança, de acção intermunicipal, de preocupação por um futuro onde o estuário do Tejo, desempenhe um papel fundamental de união entre os homens, as suas culturas, entre os municípios com realidades e interesses comuns» como acontece com os do Barreiro, Moita, Alcochete e Montijo, entre muitos outros que participam no II Congresso do Tejo, precisamente pelo facto de o terem a seus pés, conclui a autarca do Montijo.
Um rio na maré do futuro
O diagnóstico do Rio Tejo, está feito. O envolvimento social e económico do Vale do Tejo é uma realidade indissociável das medidas e acções de desenvolvimento que importa realizar para que o Tejo tenha efectivamente futuro. Estas as grandes questões em debate no Congresso que entre outras coisas aponta para a constituição de “uma Provedoria do Tejo”, a formação de uma Comissão Ibérica que sustente “a candidatura do Tejo a Património da Humanidade”, mas igualmente o envolvimento do poder politico e sociedade civil na recuperação e reabilitação do Estuário, na base de um Plano de Recursos Hídricos Sustentado que complemente a recuperação e valorização dos recursos naturais, culturais e económicos deste nosso rio.
Cavaleiros de Aljubarrota “invadem” Alcochete
Durante duas semanas, Alcochete recuou ao ano de 1385 e foi palco de uma das batalhas mais decisivas de Portugal. O Campo de Tiro de Alcochete foi o local escolhido pela Fundação Batalha de Aljubarrota e pela produtora Filmes do Tejo para gravar as cenas principais de um filme que, em breve, vai ser exibido no Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota (CIBA), que está a ser criado. A «paisagem em tudo semelhante às descrições que existem da época, em termos de vegetação e de solo», motivou a escolha de Alcochete para filmar, entre 2 e 12 de Outubro, todas as cenas de combate, que se desenrolam ao longo da maior parte do filme, conta Maria Antónia Amaral, membro da comissão científica de Arqueologia da Fundação Batalha de Aljubarrota. Uma série de «crónicas medievais, relatos da época, informação escrita por historiadores e descobertas de arqueólogos e paleontólogos» passaram do papel e do terreno para o ecrã, com o apoio de um consultor histórico, que esteve sempre presente ao longo das gravações. Ao mesmo tempo, tentou-se que o filme representasse «a voz da actualidade», realça. A reconstituição, num documentário que terá cerca de 30 minutos, envolve um grande trabalho de produção, com mais de 800 figurantes e muitos meios para trabalhar digitalmente. Pretende «desmistificar a batalha, relatar os factos como realmente ocorreram» já que, «existe muita gente que endeusa demasiado o acontecimento», revela um elemento da produtora Filmes do Tejo. Assim, procurou-se «evidenciar a coragem associada à vitória das tropas portuguesas», comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, sobre o exército castelhano de D. Juan I de Castela, «desfazendo o mito do carácter divino do triunfo nacional», acrescenta. Tendo em conta os vários relatos que existem sobre o combate ocorrido no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, no campo de S. Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, o objectivo é «transmitir uma visão pluridisciplinar e não criar mais uma história sobre o assunto». No futuro CIBA, o filme vai ser projectado «em três ecrãs, posicionados em orientações diferentes, e a funcionar alternadamente, proporcionando um jogo de profundidades», adianta a produtora. Aliando a «seriedade e o rigor histórico à linguagem cinematográfica», o filme está a ser produzido para «despertar o interesse de um público diversificado» e «suscitar a curiosidade das pessoas para saber mais sobre a Batalha de Aljubarrota» depois do visionamento, refere a Filmes do Tejo. Daí que se tenha tentado produzir «um filme coerente com tudo o que vai estar exposto no CIBA». A adaptação do actual Museu Militar para funcionar como centro de interpretação, transformando-o num novo espaço mais funcional, com maior capacidade e melhores condições para receber os visitantes, «está em fase de conclusão», adianta Maria Antónia Amaral. O projecto, orçado em 4,2 milhões de euros, insere-se num processo de recuperação e valorização do campo de São Jorge, iniciado em 2002. Com uma área útil de 1.908 m2, o equipamento «vai estar dividido em três núcleos, dedicados ao antes, ao durante e ao depois da Batalha de Aljubarrota», mas «estão ainda a ser estudados os conteúdos», refere. O objectivo é também requalificar a paisagem exterior, aproximando-a o mais possível das características da época. O filme, que vai ser projectado no núcleo 2 do centro, começou a ser filmado em Alcochete no início do mês. As gravações terminam hoje em Montejunto, depois da equipa ter também passado pelo Castelo de São Jorge, por Alcobaça e por estúdios em Lisboa.
Mulher à frente de um exército
O documentário que reconstitui a Batalha de Aljubarrota conta com a realização de Margarida Cardoso. A realizadora nasceu em Lisboa, em 1963 e passou a infância na Beira, Moçambique, até 1976. Formada em Imagem e Comunicação, com 19 anos, começou a trabalhar em cinema. Foi assistente de realização de Manuel Costa e Silva e fez de anotadora em inúmeros filmes nacionais e estrangeiros. O seu primeiro documentário, “Natal 71”, de 2000, recebeu o prémio de Melhor Documentário nos XI Encontros Internacionais de Cinema Documental. Seguiram-se oito trabalhos nesta área, mas foi com “A Costa dos Murmúrios”, em 2005, que se estreou na ficção. Actualmente, é coordenadora e formadora do curso de realização de documentários da videoteca da Câmara Municipal de Lisboa e docente no Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Lusófona de Lisboa.
Chuvada provoca inundações por todo o distrito
A chuva e o fonte forte esta madrugada geraram algumas inundações um pouco por todo o distrito de Setúbal, sendo Almada, Moita, Montijo, Sesimbra e Setúbal os concelhos mais afectados, segundo fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS). As autarquias garantem que têm tomado medidas para prevenir as cheias, mas «apesar das limpezas regulares de colectores e sumidouros nem sempre é possível evitar algumas situações». É o caso do concelho de Setúbal, segundo explica ao “Região de Setúbal Online” fonte da autarquia. Esta manhã quem passava em frente à Escola D. Manuel Martins deparava-se com um autêntico lago que obrigava os automobilistas a algumas manobras para contornar o «obstáculo». Os setubalenses dizem que «todos os anos é a mesma coisa» e quando começa a chover mais «é o caos na cidade, com pequenas inundações um pouco por todo o lado». A autarquia sadina garante que ao longo do ano são tomadas «medidas regulares e permanentes de limpeza de colectores e sumidouros». No entanto, por muito trabalho que seja feito nesse sentido, «há sempre situação que não é possível evitar por vários motivos». Um dos principais é o facto de a cidade de Setúbal estar localizada num leito de cheias e «sempre que coincide com maré cheia há pequenas inundações ou mesmo cheias». Noutros casos, quando há muito vento, «há sempre folhas e areias que podem entupir os sumidouro», refere a mesma fonte. Ainda assim, não foi uma noite de cheias na cidade, nem em outros locais problemáticos do distrito.«Apenas algumas inundações e queda de árvores por causa do vento, mas sem quaisquer danos materiais ou vítimas», refere fonte do CDOS. O mau tempo deverá continuar, mas o CDOS garante que o distrito «não está num nível de alerta elevado».
Autoeuropa aprova acordo laboral
Os trabalhadores da Autoeuropa aprovaram, ontem, o pré-acordo laboral para 2007. Dos 84 por cento que participaram (de um total de 2.800 trabalhadores), 61,7 por cento disseram “sim” e 36,2 por cento responderam “não”. Houve ainda 1,7 por cento de votos brancos e 0,5 nulos. António Chora, coordenador da Comissão de Trabalhadores (CT) considera que a aprovação do acordo é um sinal dado aos decisores da Volkswagen de que «devem atribuir à Autoeuropa a produção da nova Sharan». O modelo pode colmatar a folga na capacidade de produção da unidade portuguesa e permite, segundo a CT, criar mais «três mil postos de trabalho» no parque industrial da Autoeuropa. A CT partiu para as negociações com uma proposta de pagamento do trabalho extraordinário a 200 por cento mas o pré-acordo agora aprovado fixa o valor nos 100 por cento. «Isto não significa que vamos receber metade», sublinha. «Quando trabalhamos um sábado recebemos três dias e com este acordo passamos a receber dois», esclarece. A condição para a aplicação destes valores é a vinda, para Portugal, da produção da sucessora da Sharan. «Caso este produto não venha, a alínea do trabalho extraordinário caduca e aplicam-se os 200 por cento, sendo que os trabalhadores ainda serão indemnizados pelo trabalho prestado em 2007», salienta António Chora. Os representantes dos trabalhadores conseguiram o aumento salarial de 4,5 por cento que reivindicavam mas tiveram de ceder no que respeita à vigência do acordo: de um ano passa para dois. Os trabalhadores vão ainda receber um prémio de 1,2 salários ou de 1200 euros (conforme for mais vantajoso). A empresa compromete-se a não fazer despedimentos colectivos até final de 2008 e a rectificar as tabelas salariais em 1,5 por cento no final do acordo, «para que as próximas negociações se iniciem com base na nova tabela».
Fonte/Rede SemMais
Torneio Internacional de Luta Greco-Romana
A Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal, apostando na necessidade de proporcionar aos seus atletas a troca de experiência ao nível internacional, assim como a divulgação desta modalidade olímpica, realiza no dia 21 de Outubro, o Torneio Internacional de Luta Greco-Romana - “Taça A.L.A.D.S. Cidade de Montijo”. A Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal salienta que – “apostando na necessidade de proporcionar aos seus atletas a salutar e importante troca de experiência ao nível internacional para a sua desejável e natural evolução desportiva, bem como na necessária divulgação desta nobre e olímpica modalidade que são as Lutas Amadoras realiza o Torneio Internacional de Luta Greco-Romana - “Taça A.L.A.D.S. Cidade de Montijo”.” O Torneio conta com a organização da Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal e com o apoio da Federação Portuguesa de Lutas Amadoras e o alto Patrocínio da Câmara Municipal do Montijo, entre outras entidades como Governo Civil de Setúbal, Instituto Português da Juventude, Pousadas da Juventude, Região de Turismo Costa Azul, entre outras entidades publicas e privadas como Sumol, Água Serra da Estrela, O Praticante, no âmbito dos patrocínios, realizar-se-á este importante evento para a modalidade no Distrito de Setúbal. “O evento a realizar na bonita Cidade de Montijo à beira Tejo, será um marco de qualidade e de prestígio nas provas das Lutas Amadoras no Distrito de Setúbal e ao nível Nacional.” – refere a Direcção da Associação, acrescentando que – “contamos com a participação de várias Selecções vindas de Portugal e Espanha, proporcionando a presença a cerca de 100 atletas.”
Fonte/Rostos
Empresa participa à Judiciária desaparecimento de José d’Orey
A empresa (ITAU) onde trabalha José Luís d’Orey participou o seu desaparecimento à Polícia Judiciária. “Confirmo que desde o passado dia 9 não temos qualquer notícia do senhor José Luís d’Orey, pelo que decidimos comunicar a situação às autoridades”, disse ao CM o empresário Joaquim Cabaço, administrador da ‘holding’ (Trivalor) à qual pertence a ITAU, empresa que vende equipamentos para restaurantes e cafetarias. Quanto à considerável soma de dinheiro que José Luís d’Orey teria em seu poder no dia em que desapareceu, Joaquim Cabaço recusou confirmar se a mencionou na participação que fez à PJ: “Sobre esse assunto não fazemos qualquer comentário.” José Luís d’Orey, que entrou para a ITAU em 2003 e era responsável pela gestão de vários refeitórios da empresa, desapareceu no dia 9 de Outubro, depois de deixar os cinco filhos numa escola em Azeitão. Na altura conduzia um monovolume Renaul Scenic, cinzento, com a matrícula 15-BG-35, que, até ontem, não tinha passado em qualquer Via Verde das auto-estradas. Também os cartões bancários que José Luís d’Orey tinha em seu poder no dia em que desapareceu não foram movimentados. Nem a PJ nem a família têm qualquer pista sobre o paradeiro do gestor de negócios. “Continuamos sem qualquer notícia desde o passado dia 9”, assegurou ontem ao CM fonte da família de José Luís d’Orey.
Fonte/C.M.

Governo recua e intervém no preço da electricidade
O ministro da Economia anuncia hoje que os aumentos das electricidade para as famílias vão ser inferiores a 8%, em vez dos 15,7% propostos pela entidade reguladora do sector (ERSE). Ao que o JN apurou, a descida será ser feita com uma alteração ao diploma publicado em Fevereiro que eliminou o tecto da inflação para aumentos às famílias e estabeleceu um prazo de três a cinco anos para recuperar o défice tarifário. O prazo deverá passar para 10 anos. O diploma dos chamados custos de manutenção do equilíbrio contratual (CMEC) também vai ser alterado. O diploma determinou as compensações a atribuir às produtoras (EDP, Turbo Gás e Tejo Energia) no âmbito do Mercado Ibérico de Electricidade. Antes do mercado ser aberto, as empresas tinham a garantia de que a sua produção seria vendida à Rede Eléctrica Nacional, o que deixou de ser verdade com a liberalização. Acordaram-se, assim, compensações - aprovadas por Bruxelas - que na EDP são de 3,2 mil milhões de euros a receber, via tarifa, em 23 anos. Mexer nos CMEC, contudo, disseram ao JN fontes do mercado, poderá arranjar problemas quer com Bruxelas, quer com a EDP, que conta com esta receita. A intenção de revisão deste diploma, aliás, foi anunciada ontem pelo secretário de Estado da Inovação, no Fórum de Energia do "Diário Económico", onde reconheceu ter sido "infeliz" pela forma como afirmou que eram os consumidores quem tinha de pagar o défice do seu próprio consumo. Também ontem, Teixeira dos Santos considerou "excessivo" o aumento de 15,7%, avisando que o Governo iria intervir. A possibilidade de condicionar o aumento das tarifas foi admitida quarta-feira por Manuel Pinho, após o coro de protestos de consumidores empresas e Oposição. Segunda-feira, contudo, após a ERSE apresentar a proposta, o ministro tinha dito ao JN que, sendo a ERSE "totalmente independente", havia pouca margem para intervir. O JN contactou a ERSE, mas o seu presidente, Jorge Vasconcelos, preferiu não fazer comentários. Os responsáveis das concorrentes da EDP no mercado liberalizado discordam desta medida. Em declarações aos jornalistas, à margem do Fórum do DE, numa altura em que ainda não estava garantida a intervenção do Executivo, Ribeiro da Silva (Endesa), Fernando Pacheco (Iberdrola) e Juan Cardenete (Unión Fenosa) sublinharam que, assim, o mercado não pode funcionar. Mais cauteloso, António Mexia - que garantiu que o aumento tinha "impacto nulo" na EDP - limitou-se a dizer que com os preços a reflectir os custos "estarão criadas as condições para o mercado funcionar".
Fonte/J.N.
Governo vai fechar 22 estabelecimentos prisionais
Das 56 cadeias existentes em todo o País, 22 deverão desaparecer dentro de quatro anos, estando ainda prevista a construção de mais cinco, no âmbito do projecto de remodelação do parque prisional português, que prevê um aumento da lotação de 12.000 para 14.500 lugares. Segundo Cremilde Cruz, do gabinete de imprensa do Ministério da Justiça, citado esta sexta-feira pelo 'Público', o plano prevê, sobretudo, eliminar parte das cadeias regionais que se encontram quase totalmente ultrapassadas em termos de segurança. No âmbito desta reestruturação, a tutela garante que entre as prisões que serão desmanteladas, como Coimbra e Pinheiro da Cruz, está o Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL), cuja comercialização da área deverá suportar parte significativa dos custos do projecto, escreve o jornal.
Estado vai dar menos dinheiro a 537 freguesias e 36 municípios
Das 4.259 freguesias portuguesas 537 vão receber, em 2007, menos dinheiro do Estado, no máximo menos cinco por cento da verba que receberam este ano, especificou ontem o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita. Numa conferência de Imprensa onde foi disponibilizada uma listagem dos 308 municípios e respectivos montantes a serem transferidos pelo Estado em 2007, Eduardo Cabrita reafirmou que serão 36 as autarquias a receberem menos dinheiro, 184 não registarão alteração e 88 verão subir as verbas. Segundo os dados disponibilizados, Lisboa vai receber quase 60 milhões de euros (menos cinco por cento que este ano), seguida de Sintra que receberá 33,5 milhões (menos um por cento), Vila Nova de Gaia com 26 milhões (menos um por cento), Porto com 25 milhões (menos cinco por cento) e Guimarães e Barcelos com 23 milhões, cada, (menos 2,3 por cento). Os restantes municípios receberão menos de 20 milhões. Eduardo Cabrita referiu ainda que as freguesias afectadas situam-se, predominantemente, em zonas urbanas. E lembrou que o Governo vai assumir, no próximo ano, as despesas de transportes dos cerca de dez mil alunos do 1.º Ciclo que foram afectados pelo encerramento de 1500 estabelecimentos de ensino.
Fonte/C.M.

Montijenses cada vez mais discriminados
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Decidimos ir de Barco do Montijo para Lisboa (Cais do Sodré) e, sinceramente deparamo-nos com situações inacreditáveis. Começamos por falar sobre os próprios barcos que fazem a viagem Montijo/Lisboa. É que comparando com os restantes barcos que fazem a travessia no Tejo, os que fazem a travessia Montijo/Lisboa são de longe os que menos condições oferecem. Para se comparar esta situação basta viajar até Cacilhas e veremos as diferenças mais que óbvias. Depois de uma viagem que, supostamente seria de 20 minutos mas que, levou mais de 30 minutos, fizemos a viagem inversa «Lisboa/Montijo» aí as coisa não podiam ter sido piores, ou seja, foram detectadas várias coisas curiosas e de uma gravidade atroz. Se não vejamos: Quem vem de Lisboa para Montijo, é completamente preso, ou seja, depois de entrar no Cais de embarque (ver fotos) não poderá mais sair do Cais, mesmo que tenha necessidades fisiológicas, sede ou outras. Isto para dizer que, cada vez mais é visível que os Montijenses estão a ser marginalizados pela própria Transtejo. Mas uma vez mais, ninguém contesta esta situação no mínimo curiosa e de tratamento diferenciado com as outras populações. Mais uma vez o povo vê passar a carroça de braços cruzados. Tal comportamento é simplesmente curioso para quem tem direitos adquiridos, mas prefere ignorar porque não se dá ao trabalho de lutar pelos seus interesses. A Transtejo agradece calorosamente tal comportamento deste povo.
Por Vergonha

Administração do hospital contra fecho da urgência
Serafim Machado, presidente da administração do Hospital Distrital de Montijo, admitiu ontem, pela primeira vez, que o encerramento do serviço de urgências daquela unidade "pode ser um erro". Uma posição que contraria aquela até agora assumida pelos responsáveis da estrutura, que, mesmo aquando da concentração de utentes na última semana em protesto contra o fecho do serviço, se limitaram a manifestar confiança nos técnicos que estão a fazer o estudo sobre a reorganização das urgências hospitalares. Durante a conversa que manteve com os deputados do Bloco de Esquerda, Mariana Aiveca e João Semedo, que ontem visitaram a unidade de saúde, Serafim Machado explicou que os utentes atendidos no Montijo não estão a 30 minutos de outro hospital. "Se tivermos em conta que numa situação de emergência a ambulância tem de circular a 60 quilómetros/hora, um doente não chega ao Barreiro nesse tempo, muito menos a Almada", afirmou, dando como exemplo dois casos graves de embolia, ocorridos na última semana, e que, garantiu "teriam sido fatais se não houvesse serviço de urgência no Montijo". Para Serafim Machado, a questão poderia ser minimizada se os centros de saúde locais tivessem atendimento permanente e capacidade para receber os cerca de 140 doentes que diariamente procuram as urgências do Montijo. "Mas a nossa realidade é que os centros trabalham até às 20 horas, não fazem atendimento ao fim-de-semana e não têm condições para receber as nossas urgências", destacou. No final da visita, João Semedo, deputado do BE responsável pela área da saúde, garantiu que esta iniciativa surge com o objectivo de contribuir positivamente para o debate público sobre a rede pública de urgências.
Fonte/J.N.
Autoeuropa: Trabalhadores aprovaram pré-acordo laboral
Os trabalhadores da fábrica de automóveis Autoeuropa, em Palmela, aprovaram, quarta-feira, com 62,2% dos votos favoráveis, o pré-acordo estabelecido a semana passada com a administração da empresa, disse à Lusa fonte sindical. «Trata-se de um acordo muito importante porque vai criar condições para a vinda de um novo veículo (o sucessor da Volkswagen Sharan), viabilizando a continuidade da fábrica por mais dez anos e a criação de mais 3.000 postos de trabalho», disse o coordenador da Comissão de Trabalhadores, António Chora. «Agora esperamos que a Volkswagen anuncie rapidamente a vinda do novo veículo para a fábrica de Palmela», acrescentou o representante dos trabalhadores da Autoeuropa. O novo acordo laboral, que prevê um aumento salarial de 4,5% para os próximos dois anos e o pagamento de um prémio de 1.200 euros ou de 1,2 salários a cada trabalhador (consoante a opção mais favorável para o trabalhador) no próximo mês de Novembro, foi aprovado com 1.473 votos favoráveis (62,2 por cento), 864 votos contra, 21 brancos (0,9 por cento) e 11 nulos (0,5 por cento). Por outro lado, prevê uma redução do valor pago pelo trabalho extraordinário de 200 para 100%, uma das contrapartidas dadas pelos trabalhadores para garantirem a vinda de novos produtos para a Autoeuropa.
Fonte/D.D.-LUSA
Montijo Recebe a tradicional “Extreme Trial 2006”
No dia 21 de Outubro realiza-se, na Barragem de Pegões, o Extreme Trial 2006, uma das mais antigas e tradicionais manifestações do Trial 4x4 em Portugal. Um evento organizado pela Associação dos Amigos do Campo da Aventura em parceria com a Rotas e Sistemas e a Federação Portuguesa de Todo-o-Terreno (FPTT). A organização optou por manter o evento na tradicional pista da Barragem de Pegões, embora com novo traçado e novos desafios. O Trial 4x4 conta com os melhores protótipos de trial do mundo. Serão cinco pistas semi-naturais, em terra, que preencherão o dia, das 10h00 às 18h00, sem dar tréguas às equipas. Os obstáculos são compostos por cruzamentos de eixo, lama, pendentes acentuadas, construção de ponte, entre outros. A edição do presente ano, a contar para o apuramento do CNTA (Campeonato Nacional de Trial Aventura - RTP) prevê, uma vez mais, abrir a porta a novas equipas que se queiram estrear na modalidade. Haverá um prémio Outsider, destinado às equipas estreantes ou que não tenham participado em mais do que duas provas do CNTA 2006. O Extreme Trial 2006 está aberto, como é tradição, a todos os adeptos da modalidade. Basta que tenham uma viatura minimamente preparada. As pistas manterão o habitual grau elevado de dificuldade estratégica e espectáculo, sem recorrer a obstáculos considerados perigosos. Os visitantes terão, ainda, a oportunidade de ver de perto a preparação destes protótipos e trocar experiências com os membros das equipas. No recinto da Barragem de Pegões estará montado um serviço de bar e catering. O programa social será na zona das pistas. A Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões continua a ser o Patrocinador Principal do Extreme Trial que conta, também, com o apoio da Câmara Municipal de Montijo e das Juntas de Freguesia de Canha, St.º Isidro e Pegões. A entrada é grátis.
Fonte/Rostos
Elisabete apresentou camião
Elisabete Jacinto apresentou ontem em Belém o camião com o qual vai participar em mais uma edição do Lisboa-Dakar. A portuguesa aposta numa posição entre os 15 primeiros, gorada que foi a possibilidade de haver uma classificação distinta para os camiões de produção onde o MAN 2000 se enquadra. Esta vai ser a quinta aventura de Jacinto na mais importante prova de todo-o-terreno que se inicia no próximo mês de Janeiro.
Fonte/C.M.

Consumidores culpados
O secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, Castro Guerra, atribui a culpa do aumento de 15,7 por cento dos preços da electricidade para consumo doméstico, no próximo ano, aos consumidores. “São os consumidores que devem este dinheiro. Não é mais ninguém”, afirmou Castro Guerra em declarações à TSF, justificando que até este ano a lei impedia uma actualização de preços acima da inflação, o que criou um défice tarifário que “só pode ser imputado ao consumidor que esteve anos a pagar menos do que devia”. As afirmações do secretário de Estado indignaram as associações de consumidores e os partidos políticos. O líder da bancada social-democrata, Luís Marques Guedes, pediu mesmo a realização de um debate de urgência na Assembleia da República para que a questão fique explicada. “Aquelas declarações são um insulto para os consumidores”, considerou Marques Guedes, para quem “só falta dizer que os consumidores agora têm de devolver o dinheiro que não pagaram ao longo dos últimos anos”. “Só falta dizer que os consumidores são uns ladrões”, rematou o deputado. Os socialistas aceitaram debater os aumentos anunciados na segunda-feira passada pela Entidade Reguladora do Sector Eléctrico (ERSE). A Deco repudiou, também as declarações de Castro Guerra, sublinhando que o governante está mal informado. O jurista Luís Salvador Pisco esclareceu que “a culpa não é do consumidor; a culpa do défice tarifário é do Estado porque não interveio quando devia ou interveio de forma deficitária”. O mal-estar causado pelas afirmações de Castro Guerra levaram o ministro da Economia, Manuel Pinho, a esclarecer que “o Governo está a estudar o atenuamento do preço da electricidade de forma a minimizar os custos para os consumidores domésticos”. O responsável pelo ministério que tutela a energia sublinhou, porém, que a ERSE é uma entidade independente que pode determinar os preços que considerar serem justos.
PERFIL
António José de Castro Guerra nasceu a 4 de Fevereiro de 1953 e possui um doutoramento em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, onde é professor associado. Antes de entrar para o Governo ocupou vários cargos em diversas empresas, dos quais se destaca o de administrador da Brisa. Foi consultor de empresas e é autor de mais de duas dezenas de títulos sobre a realidade das empresas e da indústria portuguesa.
Fonte/C.M.

Apple apresentou hoje em Portugal o iPod shuffle
O mais pequeno iPod da Apple, com 1,27 cm³ e 14 gramas, foi hoje apresentado em Lisboa. «O iPod shuffle armazena até 240 músicas e vai custar 82 euros», explicou o responsável da Apple, Mike Paulews que revelou ainda as novidades nos modelos nano. «O iPod shuffle tem uma linha de comandos igual ao iPod nano, transmite música de forma aleatória e traz uma mola que permite prendê-lo ao bolso das calças ou da camisa», disse Paulews. A empresa apresentou ainda o novo iPod nano, «que tem uma bateria com capacidade de utilização até 24 horas, está mais fino, tem novas cores e traz novos auriculares, mais finos e com melhor reprodução». Apple trouxe ainda a Lisboa o iPod Red. «Um leitor com todas as funcionalidades nano, mas com uma forte componente de esperança, pois 10% do valor reverte a favor da luta contra a SIDA em África». A música da Apple associa-se agora à marca de produtos para desporto Nike através de uma parceria que criou o pacote «nike+ipod sport kit, que traz um pequeno chip colocado na sola dos ténis, e um adaptador para o iPod. Depois quando começa o exercício, o consumidor sabe a velocidade a que vai e as calorias que gasta», explica Paulews. O vídeo no iPod é a última novidade, pois o «iPod da Apple pode agora ter não só a música, mas filmes e os mais conhecidos jogos como bubble, tetris e mini-golf. O modelo de vídeo está disponível em 30GB a 290 euros e 80GB com um custo de 395 euros». Músicas, filmes e jogos estão disponíveis para download na loja online da Apple, em www.itunes.com.
Versão final do Internet Explorer 7 disponível para download
A versão final do Internet Explorer 7, da Microsoft, já está disponível para download, 18 meses depois de Bill Gates ter anunciado pela primeira vez que iria renovar o navegador. As principais novidades prendem-se com a navegabilidade pelos sites, através de uma nova forma de «favoritos». Destaque também para o reforço da segurança. O IE7 oferece, por exemplo, um sistema de protecção «antiphishing». Após meses de testes, o lançamento desta versão definitiva acontece a poucos meses de sair o Windows Vista para empresas – para utilizadores domésticos será lançado em finais de Janeiro
Fonte/D.D.

Greve “pára” escolas no distrito
O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) assegura que a greve nacional de dois dias que começou hoje é «a maior em termos de adesão desde 1989». De acordo com a coordenadora do distrito de Setúbal, Felizarda Barradas, «entre 85 e 90 por cento dos professores e educadores do distrito aderiram hoje de manhã à greve, o que provocou o encerramento de várias escolas». Os docentes, que estão contra a proposta do Ministério da Educação de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), estão a revelar um «grande descontentamento face à arrogância do Ministério da Educação». «Em quase todos os concelhos do distrito de Setúbal há escolas e jardins de infância encerrados por falta de professores e educadores que aderiram ao protesto. Há mesmo escolas onde a adesão é de 100 por cento». De acordo com as previsões dos sindicatos, a percentagem de adesão deve mesmo aumentar até ao final do dia. No entanto, como já é habitual os dados dos sindicatos não coincidem com os do Governo, já que segundo a Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL) nacional, de acordo com dados dos sindicatos, enquanto o Ministério da Educação aponta para uma adesão de 53 por cento. De acordo com a DREL, o protesto levou ao encerramento de 23 por cento dos estabelecimentos de ensino nos 51 concelhos abrangidos. Quanto às escolas do Litoral Alentejano, a Direcção de Educação do Alentejo ainda não possui dados concretos sobre a adesão à greve. A greve nacional foi decretada conjuntamente pelos 14 sindicatos do sector no passado dia 5 de Outubro, Dia Mundial do Professor, durante a marcha nacional de protesto, que reuniu em Lisboa mais de 20 mil docentes. Esta é a segunda paralisação nacional convocada para contestar a proposta do ECD. No dia 14 de Junho, a greve então realizada registou uma adesão de 70 a 80 por cento, de acordo com números dos sindicatos, e inferior a 30 por cento, segundo o Ministério da Educação. Em causa nestes protestos estão propostas como a divisão da carreira em duas categorias (professor e professor titular), a imposição de quotas para aceder à mais elevada e o modelo de avaliação de desempenho que inclui critérios como a apreciação dos pais e as taxas de abandono e insucesso escolar dos alunos.
Fonte/Rede SemMais
Distrito de Setúbal perde 32% do PIDDAC
Segundo revela o jornal “Público” na sua edição de hoje, o investimento em PIDDAC cai, no próximo ano, 32% em Lisboa e Setúbal. De acordo com a mesma fonte, no concelho do Barreiro, em 2007, o investimento em PIDDAC cai 57%, em relação ao ano 2006. Segundo a notícia dom jornal “Público” os investimentos da Administração Central nos distritos de Lisboa e Setúbal, no próximo ano, será de menos 315 milhões de euros, comparativamente ao ano 2006. Refere-se que a redução do investimento deve-se “a uma acentuada descida dos grandes projectos que se estendem pelos territórios de vários concelhos e não aos projectos concelhios, que em alguns municípios vêm as suas dotações aumentadas”. Nos investimentos perspectivados para a margem sul, segundo o “Público”, Almada leva 1.9 milhões para a Escola Secundária Romeu Correia, o Barreiro disporá de dois milhões para a Escola Superior de Tecnologia e Palmela receberá 1.5 milhões para EB 2.3 do Poceirão. São igualmente referidos 3.6 milhões para a estabilização das encostas do Portinho da Arrábida. Refere a noticia que entre os investimentos comuns a vários concelhos, na zona norte do distrito de Setúbal, o PIDDAC define 44 milhões destinados ao Eixo Ferroviário Norte-Sul e 31.1 milhões para o Metro Sul do Tejo.
Principais concelhos do Distrito de Setúbal
Almada
2006 – 9.9 milhões de euros
2007 – 5.7 milhões de euros
Variação – (- 42%)
Barreiro
2006 – 8.1 milhões de euros
2007 – 3.5 milhões de euros
Variação – ( - 57%)
Palmela
2006 – 5.4 milhões de euros
2007 – 5.3 milhões de euros
Variação - + 1.8 %
Sesimbra
2006 – 4.8 milhões de euros
2007 – 2.4 milhões de euros
Variação – ( - 49.8%)
Setúbal
2006 – 3 milhões de euros
2007 – 3.1 milhões de euros
Variação - + 2.6 %
Concertos Pedagógicos na descoberta dos segredos da música
Os Concertos Pedagógicos têm a duração 1 hora 15 minutos com intervalo, e são uma iniciativa dirigida a todas as famílias. Segundo o coordenador António Ferreira, os concertos visam: "explicar a razão de ser e os segredos de uma obra ou de um compositor". Ouvir música, saber a origem, quem é o compositor. "Estes, entre outros aspectos, vão permitir ao público uma maior contextualização da obra." Os Concertos Pedagógicos são realizados em parceria com a Artemrede, e serão realizados em vários municípios, num total de 35 concertos, a realizar entre Outubro de 2006 e Maio de 2007. A Coordenação dos “Concertos Pedagógicos” é da responsabilidade de António Ferreira, sendo esta iniciativa dirigida a diferentes públicos alvo. Os Concertos têm a duração 1 hora 15 minutos com intervalo. Como referimos , está é uma iniciativa dirigida a todas as famílias. Segundo o seu coordenador e comentador, António Ferreira, os concertos visam: "explicar a razão de ser e os segredos de uma obra ou de um compositor". Ouvir música, saber a origem, quem é o compositor. "Estes, entre outros aspectos, vão permitir ao público uma maior contextualização da obra."
UM VIOLINO PORTUGUÊS
Violino Tiago Neto
Piano João Aboim
Comentários António Ferreira
Barreiro
Quarta, 18 Out. | 15h00
Auditório Municipal Augusto Cabrita
Montijo
Sexta, 3 Nov. | 21h30
Cinema-Teatro Joaquim d´ Almeida
O PIANO ROMÂNTICO
Piano Paulo Pacheco
Piano e comentários António Ferreira
Barreiro
Quarta, 15 Nov. | 15h00
Auditório Municipal Augusto Cabrita
DE SCHUBERT A COLE PORTER
Barítono Rui Baeta
Piano João Vasco Almeida
Comentários António Ferreira
Montijo
Quinta, 7 Dez | 21h30
Cinema-Teatro Joaquim d´ Almeida
Fonte/Rostos
PJ continua sem pistas sobre o paradeiro de José d’Orey
Segundo fonte do gabinete de imprensa, a Polícia Judiciária (PJ) “não tem novas informações” sobre o paradeiro do empresário José Albuquerque D’Orey, residente em Azeitão, desaparecido desde a semana passada. Fontes policiais revelam que é possível que José D’Orey transportasse no seu Renault Scenic, cinzento-escuro, uma “considerável” soma de dinheiro da empresa, não estando posta de parte a “hipótese de rapto”, apesar de não ter havido qualquer pedido de resgate. Segundo apurou a PJ, naquela manhã de dia 9 “ninguém se cruzou com o homem de 1,83 metros e com alguns cabelos grisalhos”. A viatura em que seguia, com a matrícula 15-BG-35, parece igualmente ter-se evaporado, pois, até ao momento não há qualquer registo de pagamentos em portagens. Entretanto, a secção de desaparecidos da PJ prossegue as investigações e já lançou um apelo através de um comunicado na página da Internet da instituição, para tentar localizar o empresário José Albuquerque D´Orey, residente na Aldeia da Piedade em Azeitão, desaparecido desde a passada segunda-feira, dia 9 de Outubro. O empresário de 47 anos foi visto pela última vez às 8h00 de segunda-feira, quando deixou os cinco filhos à porta do colégio, em Azeitão. José D’Orey desapareceu quando ia para uma reunião de trabalho, marcada para as nove horas na sede do ITAU, empresa de restauração onde era colaborador. No entanto, nunca chegou a aparecer nos escritórios da Av. da República. O alerta foi dado à família pelos colegas de trabalho, que estranhando a sua ausência ligaram para a sua residência. A família tentou desde logo localizar o empresário, no entanto, sem sucesso.
Fonte/setubalnarede.pt

MONTIJO, A SINTRIZAÇÃO DA MARGEM SUL
Era suposto não repetir com a ponte Vasco da Gama o fenómeno
Ponte 25 de Abril, se bem que o construído no arrastamento imediato criado por
esta infra-estrutura (anos 70- apontados como a causa do grande caos
urbanístico de hoje) seja hoje quase irrisório face ao construído nos
anos 80/90 e nestes primeiros anos do século XXI.
No entanto esse esforço de contenção está hoje, ao que se pode assistir em
Alcochete e Montijo, perfeitamente entregues à pato-bravice , não se
vislumbra qualquer planeamento digno desse nome, é um repetir continuo em solo
virgem, dos mesmos modelos de blocos de apartamentos e de sucessivas rotundas,
qualquer uma delas pior que a anterior, são de ir às lágrimas os repuxos e outra
"estatuária" a par das muito em voga "oliveiras do Alqueva"
agora transplantadas para aqueles círculos no meio do betão e do alcatrão.
O caso mais grave é sem dúvida o Montijo onde os blocos de betão invadem
literalmente o espaço rural, no meio de campos de cebolas ou batatais lá aparece
mais uma urbanização, mais um mamarracho, mais uma rotunda. É inacreditável!
Nada se aprendeu com os erros de Almada e do Seixal nem mesmo em Almada e no
Seixal verdade seja dita!
BLOG a-sul
Alcochete no PIDDAC
As únicas referências a Alcochete no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central para 2007, anexo à proposta de orçamento do Estado, são as constantes da pág. 354 deste documento.A maior parte do descrito refere-se a compromissos de comparticipação vindos de anos anteriores: construção da biblioteca pública (134.554€), pavilhão desportivo da escola D. Manuel I (5.000€), rotunda junto à academia do Sporting (17.540€) e parque escolar (7.726€).No actual mandato, o executivo municipal apenas obteve uma comparticipação simbólica de 3.558€ para a remodelação da Rua do Norte, em Alcochete. Na melhor das hipóteses, com esta verba compra-se meio camião de pedra. Também na pág. 5 deste mapa fica a saber-se que as transferências do Estado para o município, respeitantes a participação nos impostos, ascenderão a 2.858.399€. Este valor é o mesmo de 2006. Quanto às freguesias, neste documento fica a saber-se que a de Alcochete receberá do Estado 137.392€, a de São Francisco 23.805€ e a de Samouco 35.224€. Li no programa eleitoral da CDU que os orçamentos municipais passariam a ser elaborados com a participação dos munícipes. Seguramente li isto: "orçamento participativo, como o instrumento estratégico para a participação alargada dos cidadãos na gestão do município, apostando na transparência e proximidade da Administração Pública em relação aos cidadãos e no aprofundamento da democracia e da cidadania". Tal como também li isto: "O orçamento participativo é uma iniciativa que visa permitir a participação dos cidadãos na definição das prioridades das Grandes Opções do Plano e Orçamento (GOP’s) da Câmara Municipal e Juntas de Freguesia. As GOP’s é um instrumento estratégico e determinante da acção do município, no qual se enquadram todas as receitas e despesas das autarquias". Ainda bem que o prometeram, pois de outro modo jamais se saberia que utilização será dada a mais de 570 mil contos que aterrarão no Largo de São João procedentes da gaveta dos impostos que pagamos ao Terreiro do Paço!
Por Fonseca Bastos (colunistas no BLOG Praia dos Moinhos)
Pode ser legal mas... (2)
Clique na imagem
Acabei, enfim,
por
encontrar aqui
a actual tabela de taxas cobradas aos utentes da piscina municipal, assunto
abordado
neste texto
precedente (abrir hiperligação no topo, intitulada «Taxas).
Apresento na imagem acima (click sobre ela para ver ampliação legível) a
comparação entre os valores actuais e os novos propostos pela câmara. Num país
onde a inflação ronda 2,7% e os aumentos dos funcionários públicos são o que se
sabe (1,5% para 2007), deploro o facto do município de Alcochete
pretender introduzir aumentos gerais de 5% a 7,5%. E há alguns aumentos bem
superiores: da taxa de reinscrição, 12,6%; da emissão de 2.ª via de cartão,
53,8%; de talão descartável, 20%. Reli as propostas e não encontrei qualquer
justificação dos aumentos. Esquecimento?
Da página do sítio da câmara onde localizei as actuais taxas da piscina consta
ainda o seguinte acerca da afluência: "Na época 2004/2005, o número de
utentes da Piscina Municipal quase triplicou relativamente à época 2001/2002. De
404 utentes, em 2001, a Piscina Municipal passou a receber 1.131, em 2004".
Isto não é estatística, porque nada nos diz sobre o tipo de utilizadores.
Por Fonseca Bastos (colunistas no BLOG Praia dos Moinhos)
Alto capital e totalitarismos
Depois do comunismo aparece o fascismo para combater aquele sistema político.Entre o Ancien Régime e o fascismo não será impossível estabelecer uma ponte: no primeiro havia um elo entre o rei e o súbdito; no segundo o elo é entre o Estado e o capital. Claro que não eram os conservadores que apoiavam o fascismo porque este é historicamente revolucionário, embora na perspectiva dos comunistas fosse reaccionário.Também o fascismo não era apoiado pelo capitalismo liberal porque para este quanto menos Estado melhor.Sedento pelo controlo de novos mercados, era o alto capital que apoiava o fascismo.O grande inimigo do comunismo é o capitalismo normalizado pelas leis do livre-mercado. No fundo, a luta dos comunistas contra os fascistas é a luta contra o mundo conservador e liberal que crê nas virtualidades do mercado. O alto capital, esse, cada vez mais foi descobrindo que a igualdade comunista lhe dava garantias muito maiores para o controlo dos mercados mundiais do que o fascismo, razão por que este passa a museu da História.
Por João Marafuga
(colunistas no
BLOG Praia dos Moinhos)

Apple distribui iPod Video com vírus de Windows
Alguns leitores da linha iPod Vídeo, da Apple, lançados em Setembro continham o vírus RavMonE.exe, uma praga conhecida por afectar o sistema operativo da Micrososft. A fabricante norte-americana ainda não adiantou o número exacto de aparelhos que contêm a desagradável surpresa, mas afirma que são menos de 1% dos modelos distribuídos. «Até agora tivemos 25 ocorrências», informou o vice-presidente de marketing mundial da Apple, Greg Joswiak. A empresa recomenda que o utilizador accione o antivírus ao ligar o seu iPod Vídeo ao computador e então restaure as funções do aparelho, usando o iTunes 7. A praga não afecta o sistema operativo da Macintosh, da Apple, mas infecta Macs que trabalham com o Windows.
Fonte/D.D.

Encerramento Urgência Hospital do Montijo
A Deputada Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista “Os Verdes” na Assembleia da República apresentou um requerimento questionando o Governo se tenciona encerrar o Serviço de Urgências do Hospital do Montijo, sendo este um serviço “que atende uma média de 130 casos/dia, mais de 46.500 utentes/ano”. Interroga Heloísa Apolónia se “concebe o Governo estrangular mais o Hospital do Barreiro e o Hospital de Almada, com um hipotético encerramento do Hospital do Montijo?” No seu requerimento apresentado na Assembleia da República, a deputada de “os Verdes” sublinha que - está em discussão pública a “Proposta de Rede de Urgência” elaborada pela Comissão, criada pelo Governo, de apoio ao processo de requalificação das urgências, a nível nacional. Foi com estupefacção que, nesse documento, encontrámos a proposta de encerramento do serviço de urgências do hospital do Montijo. O hospital do Montijo serve mais de 60.000 pessoas, o que é um número bem revelador da importância que esta unidade hospitalar presta através dos seus diferentes serviços, incluindo o de urgências. O Montijo não é servido por qualquer Serviço de Atendimento Permanente em centros de saúde. Mas no caso de se estar a preparar uma “troca” de serviços de urgência, também importa referir que um serviço de urgência hospitalar difere muito de um serviço de urgência em redes primárias de saúde, pela sua capacidade de atender a situações de emergência. Por isso, a sua resposta não se compara com a que pode ser prestada, em troca, por qualquer serviço de atendimento permanente num centro de saúde. Segundo Heloísa Apolónia – “Mais, importa referir que, com dinheiros públicos, o serviço de urgências do hospital do Montijo, foi sujeito a uma requalificação, nos anos de 2001 e 2002. Supostamente esta requalificação destinava-se a melhorar o serviço de urgências e não a promover o seu encerramento. É, então, também, de boa aplicação de dinheiro dos contribuintes que estamos a tratar. etermina ainda o estudo acima citado, que os casos de urgência atendidos actualmente no hospital do Montijo (cerca de 130 casos/dia), passem a ser encaminhados para o Barreiro ou para Almada. Ora, sabendo do estado de super-lotação em que se encontram já hoje estas duas unidades hospitalares, com maior evidência no hospital Garcia de Orta, como é possível permitir aí uma maior centralização de serviços, que só vai levar a um maior estrangulamento dessas urgências, com claros reflexos num pior serviço de saúde para as populações e na degradação das condições de trabalho dos profissionais de saúde que aí prestam funções diariamente, em condições por vezes lamentáveis! Mais se recorda, que a decisão de construir um novo hospital no Seixal foi tomada justamente tendo em conta a situação de estrangulamento do hospital de Almada.”
Neste contexto a deputada de “Os Verdes”, em requerimento, solicita ao Ministério da Saúde que preste os seguintes esclarecimentos:
1. Tem o Governo intenção de encerrar as urgências do hospital do Montijo?
2. Um serviço de urgência que atende uma média de 130 casos/dia, mais de 46.500 utentes/ano, é para o Governo um serviço dispensável?
3. Concebe o Governo estrangular mais o Hospital do Barreiro e o Hospital de Almada, com um hipotético encerramento do Hospital do Montijo?
4. Qual foi o valor exacto que foi dispendido na requalificação do serviço de urgências do hospital do Montijo nos anos 2001 e 2002?
Torneio Internacional de Luta Greco-Romana
A Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal, apostando na necessidade de proporcionar aos seus atletas a troca de experiência ao nível internacional, assim como a divulgação desta modalidade olímpica, realiza no dia 21 de Outubro, o Torneio Internacional de Luta Greco-Romana - “Taça A.L.A.D.S. Cidade de Montijo”. A Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal salienta que – “apostando na necessidade de proporcionar aos seus atletas a salutar e importante troca de experiência ao nível internacional para a sua desejável e natural evolução desportiva, bem como na necessária divulgação desta nobre e olímpica modalidade que são as Lutas Amadoras realiza o Torneio Internacional de Luta Greco-Romana - “Taça A.L.A.D.S. Cidade de Montijo”.” O Torneio conta com a organização da Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal e com o apoio da Federação Portuguesa de Lutas Amadoras e o alto Patrocínio da Câmara Municipal do Montijo, entre outras entidades como Governo Civil de Setúbal, Instituto Português da Juventude, Pousadas da Juventude, Região de Turismo Costa Azul, entre outras entidades publicas e privadas como Sumol, Água Serra da Estrela, O Praticante, no âmbito dos patrocínios, realizar-se-á este importante evento para a modalidade no Distrito de Setúbal. “O evento a realizar na bonita Cidade de Montijo à beira Tejo, será um marco de qualidade e de prestígio nas provas das Lutas Amadoras no Distrito de Setúbal e ao nível Nacional.” – refere a Direcção da Associação, acrescentando que – “contamos com a participação de várias Selecções vindas de Portugal e Espanha, proporcionando a presença a cerca de 100 atletas.”
Mostra de Projectos Musicais de Jovens Montijenses
A Câmara Municipal de Montijo, através do Gabinete da Juventude, realiza no dia 20 de Outubro, a partir das 21 horas, na Casa Senhorial da Quinta do Saldanha, a Mostra de Projectos Musicais de Jovens Montijenses. A iniciativa pretende promover e divulgar os trabalhos dos jovens artistas montijenses. Ouvir a sua música, ver os seus vídeos e conhecer pessoalmente os artistas, é a proposta do Gabinete da Juventude. A Mostra de Projecto Musicais de Jovens Montijenses funcionará, ainda, como um espaço de debate e de troca de experiências em prol de um Montijo mais cultural. Uma das bandas já confirmadas são os Roylistick, que irão apresentar o seu novo trabalho “Visão Periférica”. Os artistas interessados em participar podem inscrever-se até 18 de Outubro (quarta-feira), através do telefone 212327868. Para mais informações contactar o Gabinete da Juventude, através dos telefones 212327867/68, do e-mail cmm.juventude@clix.pt ou na Quinta do Saldanha, de segunda a sexta-feira das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
Reunião Pública na freguesia de S. Francisco
A reunião pública descentralizada da Câmara Municipal de Alcochete realiza-se na quarta-feira, dia 18, às 17h30m, na Sala de Sessões da Junta de Freguesia de S. Francisco. A Câmara Municipal de Alcochete informa-nos que “deliberou, no início do actual mandato, criar novos mecanismos que permitam uma maior proximidade aos munícipes e garantam o melhor acesso à informação municipal, proporcionando, deste modo, uma participação mais efectiva na vida do município.” Neste contexto o executivo municipal inicia, logo pela manhã, o contacto com a população de S. Francisco, no decorrer do périplo pela Freguesia os autarcas tomarão conhecimento das obras realizadas, e a realizar. Durante a tarde, entre as 15 e as 17 horas, a Câmara Municipal de Alcochete procederá ao atendimento dos munícipes, na sede da Junta de Freguesia. A reunião pública descentralizada da câmara realiza-se a partir das 17, 30 horas.
Fonte/Rostos
Centenas concentraram-se no Montijo contra o fecho das urgências
Cerca de 500 pessoas participaram sexta-feira numa concentração junto ao hospital do Montijo em protesto contra o encerramento das urgências desta unidade, anunciado no início do mês pelo Governo. Uma atitude que, a ser concretizada, “é a machadada final e é a sequência para o encerramento do hospital”, criticou Celina Figueiredo, da Comissão de Utentes da Saúde de Montijo/Alcochete, que organizou a concentração. Envergando panos e plásticos negros, a população reivindicou a demissão do Ministro da Saúde e aprovou uma moção a ser enviada ao Governo e à direcção do hospital. “Se as urgências fecharem o que será de nós?”, questiona Francelina Cardoso, de 83 anos, que não quis deixar de participar no protesto. Francelina vive junto ao hospital e não entende porque querem fechar as urgências do Montijo, queixando-se que o Barreiro, que passariam a ser as urgências mais próximas para esta população, “fica muito longe”, sobretudo para quem não tem carro, como é o seu caso. Os manifestantes, idosos e jovens, exibiam cartazes lembrando que ‘A Saúde é um direito’ e que ‘Com a saúde não se brinca’. Um protesto que contou também com a participação dos Bombeiros Voluntários do Montijo, que dificilmente terão capacidade de resposta para os cerca de 60 mil habitantes do município que deixarão de ter urgências, tendo de se deslocar ao Barreiro, Almada ou Setúbal. Comissão e população não entendem porque motivo se querem encerrar urgências que sofreram obras há dois anos, que têm em média “130 utentes por dia” e que estão num concelho “em claro crescimento populacional”, questionando ainda “o que acontecerá em caso de acidente na Ponte Vasco da Gama”, frisa Celina Figueiredo. Prometem por isso continuar a lutar e, se for necessário, “cortar estradas ou até a ponte”.
Fonte/setubalnarede:pt
P R O C U R A - S E

PJ pede ajuda para localizar empresário desaparecido
A Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal está a pedir colaboração para localizar o empresário José Albuquerque D´Orey, desaparecido desde a passada segunda-feira, dia 9 de Outubro. Residente em Azeitão, o empresário de 47 anos foi visto pela última vez às 8h00 de segunda-feira, quando deixou os cinco filhos à porta do colégio, e não dá notícias desde então. José Luís Albuquerque D´Orey despediu-se da mulher na segunda-feira de manhã e, como era hábito, chegou às 08h00 ao colégio dos filhos ao volante da sua Renault Scenic cinzenta. Às 9h00 tinha de estar em Lisboa, pois era esperado numa reunião na ITAU, uma empresa de equipamentos de hotelaria, da qual era representante. No entanto, nunca chegou a essa reunião e só quando os colegas de trabalho lhe ligaram para casa, ao início da tarde, é que a mulher tomou conhecimento do desaparecimento do marido. Segundo fontes policiais, José Luís D´Orey transportava no carro uma “considerável” quantia em dinheiro. A família D´Orey é muito conhecida na Aldeia da Piedade, povoação próxima da herdade da família, na Arrábida. Naquela manhã, ninguém reparou nele, a não ser os funcionários do colégio onde deixou os filhos. A PJ já terá concluído que não existe até hoje qualquer registo de pagamento de portagens com aquela viatura. Até hoje, nem o empresário nem a sua viatura foram encontrados, pelo que, no seu site na Internet, a PJ já colocou um pedido de ajuda para localizar José D´Orey. As investigações prosseguem e não está posta de parte a hipótese de rapto.
Fonte/Rede SemMais
José Luís d’Orey aflito com dívidas
José Luís d’Orey, o agente comercial desaparecido desde o passado dia 9, terá contactado um amigo a quem confidenciou que saiu de casa devido a problemas financeiros. No dia em que desapareceu, d’Orey transportava no carro que conduzia habitualmente – um monovolume Renault Scenic cinzento, com a matrícula 15-BG-35 – uma considerável quantia em dinheiro, que devia ter entregue na ITAU, empresa que vende equipamentos para restaurantes e hotelaria de que ele era agente comercial. José Luís Albuquerque d’Orey, de 48 anos, segundo fonte próxima da família, lamentava frequentemente aos familiares a difícil situação financeira que vivia. O irmão, Rui d’Orey, contactado ontem pelo CM, disse que a família continua sem saber nada dele: “Peço ao meu irmão para me ligar a mim ou a alguém da família. Estamos todos angustiados e a passar momentos muito complicados.” Rui renova o apelo que ontem deixou nas páginas do CM. “José Luís diz-nos alguma coisa. Precisamos de saber se estás bem ou não.” Rui d’Orey confirmou ao CM que durante a semana em que esteve incontactável, o irmão não usou qualquer cartão bancário, não passou pela Via Verde das auto-estradas nem contactou familiares ou quem quer que fosse da empresa onde trabalhava.
ARMAS E PASSAPORTE
Em casa, uma moradia cercada por terreno, em plena Serra da Arrábida, perto da aldeia da Piedade, Azeitão, José Luís deixou o passaporte (já caducado), e todas as armas que possuía. “São algumas, pois ele é caçador. O meu irmão saiu de casa, de fato e gravata para ir trabalhar. Não levou nenhuma mala nem qualquer saco com roupa”, garante Rui Albuquerque d’Orey. O CM apurou, ainda, que, ontem. a mulher de José Luís, Marina, esteve na Polícia Judiciária de Setúbal onde ficou a saber que as autoridades continuavam a não ter qualquer pista segura sobre o paradeiro do marido. Fonte da Polícia Judiciária assegurou ao CM que a investigação sobre o desaparecimento de José Luís d’Orey vai continuar. “Quando o encontrarmos, e se em causa não estiver qualquer suspeita de crime, ele tem o direito de nos pedir para não dizermos a ninguém o local onde se encontra. Como é maior de idade e está na posse das suas faculdades mentais, a lei diz que somos obrigados a cumprir esse pedido. Por muito que nos custe, nem à família podemos dizer seja o que for, se for esse o pedido que nos seja feito por qualquer pessoa em idêntica situação” , diz a mesma fonte.
DEIXA FILHOS NA ESCOLA
José Luís d’Orey desapareceu no dia 9, depois de ter deixado os cinco filhos numa escola de Azeitão, arredores de Setúbal. Nesse dia, o agente comercial, oriundo de uma das mais conhecidas famílias portuguesas e casado com uma Mello, era esperado em Lisboa para uma reunião na empresa onde trabalhava, a ITAU. Não apareceu.
Fonte/C.M.

Consumidores vão pagar mais 15,7% pela energia
Clientes domésticos são os que têm os maiores aumentos. A liberalização do mercado de electricidade vai trazer grandes aumentos no tarifário. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) quer que a maioria dos consumidores domésticos (88,7%) pague em 2007 mais 15,7% do que está a pagar este ano. Os aumentos são diferenciados no continente e nas ilhas, sendo que nos Açores se ficam pelos 15,5% e na Madeira sobem até aos 18,2%. Estes aumentos não são exactamente uma surpresa e resultam de um défice tarifário, imposto em grande medida por uma lei que impedia aumentos acima da inflação. O défice chegou este ano aos 399 milhões de euros. A proposta tem ainda de ser aprovada pelo Conselho Tarifário, de que fazem parte a DECO, as autarquias e as empresas de electricidade, mas não há grande volta a dar porque o valor do défice tem de ser pago pelos consumidores e a cada ano que passa acrescem juros. Em 2007, a ERSE quer recuperar um terço do défice e, depois, tem mais quatro anos para recuperar o restante. "Além da recuperação parcial do défice tarifário", diz a ERSE, os preços para 2007 vão reflectir a alta dos preços do petróleo e uma série de custos de interesse económico geral, como sejam as rendas aos municípios, o sobrecusto da cogeração e energias renováveis e a convergência tarifária com as regiões autónomas. Este ano, Manuel Pinho teve uma intervenção que agravou este défice em 30 milhões, impondo que, desde Julho, o sobrecusto para as empresas com as energias renováveis não se fizesse sentir. O Governo actuou em defesa da competitividade da economia nacional. Desta vez, o Executivo não parece disposto a intervir. "Estamos a estudar a proposta que nos chegou há poucas horas", disse ao JN o ministro da Economia. Manuel Pinho deixou ficar claro, no entanto, que " a ERSE é totalmente independente e não tem de nos informar ou pedir autorização para actualizar o tarifário". O espaço do Governo para actuar é, de facto, cada vez mais pequeno. O Mercado Ibérico de Electricidade já é uma realidade, tem de funcionar livremente e os custos reais da produção de electricidade têm de ser suportados por todos os consumidores. A factura média de um cliente doméstico é de 25 euros mensais e sobe no Norte - onde se consome mais electricidade e menos gás - até aos 30 euros, pelo que os consumidores domésticos podem contar com mais cercal de cinco euros na factura da electricidade. O tarifário para as empresas também vai ser actualizado, mas em percentagens inferiores. Os clientes da média alta tensão terão um aumento de 9,3%, os da alta 9,2% e os da média 7,2%. É neste último tarifário que estão a maioria das panificações e pequena indústria.
Fonte/J.N.

Medicamento acaba com o vício do fumo
São muitos os que tentam pôr um ponto final no vício do cigarro, mas poucos conseguem realmente atingir esse objectivo. O cenário está, apesar de tudo, prestes a mudar: a Comissão Europeia aprovou no início do mês a comercialização, na Europa, de um novo medicamento, a Vareniclina, que promete acabar de vez com a dependência física em relação à nicotina. Os laboratórios Pfizer vão distribuir o remédio em Portugal, mas as embalagens só devem chegar às farmácias no início de 2007. Cecília Pardal, coordenadora da comissão de tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, fez a avaliação teórica do remédio e concluiu que, “em termos técnicos, parece ser um medicamento muito bom”. Ao contrário do que acontece com os produtos à venda no mercado (pastilhas, inaladores ou compressas que funcionam como substitutos da nicotina), a Vareniclina “actua de duas maneiras”. “Vai fazer com que as pessoas não tenham uma urgência tão grande em fumar e vai evitar os sintomas de privação provocados pela falta de nicotina”, um elemento perturbador que causa aumento de apetite e irritação. Em termos práticos, explica Cecília Pardal, “a nível cerebral existem receptores para a nicotina – o novo medicamento bloqueia-os, refreando a urgência em fumar e combatendo a sensação de privação”. Além disso, “sempre que uma pessoa pegar num cigarro não vai ter aquele prazer habitual” que lhe está associado. O tratamento tem a duração de 12 semanas, com dosagens progressivas: no início, um comprimido basta, sendo a dose aumentada no momento em que se inicia a privação. Outra das novidades é que a toma do remédio começa entre sete a 14 dias antes de a pessoa fumar o último cigarro, para que os efeitos sejam progressivos. “A força de vontade para deixar de fumar não basta, porque existe uma dependência psicológica e física”, lamenta a especialista. Cecília Pardal até admite que “a dependência psicológica é fácil de contornar, alterando-se mudanças no comportamento”. Mas não tem dúvidas de que “a dependência física tem de ser tratada”. Os principais efeitos secundários são náuseas e, em percentagens mais pequenas, insónias e pesadelos. Cerca de 25 por cento dos que tentam largar o tabaco desistem ao fim de uma semana. Após um ano, só três por cento consegue manter os seus objectivos sem ajuda.
TABAGISMO EM EUROS
Na Europa, mais de 1,2 milhões de pessoas morrem anualmente por causa de doenças relacionadas com o tabagismo. A Organização Mundial de Saúde prevê que, em 2010, o problema possa custar 130 mil milhões de euros.
EM PORTUGAL
Todos os anos são diagnosticados 3.500 novos casos de cancro do pulmão em Portugal. Mais de metade destes doentes acaba por morrer em menos de um ano.
VACINA EM BREVE
Nos Estados Unidos, os laboratórios estão a desenvolver uma vacina que impeça a nicotina de chegar ao cérebro, extinguindo a habituação e a vontade de fumar. A NicVax servirá não fumadores e fumadores que queiram reduzir o consumo de tabaco.
DUPLO ATAQUE
A Vareniclina não vai actuar por si só no combate ao vício do tabaco. A acompanhá-la estará um plano de apoio que funcionará como guia de acompanhamento dos doentes.
Fonte/C.M.

Estado gasta mais em ano de contenção
O Estado não vai reduzir as despesas no próximo ano, apesar das palavras de ordem serem “rigor e contenção” e do ministro das Finanças afirmar que o Orçamento de Estado para 2007 aprofunda a estratégia assente na redução da despesa. Entre 2006 e 2007, a despesa total do Estado deverá subir perto de 1.900 milhões de euros, enquanto a despesa primária subirá 1.463 milhões de euros, de acordo com a proposta de OE ontem apresentada. Uma subida que foi minimizada por Teixeira dos Santos.
Albarran deve 26 mil
Artur Albarran viu ontem ser publicado na Imprensa o primeiro de dois anúncios oficiais de uma dívida de 26.775 euros e 52 cêntimos à Unicre, Instituição Financeira de Crédito. Agora, Albarran tem o prazo de 30 dias para contestar os factos que constam do processo. Se não o fizer, a “falta de contestação” implica a “confissão dos factos” descritos pela queixosa (Unicre) e que levaram o juiz, Lourenço Boavida, da 2.ª secção da 1.ª Vara Cível de Lisboa, a publicitar a dívida naquele valor. Juntamente com o prazo de 30 dias para contestar a dívida, o ex-jornalista, ex-apresentador de televisão e também ex-empresário – cuja empresa entretanto faliu – fica também avisado de que “é obrigatória a constituição de mandatário judicial”. Contactado pelo CM, o director de Comunicação da Unicre, João Rafael Nunes, explicou tratar-se de uma dívida de Artur Albarran contraída no “usufruto de um cartão Unibanco”. Este responsável adiantou ainda que, “decorrido o prazo de 30 dias, se o réu não contestar, a dívida fica legalmente reconhecida e a execução é imediata”. No caso de Artur Albarran não possuir liquidez para o pagamento do valor em causa, João Rafael Nunes adiantou que, após a sentença judicial a reconhecer a dívida, “é requerida a execução coerciva e pede-se que sejam contactadas as várias entidades onde o réu possa ter bens registados”. Entre estas entidades encontram-se, por exemplo, as Conservatórias (bens imóveis), o fisco, entidades bancárias, Registo Automóvel (carros e/ou motos) e capitanias de portos (barcos). Em Junho passado, Artur Albarran viu-se obrigado a entregar um quadro avaliado em 70 mil euros para pagar 20 mil euros de pensão alimentar, no âmbito do processo de divórcio da sua ex-mulher Lisa Hardy. O CM tentou ontem contactar Artur Albarran, mas este manteve-se indisponível até ao fecho desta edição.
Fonte/C.M.

P R O C U R A - S E

Desapareceu em Azeitão - José Lopes tem 47 anos e 5 filhos
Na passada 2ª feira, dia 9 de Outubro, pela manhã, desapareceu José Luís Lopes Albuquerque D’Orey. O desaparecimento ocorreu cerca das 8 horas da manhã. Em Azeitão foi o último local onde foi visto. José Luís Lopes Albuquerque D´Orey, tem 47 anos e 5 filhos. Refere a informação que nos foi enviada que “após deixar as crianças no Colégio em Azeitão não compareceu numa reunião em Lisboa às 9 horas e desde então não se conhece o paradeiro”. No dia 10 de Outubro a sua filha mais nova completou 5 anos. José Luís Lopes conduzia uma viatura de Marca Renault Scenic matrícula 15-BG-35 Cinzenta escura.
Pede-se a quem tenha alguma informação me contacte, através de : 914641669 ou 916856677.
Fonte/Rostos

COMUNICADO DE IMPRENSA
Distrital do PSD preocupada com encerramento das urgências do Hospital do Montijo
Na sequência de notícias vindas a público relacionadas com a intenção do Ministro da Saúde do Governo PS decretar o encerramento das urgências do Hospital Distrital do Montijo, a Comissão Política da Distrital de Setúbal do PSD, representada pelo seu Presidente Bruno Vitorino e pelos Vogais Jacinto Pereira e Nelson Constantino, e o Deputado à Assembleia da República Luís Rodrigues, reuniram hoje com o Conselho de Administração desta unidade hospitalar.
O eventual encerramento do serviço de urgências do Hospital Distrital do Montijo está a causar apreensão na população, algo que a verificar-se irá representar uma enorme perca para as populações dos concelhos do Montijo e Alcochete.
Na reunião com o Conselho de Administração do Hospital Distrital do Montijo, o PSD lembrou que o encerramento deste serviço irá agravar a prestação dos cuidados de saúde aos 60 mil habitantes dos concelhos abrangidos, com particular incidência e gravidade nas populações das Freguesias de Pegões, Canha e Santo Isidro de Pegões.
Com o encerramento desta unidade de urgência, e ao contrário das declarações proferidas pelo Sr. Ministro da Saúde, estas populações ficarão a mais de 45 minutos de qualquer serviço de urgência.
Os dirigentes social-democratas afirmaram que a obsessão do Governo em reduzir custos não pode pôr em risco a saúde dos portugueses, sendo necessária a garantia de uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde.
Bruno Vitorino e Luís Rodrigues sublinham que são atendidos nos serviços de urgência do Hospital do Montijo mais de 46 mil utentes por ano, correspondendo a uma média mensal de mais de 4 mil utentes e de 130 utentes diários, sendo que o Governo não pode pura e simplesmente ignorar estes dados.
Foi ainda recordado que nem o Montijo, nem Alcochete, possuem, actualmente, qualquer serviço de Atendimento Permanente no Centro de Saúde e que esta unidade hospitalar é o único serviço de atendimento permanente aos cidadãos.
A Distrital de Setúbal do PSD convida o Sr. Ministro da Saúde a visitar o Montijo para, “in loco”, se inteirar da realidade do concelho, podendo anunciar nessa altura as medidas concretas que visem melhorar a qualidade do sistema de saúde a prestar à população, bem como o que pretende para o futuro do Hospital do Montijo.
Setúbal, 16 de Outubro de 2006
A CPD/PSD Setúbal

Bloco de Esquerda visita Hospital do Montijo
Preocupados com o encerramento das urgências hospitalares, os deputados do Bloco de Esquerda, João Semedo e Mariana Aiveca, visitarão hoje, dia 17 de Outubro, o Hospital do Montijo.
Decisão não pode ser outra senão manter as urgências do Hospital do Montijo
O Presidente da Federação do PS do Distrito de Setúbal, Vítor Ramalho, manifesta a sua solidariedade com a Presidente da Câmara Municipal do Montijo e com a Comissão Política Concelhia do Montijo e expressa a sua discordância pelo encerramento da Urgência no Hospital do Montijo. “Como é do domínio público, o Ministério da Saúde colocou à apreciação pública a «Proposta de Rede de Urgências» elaborada por uma comissão técnica. Nesse documento, técnico, prevê-se o encerramento de urgências de 14 hospitais, onde se inclui o Hospital do Montijo. Este facto mereceu uma tomada de posição clara contra o eventual encerramento da urgência do Hospital, da Concelhia do PS do Montijo e também da Presidente da Câmara. Na qualidade de Presidente da Federação do PS do Distrito de Setúbal, solidarizo-me com essas tomadas de posição, inteiramente justas, seguro que a posição final a vingar, de natureza política, não caucionará o estudo técnico elaborado e colocado à apreciação pública. Ao tomar esta posição, sinto estar a ser intérprete do sentimento maioritário dos Socialistas do Distrito de Setúbal e inequivocamente da população do Montijo.” – refere Vítor Ramalho, Presidente da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista.
Ser solidário com o Governo não significa aceitar subservientemente
“Ao sustentar, como sempre sustentei, que ser solidário com o Governo não significa aceitar subservientemente todas as medidas que toma, não duvido que estou também a contribuir para uma ponderação adequada da decisão final, que não pode ser outra senão manter as urgências do Hospital do Montijo. Por isso, é minha obrigação ser claro como estou a ser na solidariedade de vida aos meus camaradas da Concelhia do Montijo e aos autarcas eleitos pelo PS para a Câmara do Montijo, cujo trabalho, a população reconhece e está à vista de todos.” – refere a finalizar o líder distrital do Partido Socialista.
“É urgente a limpeza do Rio Coina”
A Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista iniciou um programa de visitas às freguesias e contactos com as populações. A freguesia de Coina foi a primeira visita efectuada, segundo Luís Ferreira, pelo seu simbolismo e por representar um exemplo de gestão de proximidade e ligação às populações. Luís Ferreira, Presidente da Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista, divulgou em Conferência de Imprensa que “o Partido Socialista inaugurou um ciclo de visitas às freguesias” tendo por objectivo motivar e dinamizar “a estrutura política do partido”.Referiu, Luís Ferreira, que esta “não é uma campanha contra a CDU” mas que, esta iniciativa tem com o objectivo “identificar problemas” e contribuir para alterar o “modelo de acção política do Partido Socialista” que, na sua opinião não pode limitar-se a uma “acção sazonal”.
Há simbolismo na visita a Coina
O líder concelhio do Partido Socialista salientou que o seu partido tem que ter uma “intervenção de proximidade” porque “não nos devemos aproximar das populações só em períodos eleitorais”. Luís Ferreira, sublinhou que o facto de inicio do ciclo de visitas às freguesias começar em Coina – “há simbolismo” porque nesta freguesia a autarquia foi conquistada pelo PS e foi “aquilo que sobrou da gestão autárquica socialista”, no concelho do Barreiro.
Práticas políticas de intervenção social
Luís Ferreira, sublinhou que Juvenal Silvestre “representa aquilo que nós queremos como partido” ou seja, desenvolver “uma gestão com base no diálogo com as pessoas” e que seja desenvolvida com a consciência de que “presta um serviço público”.Por outro lado, o Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista, salientou as “práticas políticas da freguesia de Coina”, nomeadamente ao nível do desenvolvimento de “políticas sociais continuadas de apoio a famílias carenciadas”, através, por exemplo, na ajuda de compra de livros escolares. Recordou que Juvenal Silvestre, abdica de verba que tinha direito como Presidente de Junta de Freguesia para que essa verba seja utilizada na “intervenção social”. Luís Ferreira, referiu que “fomos bem recebidos em Coina” nesta visita que decorreu a diversos locais da freguesia, onde, realizou, igualmente uma reunião com dirigentes de colectividades da freguesia, militantes do Partido Socialista.
Ligação directa ás populações
Após a intervenção do líder concelhio socialista, Juvenal Silvestre, Carlos Nogueira e António Rato, autarcas da freguesia e militantes socialistas, dialogaram com os órgãos de comunicação social, sobre problemas da freguesia. Juvenal Silvestre, sublinhou que a realização desta visita do Partido Socialista à freguesia de Coina contribui para se efectuar um balanço do trabalho realizado, neste primeiro ano de mandato. Juvenal Silvestre, recordou que o trabalho dos eleitos na autarquia tem por base o constante “envolvimento da população” e uma “ligação directa ás pessoas”.
Acidentes mortais no Caminho Municipal 1028
Juvenal Silvestre salientou que a Junta de Freguesia procura resolver alguns problemas mas que há outras situações que só poderão ser resolvidas pela Câmara Municipal do Barreiro e nesse sentido é “mantido o diálogo com a Câmara”. Sublinhou que existem dificuldades económicas no país que afectam as autarquias ao nível financeiro. Juvenal Silvestre apontou algumas situações que considera prioritárias solucionar, nomeadamente, a “repavimentação do caminho municipal n.º 1028 e da Rua 1º de Maio”, alertando para o facto de já terem sido registados acidentes mortais.
Urgente limpeza do Rio do Coina
Por outro lado, referiu a urgência de se proceder à limpeza do Rio Coina - “ a limpeza era feita de dois em dois anos, agora o Rio Coina não é limpo há dois anos, é fundamental que seja limpo para que se evitem situações de cheias”. “O Rio Coina está abandonado, está completamente assoreado e cheio de caniços” – salientou Juvenal Silvestre.
Aguarda-se a ligação dos semáforos
Sobre o atraso da ligação dos semáforos, Juvenal Silvestre, salientou que “foi uma reivindicação do executivo da Junta de freguesia”, a instalação foi concretizada pelo Instituto de Estradas de Portugal, aguardava-se a definição da responsabilidade “sobre a ligação eléctrica dos semáforos, ninguém sabia de quem era essa responsabilidade, agora, já se sabe que será a Câmara Municipal, que já está a resolver o problema e espera-se que em breve os semáforos sejam colocados em funcionamento”.
Disponíveis para receber descentralizações
Juvenal Silvestre, sublinhou ainda que “fomos uma freguesia que sempre lutou pela descentralização” e acrescentou –“temos orgulho de ser uma das freguesias mais limpas do concelho”. “Estamos disponíveis para receber mais descentralizações, no calcetamento, na toponímia, mas temos que responder de acordo com as nossas capacidades” – salientou. Referiu, igualmente, que vai ser constituída pela Câmara Municipal do Barreiro, uma Comissão de Acompanhamento das Descentralizações, de forma a ser efectuada com regularidade a avaliação dos resultados.
Autoeuropa - Trabalhadores concluem pré-acordo com Administração
A Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa concluiu proposta de pré - acordo com a Administração e salienta que “trata-se de uma proposta que tem fortes possibilidades na competitividade global com outras fábricas do grupo VW na Europa, para que a nova Sharan possa ser produzida na Autoeuropa”. Sublinha a CT da Autoeuropa que “caso assim aconteça, o emprego crescerá significativamente com a criação de algumas centenas de postos de trabalho na Autoeuropa, no Parque Industrial e Fornecedores, consolidando assim o emprego por muitos mais anos. Contribuindo também para um grande desenvolvimento de toda a Região.” A CT estabeleceu o acordo com base no seguinte aumento Salarial
Técnicos e Especialistas
- Vigência do acordo a 2 anos, de (1 de Outubro 2006 a 30 de Setembro 2008).
- Aumento de 4,5% de 1 de Outubro 2006 a 30 de Setembro 2008, (Média de 3 % ao ano).
- Prémio 1.2 do salário, com o mínimo de 1.200 € para cada trabalhador. O prémio para os Especialistas será com um mínimo de 1200€ e será pago mediante a avaliação de desempenho.
- Os Trabalhadores admitidos após 30 de Junho de 2006 o valor do prémio será de 50%, aplicado ao seu caso. Acréscimo em todas as tabelas salariais de + 1% a 30 de Setembro de 2008. O acordo a negociar em Outubro de 2008 será sobre estes novos valores.
Horas Extras
Esta cláusula só é válida com a vinda da Sharan para a Autoeuropa.
- Para todos os produtos a partir de 1 de Janeiro de 2007.
- Pagamento dos sábados e feriados a 100%+25%.
- Caso a Sharan não seja produzida na AE a empresa obriga-se a restituir aos trabalhadores o dinheiro do trabalho extraordinário já realizado.
- Em caso de haver despedimentos colectivos, o acordo das horas extras será anulado.
Férias
- Marcação de Férias Colectivas 2,3,4 e 5 de Janeiro de 2007.
- Garantidos 2 dias de Férias de marcação livre em cada ano 2007 e 2008.
Subsídio de Turnos
- Continuará a política de formação e rotatividade para os trabalhadores encontrando assim esquemas de trabalho que possibilitem a organização de turnos com o respectivo pagamento de subsídio.
Contratos Temporários
- Tal como tem sido prática anterior, a Empresa converterá contratos temporários em contratos permanentes.
Seguros de saúde
- Manutenção do seguro de saúde aos trabalhadores que passarem á situação de reforma.
- No primeiro trimestre de 2007 a CT e a Administração vão avaliar possibilidades alternativas ao actual sistema de reembolso, assim como o montante das coberturas.
Tabela salarial para Técnicos a partir de 1 de Outubro 2006
Os Topo nível entram em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2007 (Actualização de toda a tabela em + 1% a 30 Setembro 2008).
Fonte/Rostos

Clique nas fotos
PSD do Montijo condena atitude da presidente da Câmara do Montijo (ver fotos)
Por Vergonha

UM EXEMPLO A SEGUIR
Ao contrário do que se passa no Montijo, mais concretamente no Escola Básica de 1º Ciclo n.º 3 de Montijo, onde o Agrupamento de Escolas de Montijo, continua a ignorar os direito das crianças no que toca às actividades de enriquecimento curricular e alargamento de horário das escolas do 1º ciclo, assim como o Inglês. Os encarregados de Educação destes alunos, parecem satisfeitos com a atitude do Agrupamento de Escolas de Montijo, a exemplo disso mesmo é o silencio e a incúria de tal comportamento, pois ate ao momento não exigiram explicações ao Agrupamento nem da Autarquia local, ao contrario de outras localidades do País que exigem os direitos das crianças. Deixamos aqui um exemplo a seguir pelos encarregados de Educação dos alunos da Escola Básica de 1º Ciclo n.º 3 de Montijo, pois os seus educandos estão a ser penalizados. Sinto-me envergonhado por tal comportamento lamentável por parte destes encarregados de Educação que, nem para defender os interesse dos seus próprios filhos de dão ao trabalho de lutar. Será isto pura ignorância ou comodismo? Quem sabe se abrem os olhos ao lerem o seguinte exemplo de outros encarregados de Educação:
" Pais exigem debater horários alargados
A Federação Concelhia de Associações de Pais de Vila Franca de Xira (FAPXIRA) quer explicações da Câmara relativamente às actividades de enriquecimento curricular e alargamento de horário das escolas do 1º ciclo, um processo do qual se diz excluída. "Devido aos atrasos no início das actividades de enriquecimento curricular e à falta de resposta por parte dos responsáveis autárquicos e da entidade contratada para a promoção das mesmas decidimos solicitar uma reunião urgente à presidente da Câmara", disse à agência Lusa o presidente da FAPXIRA, José Fidalgo. "O início das actividades está previsto para segunda-feira e ainda não sabemos como se irão passar as coisas", revelou. "Não fomos contactados em relação a todo o processo de definição das actividades de prolongamento de horário, e como tal não podemos responder às dúvidas que outros pais nos colocam", destaca o responsável. A FAPXIRA reuniu-se a 28 de Setembro com a vereadora da Educação de Vila Franca de Xira, Maria da Conceição Santos, e dia 3 de Outubro com a Euterpe Alhandrense, entidade que irá gerir o prolongamento de horário e as actividades de enriquecimento curricular nas escolas do concelho, sem ter obtido resposta às dúvidas expostas."
Subsídio de almoço aumenta 6 cêntimos
A proposta de aumentos salariais que o Ministério das Finanças hoje começa a discutir com os sindicatos da função pública congela os aumentos das pensões de sobrevivência e de preço de sangue de montante igual ou superior a três salários mínimos nacionais (ou seja, a partir de 1.158 euros). No subsídio de alimentação e nas ajudas de custo e de transporte, aponta-se para uma actualização de 1,5%. Ao contrário da prática seguida ao longos dos últimos anos, este ano a proposta de Orçamento do Estado será divulgada depois de o Governo ter já definido a tabela de actualização salarial para o próximo ano. Os aumentos serão de 1,5% para os funcionários públicos e, no caso dos pensionistas, haverá aumentos diferenciados, que se distinguem ainda consoante o tipo de pensão. Assim, para quem tem pensões de aposentação , reforma e invalidez de valor equivalente até 1,5 salários mínimos nacionais (SMN) o aumento será de 2,5%; entre 1,5 e 6 SMN haverá uma actualização de 1,5% e congelamento a partir deste montante. No caso das pensões de sobrevivência e de preço de sangue, a actualização de 2,5% incide sobre as que têm um valor global até 0,75 SMN; de 1,5% para as que estão definidas entre 0,75 e 3 SMN, sendo congeladas a partir daí. No que diz respeito ao subsídio de refeição, a proposta do Governo afasta-se também do que era pedido pelos sindicatos, ao oferecer uma actualização de 1,5%. Contas feitas, este subsídio passa dos actuais 3,95 euros para 4,01 euros. Igual aumento está previsto para as ajudas de custo e deslocações. Concluída esta ronda negocial, Teixeira dos Santos começa a discutir com os sindicatos a proposta de revisão do sistema de vínculos, remunerações e carreiras, devendo o novo sistema ser aprovado durante o próximo ano. A complexidade desta matéria e a necessidade de a analisar sem pressas justificou, segundo Teixeira dos Santos, que se prolongasse por 2007 o congelamento das progressões .
Fonte/J.N.