outubro 21, 2006

Câmara do Montijo mete água de novo

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Pois é, foi preciso chover um pouco mais que o normal para vermos o centro da cidade transformado num lago superficial de grandes dimensões (VER FOTOS). O mesmo será dizer que, a Câmara do Montijo mais um a vez meteu água e a população é que vai arcar com todos os prejuízos e consequências desta irresponsabilidade. Deixamos aqui o que vimos, sem mais comentários, até porque uma imagem vale mais que mil palavras.

 

 

Assalto ao Mini Preço do Montijo

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Ontem pouco passava das 9 horas da manhã, quando a funcionária de serviço no Mini Preço situado na Estrada Nova (Rua José Joaquim Marques), no Montijo, foi surpreendida por dois desconhecidos, supostamente os mesmo que assaltaram este mesmo estabelecimento à uns tempos atrás. Por coincidência a funcionária também foi a mesma. Esta situação leva-nos a pensar de novo: Será mesmo seguro viver e andar no Centro da Cidade do Montijo em, pleno dia? Pelo que assistimos, de facto não é segura andar na cidade do Montijo em pleno dia, o que dizer em plena noite. Tudo isto para dizer de que, a Edil do PS desconhece de todo o que se passa nesta cidade, as provas estão à vista de quem quessir ver.

Por Vergonha

Publicado por VERGONHA em 02:59 AM

Montijo propõe plano estratégico do Tejo

 Vem aí o II Congresso do Tejo, iniciativa da Associação dos Amigos do Tejo, dias 24, 25 e 26 do corrente, em Lisboa, sob o lema “Reabilitar o Tejo é Investir no Futuro”. Será a oportunidade para colocar em evidência as enormes potencialidades de um estuário que é o maior da Europa Ocidental, com uma área húmida de 10.500 hectares. O Tejo é igualmente o maior rio da Península Ibérica, cuja bacia hidrográfica com os seus 81.000 quilómetros quadrados, corresponde quase à totalidade da superfície de Portugal continental. Este magno encontro, tem segundo os seus organizadores «por principal desígnio contribuir para a reabilitação deste nosso maior rio, que outrora teve papel preponderante na economia nacional, sendo considerado, aliás, pelo ministro do Ambiente «uma iniciativa de elevado interesse e oportunidade». Embora o desenvolvimento de planos estratégicos que a Câmara de Lisboa e a Administração do Porto de Lisboa têm a seu cargo para o estuário, todos os municípios da Área Metropolitana de Lisboa querem estar envolvidos no esforço de implementação dos planos de intervenção e recuperação das margens ribeirinhas. «Sem uma visão integrada, regional, interdisciplinar, que possa potenciar as grandes mais valias do Estuário do Tejo, não iremos longe» manifesta a presidente da Câmara do Montijo. «Não obstante estas intervenções municipais, continuo a pensar que a AML e o país, teriam muito a ganhar com a elaboração de um plano estratégico turístico de âmbito metropolitano, que envolvesse os municípios do arco ribeirinho» vinca Maria Amélia Antunes. Essa uma postura assumida e de futuro, consensualmente aceite pelos municípios ribeirinhos, participantes num encontro preparatório do II Congresso do Tejo que decorreu recentemente no Auditório da Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita. De um conjunto de intervenções proferidas seria reiterada a disponibilidade das autarquias do “arco ribeirinho” – Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete, para em conjunto com a Administração do Porto de Lisboa, congregarem esforços, priorizarem intervenções, aprovarem projectos, por forma a tornar realidade, velhos sonhos, de usufruir do Tejo, como magno espaço de lazer das gentes da beira rio. «O Estuário do Tejo como Centro de Lazer por excelência da Grande Área Metropolitana de Lisboa», pode ser, não uma ideia por concretizar mas uma realidade se todos assim o quiserem». Tornar objectivos em realidade passa por isso, na opinião da presidente da Câmara Municipal do Montijo, «por uma intervenção, realizada em termos metropolitanos, com um plano estratégico, integrado, capaz de colocar o estuário do Tejo no mapa da Península Ibérica e da Europa, no âmbito de um roteiro cultural e centro de lazer de toda esta área geográfica». A complexidade dos tempos que se vivem, exigem mais informação, mais planeamento, mais cooperação e determinação na acção por parte dos municípios. «Espero por isso, sinceramente que os tempos que aí vêem sejam tempos de mudança, de acção intermunicipal, de preocupação por um futuro onde o estuário do Tejo, desempenhe um papel fundamental de união entre os homens, as suas culturas, entre os municípios com realidades e interesses comuns» como acontece com os do Barreiro, Moita, Alcochete e Montijo, entre muitos outros que participam no II Congresso do Tejo, precisamente pelo facto de o terem a seus pés, conclui a autarca do Montijo.

Um rio na maré do futuro

O diagnóstico do Rio Tejo, está feito. O envolvimento social e económico do Vale do Tejo é uma realidade indissociável das medidas e acções de desenvolvimento que importa realizar para que o Tejo tenha efectivamente futuro. Estas as grandes questões em debate no Congresso que entre outras coisas aponta para a constituição de “uma Provedoria do Tejo”, a formação de uma Comissão Ibérica que sustente “a candidatura do Tejo a Património da Humanidade”, mas igualmente o envolvimento do poder politico e sociedade civil na recuperação e reabilitação do Estuário, na base de um Plano de Recursos Hídricos Sustentado que complemente a recuperação e valorização dos recursos naturais, culturais e económicos deste nosso rio.

 

 

Cavaleiros de Aljubarrota “invadem” Alcochete

Durante duas semanas, Alcochete recuou ao ano de 1385 e foi palco de uma das batalhas mais decisivas de Portugal. O Campo de Tiro de Alcochete foi o local escolhido pela Fundação Batalha de Aljubarrota e pela produtora Filmes do Tejo para gravar as cenas principais de um filme que, em breve, vai ser exibido no Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota (CIBA), que está a ser criado. A «paisagem em tudo semelhante às descrições que existem da época, em termos de vegetação e de solo», motivou a escolha de Alcochete para filmar, entre 2 e 12 de Outubro, todas as cenas de combate, que se desenrolam ao longo da maior parte do filme, conta Maria Antónia Amaral, membro da comissão científica de Arqueologia da Fundação Batalha de Aljubarrota. Uma série de «crónicas medievais, relatos da época, informação escrita por historiadores e descobertas de arqueólogos e paleontólogos» passaram do papel e do terreno para o ecrã, com o apoio de um consultor histórico, que esteve sempre presente ao longo das gravações. Ao mesmo tempo, tentou-se que o filme representasse «a voz da actualidade», realça. A reconstituição, num documentário que terá cerca de 30 minutos, envolve um grande trabalho de produção, com mais de 800 figurantes e muitos meios para trabalhar digitalmente. Pretende «desmistificar a batalha, relatar os factos como realmente ocorreram» já que, «existe muita gente que endeusa demasiado o acontecimento», revela um elemento da produtora Filmes do Tejo. Assim, procurou-se «evidenciar a coragem associada à vitória das tropas portuguesas», comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, sobre o exército castelhano de D. Juan I de Castela, «desfazendo o mito do carácter divino do triunfo nacional», acrescenta. Tendo em conta os vários relatos que existem sobre o combate ocorrido no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, no campo de S. Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, o objectivo é «transmitir uma visão pluridisciplinar e não criar mais uma história sobre o assunto». No futuro CIBA, o filme vai ser projectado «em três ecrãs, posicionados em orientações diferentes, e a funcionar alternadamente, proporcionando um jogo de profundidades», adianta a produtora. Aliando a «seriedade e o rigor histórico à linguagem cinematográfica», o filme está a ser produzido para «despertar o interesse de um público diversificado» e «suscitar a curiosidade das pessoas para saber mais sobre a Batalha de Aljubarrota» depois do visionamento, refere a Filmes do Tejo. Daí que se tenha tentado produzir «um filme coerente com tudo o que vai estar exposto no CIBA». A adaptação do actual Museu Militar para funcionar como centro de interpretação, transformando-o num novo espaço mais funcional, com maior capacidade e melhores condições para receber os visitantes, «está em fase de conclusão», adianta Maria Antónia Amaral. O projecto, orçado em 4,2 milhões de euros, insere-se num processo de recuperação e valorização do campo de São Jorge, iniciado em 2002. Com uma área útil de 1.908 m2, o equipamento «vai estar dividido em três núcleos, dedicados ao antes, ao durante e ao depois da Batalha de Aljubarrota», mas «estão ainda a ser estudados os conteúdos», refere. O objectivo é também requalificar a paisagem exterior, aproximando-a o mais possível das características da época. O filme, que vai ser projectado no núcleo 2 do centro, começou a ser filmado em Alcochete no início do mês. As gravações terminam hoje em Montejunto, depois da equipa ter também passado pelo Castelo de São Jorge, por Alcobaça e por estúdios em Lisboa.

Mulher à frente de um exército

O documentário que reconstitui a Batalha de Aljubarrota conta com a realização de Margarida Cardoso. A realizadora nasceu em Lisboa, em 1963 e passou a infância na Beira, Moçambique, até 1976. Formada em Imagem e Comunicação, com 19 anos, começou a trabalhar em cinema. Foi assistente de realização de Manuel Costa e Silva e fez de anotadora em inúmeros filmes nacionais e estrangeiros. O seu primeiro documentário, “Natal 71”, de 2000, recebeu o prémio de Melhor Documentário nos XI Encontros Internacionais de Cinema Documental. Seguiram-se oito trabalhos nesta área, mas foi com “A Costa dos Murmúrios”, em 2005, que se estreou na ficção. Actualmente, é coordenadora e formadora do curso de realização de documentários da videoteca da Câmara Municipal de Lisboa e docente no Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Lusófona de Lisboa.

 

 

Chuvada provoca inundações por todo o distrito

A chuva e o fonte forte esta madrugada geraram algumas inundações um pouco por todo o distrito de Setúbal, sendo Almada, Moita, Montijo, Sesimbra e Setúbal os concelhos mais afectados, segundo fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS). As autarquias garantem que têm tomado medidas para prevenir as cheias, mas «apesar das limpezas regulares de colectores e sumidouros nem sempre é possível evitar algumas situações». É o caso do concelho de Setúbal, segundo explica ao “Região de Setúbal Online” fonte da autarquia. Esta manhã quem passava em frente à Escola D. Manuel Martins deparava-se com um autêntico lago que obrigava os automobilistas a algumas manobras para contornar o «obstáculo». Os setubalenses dizem que «todos os anos é a mesma coisa» e quando começa a chover mais «é o caos na cidade, com pequenas inundações um pouco por todo o lado». A autarquia sadina garante que ao longo do ano são tomadas «medidas regulares e permanentes de limpeza de colectores e sumidouros». No entanto, por muito trabalho que seja feito nesse sentido, «há sempre situação que não é possível evitar por vários motivos». Um dos principais é o facto de a cidade de Setúbal estar localizada num leito de cheias e «sempre que coincide com maré cheia há pequenas inundações ou mesmo cheias». Noutros casos, quando há muito vento, «há sempre folhas e areias que podem entupir os sumidouro», refere a mesma fonte. Ainda assim, não foi uma noite de cheias na cidade, nem em outros locais problemáticos do distrito.«Apenas algumas inundações e queda de árvores por causa do vento, mas sem quaisquer danos materiais ou vítimas», refere fonte do CDOS. O mau tempo deverá continuar, mas o CDOS garante que o distrito «não está num nível de alerta elevado». 

 

 

Autoeuropa aprova acordo laboral

Os trabalhadores da Autoeuropa aprovaram, ontem, o pré-acordo laboral para 2007. Dos 84 por cento que participaram (de um total de 2.800 trabalhadores), 61,7 por cento disseram “sim” e 36,2 por cento responderam “não”. Houve ainda 1,7 por cento de votos brancos e 0,5 nulos. António Chora, coordenador da Comissão de Trabalhadores (CT) considera que a aprovação do acordo é um sinal dado aos decisores da Volkswagen de que «devem atribuir à Autoeuropa a produção da nova Sharan». O modelo pode colmatar a folga na capacidade de produção da unidade portuguesa e permite, segundo a CT, criar mais «três mil postos de trabalho» no parque industrial da Autoeuropa. A CT partiu para as negociações com uma proposta de pagamento do trabalho extraordinário a 200 por cento mas o pré-acordo agora aprovado fixa o valor nos 100 por cento. «Isto não significa que vamos receber metade», sublinha. «Quando trabalhamos um sábado recebemos três dias e com este acordo passamos a receber dois», esclarece. A condição para a aplicação destes valores é a vinda, para Portugal, da produção da sucessora da Sharan. «Caso este produto não venha, a alínea do trabalho extraordinário caduca e aplicam-se os 200 por cento, sendo que os trabalhadores ainda serão indemnizados pelo trabalho prestado em 2007», salienta António Chora. Os representantes dos trabalhadores conseguiram o aumento salarial de 4,5 por cento que reivindicavam mas tiveram de ceder no que respeita à vigência do acordo: de um ano passa para dois. Os trabalhadores vão ainda receber um prémio de 1,2 salários ou de 1200 euros (conforme for mais vantajoso). A empresa compromete-se a não fazer despedimentos colectivos até final de 2008 e a rectificar as tabelas salariais em 1,5 por cento no final do acordo, «para que as próximas negociações se iniciem com base na nova tabela».

Fonte/Rede SemMais

 

 

Torneio Internacional de Luta Greco-Romana

A Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal, apostando na necessidade de proporcionar aos seus atletas a troca de experiência ao nível internacional, assim como a divulgação desta modalidade olímpica, realiza no dia 21 de Outubro, o Torneio Internacional de Luta Greco-Romana - “Taça A.L.A.D.S. Cidade de Montijo”. A Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal salienta que – “apostando na necessidade de proporcionar aos seus atletas a salutar e importante troca de experiência ao nível internacional para a sua desejável e natural evolução desportiva, bem como na necessária divulgação desta nobre e olímpica modalidade que são as Lutas Amadoras realiza o Torneio Internacional de Luta Greco-Romana - “Taça A.L.A.D.S. Cidade de Montijo”.” O Torneio conta com a organização da Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal e com o apoio da Federação Portuguesa de Lutas Amadoras e o alto Patrocínio da Câmara Municipal do Montijo, entre outras entidades como Governo Civil de Setúbal, Instituto Português da Juventude, Pousadas da Juventude, Região de Turismo Costa Azul, entre outras entidades publicas e privadas como Sumol, Água Serra da Estrela, O Praticante, no âmbito dos patrocínios, realizar-se-á este importante evento para a modalidade no Distrito de Setúbal. “O evento a realizar na bonita Cidade de Montijo à beira Tejo, será um marco de qualidade e de prestígio nas provas das Lutas Amadoras no Distrito de Setúbal e ao nível Nacional.” – refere a Direcção da Associação, acrescentando que – “contamos com a participação de várias Selecções vindas de Portugal e Espanha, proporcionando a presença a cerca de 100 atletas.

Fonte/Rostos

 

 

Empresa participa à Judiciária desaparecimento de José d’Orey

A empresa (ITAU) onde trabalha José Luís d’Orey participou o seu desaparecimento à Polícia Judiciária. “Confirmo que desde o passado dia 9 não temos qualquer notícia do senhor José Luís d’Orey, pelo que decidimos comunicar a situação às autoridades”, disse ao CM o empresário Joaquim Cabaço, administrador da ‘holding’ (Trivalor) à qual pertence a ITAU, empresa que vende equipamentos para restaurantes e cafetarias. Quanto à considerável soma de dinheiro que José Luís d’Orey teria em seu poder no dia em que desapareceu, Joaquim Cabaço recusou confirmar se a mencionou na participação que fez à PJ: “Sobre esse assunto não fazemos qualquer comentário.” José Luís d’Orey, que entrou para a ITAU em 2003 e era responsável pela gestão de vários refeitórios da empresa, desapareceu no dia 9 de Outubro, depois de deixar os cinco filhos numa escola em Azeitão. Na altura conduzia um monovolume Renaul Scenic, cinzento, com a matrícula 15-BG-35, que, até ontem, não tinha passado em qualquer Via Verde das auto-estradas. Também os cartões bancários que José Luís d’Orey tinha em seu poder no dia em que desapareceu não foram movimentados. Nem a PJ nem a família têm qualquer pista sobre o paradeiro do gestor de negócios. “Continuamos sem qualquer notícia desde o passado dia 9”, assegurou ontem ao CM fonte da família de José Luís d’Orey.

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 02:56 AM

Governo recua e intervém no preço da electricidade

O ministro da Economia anuncia hoje que os aumentos das electricidade para as famílias vão ser inferiores a 8%, em vez dos 15,7% propostos pela entidade reguladora do sector (ERSE). Ao que o JN apurou, a descida será ser feita com uma alteração ao diploma publicado em Fevereiro que eliminou o tecto da inflação para aumentos às famílias e estabeleceu um prazo de três a cinco anos para recuperar o défice tarifário. O prazo deverá passar para 10 anos. O diploma dos chamados custos de manutenção do equilíbrio contratual (CMEC) também vai ser alterado. O diploma determinou as compensações a atribuir às produtoras (EDP, Turbo Gás e Tejo Energia) no âmbito do Mercado Ibérico de Electricidade. Antes do mercado ser aberto, as empresas tinham a garantia de que a sua produção seria vendida à Rede Eléctrica Nacional, o que deixou de ser verdade com a liberalização. Acordaram-se, assim, compensações - aprovadas por Bruxelas - que na EDP são de 3,2 mil milhões de euros a receber, via tarifa, em 23 anos. Mexer nos CMEC, contudo, disseram ao JN fontes do mercado, poderá arranjar problemas quer com Bruxelas, quer com a EDP, que conta com esta receita. A intenção de revisão deste diploma, aliás, foi anunciada ontem pelo secretário de Estado da Inovação, no Fórum de Energia do "Diário Económico", onde reconheceu ter sido "infeliz" pela forma como afirmou que eram os consumidores quem tinha de pagar o défice do seu próprio consumo. Também ontem, Teixeira dos Santos considerou "excessivo" o aumento de 15,7%, avisando que o Governo iria intervir. A possibilidade de condicionar o aumento das tarifas foi admitida quarta-feira por Manuel Pinho, após o coro de protestos de consumidores empresas e Oposição. Segunda-feira, contudo, após a ERSE apresentar a proposta, o ministro tinha dito ao JN que, sendo a ERSE "totalmente independente", havia pouca margem para intervir. O JN contactou a ERSE, mas o seu presidente, Jorge Vasconcelos, preferiu não fazer comentários. Os responsáveis das concorrentes da EDP no mercado liberalizado discordam desta medida. Em declarações aos jornalistas, à margem do Fórum do DE, numa altura em que ainda não estava garantida a intervenção do Executivo, Ribeiro da Silva (Endesa), Fernando Pacheco (Iberdrola) e Juan Cardenete (Unión Fenosa) sublinharam que, assim, o mercado não pode funcionar. Mais cauteloso, António Mexia - que garantiu que o aumento tinha "impacto nulo" na EDP - limitou-se a dizer que com os preços a reflectir os custos "estarão criadas as condições para o mercado funcionar".

Fonte/J.N.

 

 

Governo vai fechar 22 estabelecimentos prisionais

Das 56 cadeias existentes em todo o País, 22 deverão desaparecer dentro de quatro anos, estando ainda prevista a construção de mais cinco, no âmbito do projecto de remodelação do parque prisional português, que prevê um aumento da lotação de 12.000 para 14.500 lugares. Segundo Cremilde Cruz, do gabinete de imprensa do Ministério da Justiça, citado esta sexta-feira pelo 'Público', o plano prevê, sobretudo, eliminar parte das cadeias regionais que se encontram quase totalmente ultrapassadas em termos de segurança. No âmbito desta reestruturação, a tutela garante que entre as prisões que serão desmanteladas, como Coimbra e Pinheiro da Cruz, está o Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL), cuja comercialização da área deverá suportar parte significativa dos custos do projecto, escreve o jornal.

 

 

Estado vai dar menos dinheiro a 537 freguesias e 36 municípios

Das 4.259 freguesias portuguesas 537 vão receber, em 2007, menos dinheiro do Estado, no máximo menos cinco por cento da verba que receberam este ano, especificou ontem o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita. Numa conferência de Imprensa onde foi disponibilizada uma listagem dos 308 municípios e respectivos montantes a serem transferidos pelo Estado em 2007, Eduardo Cabrita reafirmou que serão 36 as autarquias a receberem menos dinheiro, 184 não registarão alteração e 88 verão subir as verbas. Segundo os dados disponibilizados, Lisboa vai receber quase 60 milhões de euros (menos cinco por cento que este ano), seguida de Sintra que receberá 33,5 milhões (menos um por cento), Vila Nova de Gaia com 26 milhões (menos um por cento), Porto com 25 milhões (menos cinco por cento) e Guimarães e Barcelos com 23 milhões, cada, (menos 2,3 por cento). Os restantes municípios receberão menos de 20 milhões. Eduardo Cabrita referiu ainda que as freguesias afectadas situam-se, predominantemente, em zonas urbanas. E lembrou que o Governo vai assumir, no próximo ano, as despesas de transportes dos cerca de dez mil alunos do 1.º Ciclo que foram afectados pelo encerramento de 1500 estabelecimentos de ensino.

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 02:55 AM

outubro 20, 2006

Montijenses cada vez mais discriminados

   

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Decidimos ir de Barco do Montijo para Lisboa (Cais do Sodré) e, sinceramente deparamo-nos com situações inacreditáveis. Começamos por falar sobre os próprios barcos que fazem a viagem Montijo/Lisboa. É que comparando com os restantes barcos que fazem a travessia no Tejo, os que fazem a travessia Montijo/Lisboa são de longe os que menos condições oferecem. Para se comparar esta situação basta viajar até Cacilhas e veremos as diferenças mais que óbvias. Depois de uma viagem que, supostamente seria de 20 minutos mas que, levou mais de 30 minutos, fizemos a viagem inversa «Lisboa/Montijo» aí as coisa não podiam ter sido piores, ou seja, foram detectadas várias coisas curiosas e de uma gravidade atroz. Se não vejamos: Quem vem de Lisboa para Montijo, é completamente preso, ou seja, depois de entrar no Cais de embarque (ver fotos) não poderá mais sair do Cais, mesmo que tenha necessidades fisiológicas, sede ou outras. Isto para dizer que, cada vez mais é visível que os Montijenses estão a ser marginalizados pela própria Transtejo. Mas uma vez mais, ninguém contesta esta situação no mínimo curiosa e de tratamento diferenciado com as outras populações. Mais uma vez o povo vê passar a carroça de braços cruzados. Tal comportamento é simplesmente curioso para quem tem direitos adquiridos, mas prefere ignorar porque não se dá ao trabalho de lutar pelos seus interesses. A Transtejo agradece calorosamente tal comportamento deste povo.

Por Vergonha

Publicado por VERGONHA em 01:45 AM

Administração do hospital contra fecho da urgência

Serafim Machado, presidente da administração do Hospital Distrital de Montijo, admitiu ontem, pela primeira vez, que o encerramento do serviço de urgências daquela unidade "pode ser um erro". Uma posição que contraria aquela até agora assumida pelos responsáveis da estrutura, que, mesmo aquando da concentração de utentes na última semana em protesto contra o fecho do serviço, se limitaram a manifestar confiança nos técnicos que estão a fazer o estudo sobre a reorganização das urgências hospitalares. Durante a conversa que manteve com os deputados do Bloco de Esquerda, Mariana Aiveca e João Semedo, que ontem visitaram a unidade de saúde, Serafim Machado explicou que os utentes atendidos no Montijo não estão a 30 minutos de outro hospital. "Se tivermos em conta que numa situação de emergência a ambulância tem de circular a 60 quilómetros/hora, um doente não chega ao Barreiro nesse tempo, muito menos a Almada", afirmou, dando como exemplo dois casos graves de embolia, ocorridos na última semana, e que, garantiu "teriam sido fatais se não houvesse serviço de urgência no Montijo". Para Serafim Machado, a questão poderia ser minimizada se os centros de saúde locais tivessem atendimento permanente e capacidade para receber os cerca de 140 doentes que diariamente procuram as urgências do Montijo. "Mas a nossa realidade é que os centros trabalham até às 20 horas, não fazem atendimento ao fim-de-semana e não têm condições para receber as nossas urgências", destacou. No final da visita, João Semedo, deputado do BE responsável pela área da saúde, garantiu que esta iniciativa surge com o objectivo de contribuir positivamente para o debate público sobre a rede pública de urgências.

Fonte/J.N.

 

 

Autoeuropa: Trabalhadores aprovaram pré-acordo laboral

Os trabalhadores da fábrica de automóveis Autoeuropa, em Palmela, aprovaram, quarta-feira, com 62,2% dos votos favoráveis, o pré-acordo estabelecido a semana passada com a administração da empresa, disse à Lusa fonte sindical. «Trata-se de um acordo muito importante porque vai criar condições para a vinda de um novo veículo (o sucessor da Volkswagen Sharan), viabilizando a continuidade da fábrica por mais dez anos e a criação de mais 3.000 postos de trabalho», disse o coordenador da Comissão de Trabalhadores, António Chora. «Agora esperamos que a Volkswagen anuncie rapidamente a vinda do novo veículo para a fábrica de Palmela», acrescentou o representante dos trabalhadores da Autoeuropa. O novo acordo laboral, que prevê um aumento salarial de 4,5% para os próximos dois anos e o pagamento de um prémio de 1.200 euros ou de 1,2 salários a cada trabalhador (consoante a opção mais favorável para o trabalhador) no próximo mês de Novembro, foi aprovado com 1.473 votos favoráveis (62,2 por cento), 864 votos contra, 21 brancos (0,9 por cento) e 11 nulos (0,5 por cento). Por outro lado, prevê uma redução do valor pago pelo trabalho extraordinário de 200 para 100%, uma das contrapartidas dadas pelos trabalhadores para garantirem a vinda de novos produtos para a Autoeuropa.

Fonte/D.D.-LUSA

 

 

Montijo Recebe a tradicional “Extreme Trial 2006”

No dia 21 de Outubro realiza-se, na Barragem de Pegões, o Extreme Trial 2006, uma das mais antigas e tradicionais manifestações do Trial 4x4 em Portugal. Um evento organizado pela Associação dos Amigos do Campo da Aventura em parceria com a Rotas e Sistemas e a Federação Portuguesa de Todo-o-Terreno (FPTT). A organização optou por manter o evento na tradicional pista da Barragem de Pegões, embora com novo traçado e novos desafios. O Trial 4x4 conta com os melhores protótipos de trial do mundo. Serão cinco pistas semi-naturais, em terra, que preencherão o dia, das 10h00 às 18h00, sem dar tréguas às equipas. Os obstáculos são compostos por cruzamentos de eixo, lama, pendentes acentuadas, construção de ponte, entre outros. A edição do presente ano, a contar para o apuramento do CNTA (Campeonato Nacional de Trial Aventura - RTP) prevê, uma vez mais, abrir a porta a novas equipas que se queiram estrear na modalidade. Haverá um prémio Outsider, destinado às equipas estreantes ou que não tenham participado em mais do que duas provas do CNTA 2006. O Extreme Trial 2006 está aberto, como é tradição, a todos os adeptos da modalidade. Basta que tenham uma viatura minimamente preparada. As pistas manterão o habitual grau elevado de dificuldade estratégica e espectáculo, sem recorrer a obstáculos considerados perigosos. Os visitantes terão, ainda, a oportunidade de ver de perto a preparação destes protótipos e trocar experiências com os membros das equipas. No recinto da Barragem de Pegões estará montado um serviço de bar e catering. O programa social será na zona das pistas. A Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões continua a ser o Patrocinador Principal do Extreme Trial que conta, também, com o apoio da Câmara Municipal de Montijo e das Juntas de Freguesia de Canha, St.º Isidro e Pegões. A entrada é grátis.

Fonte/Rostos

 

 

Elisabete apresentou camião

Elisabete Jacinto apresentou ontem em Belém o camião com o qual vai participar em mais uma edição do Lisboa-Dakar. A portuguesa aposta numa posição entre os 15 primeiros, gorada que foi a possibilidade de haver uma classificação distinta para os camiões de produção onde o MAN 2000 se enquadra. Esta vai ser a quinta aventura de Jacinto na mais importante prova de todo-o-terreno que se inicia no próximo mês de Janeiro.

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 01:38 AM

Consumidores culpados

O secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, Castro Guerra, atribui a culpa do aumento de 15,7 por cento dos preços da electricidade para consumo doméstico, no próximo ano, aos consumidores. “São os consumidores que devem este dinheiro. Não é mais ninguém”, afirmou Castro Guerra em declarações à TSF, justificando que até este ano a lei impedia uma actualização de preços acima da inflação, o que criou um défice tarifário que “só pode ser imputado ao consumidor que esteve anos a pagar menos do que devia”. As afirmações do secretário de Estado indignaram as associações de consumidores e os partidos políticos. O líder da bancada social-democrata, Luís Marques Guedes, pediu mesmo a realização de um debate de urgência na Assembleia da República para que a questão fique explicada. “Aquelas declarações são um insulto para os consumidores”, considerou Marques Guedes, para quem “só falta dizer que os consumidores agora têm de devolver o dinheiro que não pagaram ao longo dos últimos anos”. “Só falta dizer que os consumidores são uns ladrões”, rematou o deputado. Os socialistas aceitaram debater os aumentos anunciados na segunda-feira passada pela Entidade Reguladora do Sector Eléctrico (ERSE). A Deco repudiou, também as declarações de Castro Guerra, sublinhando que o governante está mal informado. O jurista Luís Salvador Pisco esclareceu que “a culpa não é do consumidor; a culpa do défice tarifário é do Estado porque não interveio quando devia ou interveio de forma deficitária”. O mal-estar causado pelas afirmações de Castro Guerra levaram o ministro da Economia, Manuel Pinho, a esclarecer que “o Governo está a estudar o atenuamento do preço da electricidade de forma a minimizar os custos para os consumidores domésticos”. O responsável pelo ministério que tutela a energia sublinhou, porém, que a ERSE é uma entidade independente que pode determinar os preços que considerar serem justos.

PERFIL

António José de Castro Guerra nasceu a 4 de Fevereiro de 1953 e possui um doutoramento em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, onde é professor associado. Antes de entrar para o Governo ocupou vários cargos em diversas empresas, dos quais se destaca o de administrador da Brisa. Foi consultor de empresas e é autor de mais de duas dezenas de títulos sobre a realidade das empresas e da indústria portuguesa.

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 01:37 AM

Apple apresentou hoje em Portugal o iPod shuffle

O mais pequeno iPod da Apple, com 1,27 cm³ e 14 gramas, foi hoje apresentado em Lisboa. «O iPod shuffle armazena até 240 músicas e vai custar 82 euros», explicou o responsável da Apple, Mike Paulews que revelou ainda as novidades nos modelos nano. «O iPod shuffle tem uma linha de comandos igual ao iPod nano, transmite música de forma aleatória e traz uma mola que permite prendê-lo ao bolso das calças ou da camisa», disse Paulews. A empresa apresentou ainda o novo iPod nano, «que tem uma bateria com capacidade de utilização até 24 horas, está mais fino, tem novas cores e traz novos auriculares, mais finos e com melhor reprodução». Apple trouxe ainda a Lisboa o iPod Red. «Um leitor com todas as funcionalidades nano, mas com uma forte componente de esperança, pois 10% do valor reverte a favor da luta contra a SIDA em África». A música da Apple associa-se agora à marca de produtos para desporto Nike através de uma parceria que criou o pacote «nike+ipod sport kit, que traz um pequeno chip colocado na sola dos ténis, e um adaptador para o iPod. Depois quando começa o exercício, o consumidor sabe a velocidade a que vai e as calorias que gasta», explica Paulews. O vídeo no iPod é a última novidade, pois o «iPod da Apple pode agora ter não só a música, mas filmes e os mais conhecidos jogos como bubble, tetris e mini-golf. O modelo de vídeo está disponível em 30GB a 290 euros e 80GB com um custo de 395 euros». Músicas, filmes e jogos estão disponíveis para download na loja online da Apple, em www.itunes.com.

 

 

Versão final do Internet Explorer 7 disponível para download

A versão final do Internet Explorer 7, da Microsoft, já está disponível para download, 18 meses depois de Bill Gates ter anunciado pela primeira vez que iria renovar o navegador. As principais novidades prendem-se com a navegabilidade pelos sites, através de uma nova forma de «favoritos». Destaque também para o reforço da segurança. O IE7 oferece, por exemplo, um sistema de protecção «antiphishing». Após meses de testes, o lançamento desta versão definitiva acontece a poucos meses de sair o Windows Vista para empresas – para utilizadores domésticos será lançado em finais de Janeiro

Fonte/D.D.

Publicado por VERGONHA em 01:36 AM

outubro 19, 2006

Greve “pára” escolas no distrito

O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) assegura que a greve nacional de dois dias que começou hoje é «a maior em termos de adesão desde 1989». De acordo com a coordenadora do distrito de Setúbal, Felizarda Barradas, «entre 85 e 90 por cento dos professores e educadores do distrito aderiram hoje de manhã à greve, o que provocou o encerramento de várias escolas». Os docentes, que estão contra a proposta do Ministério da Educação de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), estão a revelar um «grande descontentamento face à arrogância do Ministério da Educação». «Em quase todos os concelhos do distrito de Setúbal há escolas e jardins de infância encerrados por falta de professores e educadores que aderiram ao protesto. Há mesmo escolas onde a adesão é de 100 por cento». De acordo com as previsões dos sindicatos, a percentagem de adesão deve mesmo aumentar até ao final do dia. No entanto, como já é habitual os dados dos sindicatos não coincidem com os do Governo, já que segundo a Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL) nacional, de acordo com dados dos sindicatos, enquanto o Ministério da Educação aponta para uma adesão de 53 por cento. De acordo com a DREL, o protesto levou ao encerramento de 23 por cento dos estabelecimentos de ensino nos 51 concelhos abrangidos. Quanto às escolas do Litoral Alentejano, a Direcção de Educação do Alentejo ainda não possui dados concretos sobre a adesão à greve. A greve nacional foi decretada conjuntamente pelos 14 sindicatos do sector no passado dia 5 de Outubro, Dia Mundial do Professor, durante a marcha nacional de protesto, que reuniu em Lisboa mais de 20 mil docentes. Esta é a segunda paralisação nacional convocada para contestar a proposta do ECD. No dia 14 de Junho, a greve então realizada registou uma adesão de 70 a 80 por cento, de acordo com números dos sindicatos, e inferior a 30 por cento, segundo o Ministério da Educação. Em causa nestes protestos estão propostas como a divisão da carreira em duas categorias (professor e professor titular), a imposição de quotas para aceder à mais elevada e o modelo de avaliação de desempenho que inclui critérios como a apreciação dos pais e as taxas de abandono e insucesso escolar dos alunos.

Fonte/Rede SemMais

 

 

Distrito de Setúbal perde 32% do PIDDAC

Segundo revela o jornal “Público” na sua edição de hoje, o investimento em PIDDAC cai, no próximo ano, 32% em Lisboa e Setúbal. De acordo com a mesma fonte, no concelho do Barreiro, em 2007, o investimento em PIDDAC cai 57%, em relação ao ano 2006. Segundo a notícia dom jornal “Público” os investimentos da Administração Central nos distritos de Lisboa e Setúbal, no próximo ano, será de menos 315 milhões de euros, comparativamente ao ano 2006. Refere-se que a redução do investimento deve-se “a uma acentuada descida dos grandes projectos que se estendem pelos territórios de vários concelhos e não aos projectos concelhios, que em alguns municípios vêm as suas dotações aumentadas”. Nos investimentos perspectivados para a margem sul, segundo o “Público”, Almada leva 1.9 milhões para a Escola Secundária Romeu Correia, o Barreiro disporá de dois milhões para a Escola Superior de Tecnologia e Palmela receberá 1.5 milhões para EB 2.3 do Poceirão. São igualmente referidos 3.6 milhões para a estabilização das encostas do Portinho da Arrábida. Refere a noticia que entre os investimentos comuns a vários concelhos, na zona norte do distrito de Setúbal, o PIDDAC define 44 milhões destinados ao Eixo Ferroviário Norte-Sul e 31.1 milhões para o Metro Sul do Tejo.

Principais concelhos do Distrito de Setúbal

Almada

2006 – 9.9 milhões de euros

2007 – 5.7 milhões de euros

Variação – (- 42%)

 

Barreiro

2006 – 8.1 milhões de euros

2007 – 3.5 milhões de euros

Variação – ( - 57%)

 

Palmela

2006 – 5.4 milhões de euros

2007 – 5.3 milhões de euros

Variação - + 1.8 %

 

Sesimbra

2006 – 4.8 milhões de euros

2007 – 2.4 milhões de euros

Variação – ( - 49.8%)

 

Setúbal

2006 – 3 milhões de euros

2007 – 3.1 milhões de euros

Variação - + 2.6 %

 

 

Concertos Pedagógicos na descoberta dos segredos da música

Os Concertos Pedagógicos têm a duração 1 hora 15 minutos com intervalo, e são uma iniciativa dirigida a todas as famílias. Segundo o coordenador António Ferreira, os concertos visam: "explicar a razão de ser e os segredos de uma obra ou de um compositor". Ouvir música, saber a origem, quem é o compositor. "Estes, entre outros aspectos, vão permitir ao público uma maior contextualização da obra." Os Concertos Pedagógicos são realizados em parceria com a Artemrede, e serão realizados em vários municípios, num total de 35 concertos, a realizar entre Outubro de 2006 e Maio de 2007. A Coordenação dos “Concertos Pedagógicos” é da responsabilidade de António Ferreira, sendo esta iniciativa dirigida a diferentes públicos alvo. Os Concertos têm a duração 1 hora 15 minutos com intervalo. Como referimos , está é uma iniciativa dirigida a todas as famílias. Segundo o seu coordenador e comentador, António Ferreira, os concertos visam: "explicar a razão de ser e os segredos de uma obra ou de um compositor". Ouvir música, saber a origem, quem é o compositor. "Estes, entre outros aspectos, vão permitir ao público uma maior contextualização da obra."

UM VIOLINO PORTUGUÊS

Violino Tiago Neto

Piano João Aboim

Comentários António Ferreira

 

Barreiro

Quarta, 18 Out. | 15h00

Auditório Municipal Augusto Cabrita

 

Montijo

Sexta, 3 Nov. | 21h30

Cinema-Teatro Joaquim d´ Almeida

 

O PIANO ROMÂNTICO

Piano Paulo Pacheco

Piano e comentários António Ferreira

 

Barreiro

Quarta, 15 Nov. | 15h00

Auditório Municipal Augusto Cabrita

 

DE SCHUBERT A COLE PORTER

Barítono Rui Baeta

Piano João Vasco Almeida

Comentários António Ferreira

 

Montijo

Quinta, 7 Dez | 21h30

Cinema-Teatro Joaquim d´ Almeida

Fonte/Rostos

 

 

PJ continua sem pistas sobre o paradeiro de José d’Orey

Segundo fonte do gabinete de imprensa, a Polícia Judiciária (PJ) “não tem novas informações” sobre o paradeiro do empresário José Albuquerque D’Orey, residente em Azeitão, desaparecido desde a semana passada. Fontes policiais revelam que é possível que José D’Orey transportasse no seu Renault Scenic, cinzento-escuro, uma “considerável” soma de dinheiro da empresa, não estando posta de parte a “hipótese de rapto”, apesar de não ter havido qualquer pedido de resgate. Segundo apurou a PJ, naquela manhã de dia 9 “ninguém se cruzou com o homem de 1,83 metros e com alguns cabelos grisalhos”. A viatura em que seguia, com a matrícula 15-BG-35, parece igualmente ter-se evaporado, pois, até ao momento não há qualquer registo de pagamentos em portagens. Entretanto, a secção de desaparecidos da PJ prossegue as investigações e já lançou um apelo através de um comunicado na página da Internet da instituição, para tentar localizar o empresário José Albuquerque D´Orey, residente na Aldeia da Piedade em Azeitão, desaparecido desde a passada segunda-feira, dia 9 de Outubro. O empresário de 47 anos foi visto pela última vez às 8h00 de segunda-feira, quando deixou os cinco filhos à porta do colégio, em Azeitão. José D’Orey desapareceu quando ia para uma reunião de trabalho, marcada para as nove horas na sede do ITAU, empresa de restauração onde era colaborador. No entanto, nunca chegou a aparecer nos escritórios da Av. da República. O alerta foi dado à família pelos colegas de trabalho, que estranhando a sua ausência ligaram para a sua residência. A família tentou desde logo localizar o empresário, no entanto, sem sucesso.

Fonte/setubalnarede.pt

Publicado por VERGONHA em 01:33 AM

MONTIJO, A SINTRIZAÇÃO DA MARGEM SUL

Era suposto não repetir com a ponte Vasco da Gama o fenómeno Ponte 25 de Abril, se bem que o construído no arrastamento imediato criado por esta infra-estrutura (anos 70- apontados como a causa do grande caos urbanístico de hoje) seja hoje quase irrisório face ao construído nos anos 80/90 e nestes primeiros anos do século XXI.

No entanto esse esforço de contenção está hoje, ao que se pode assistir em Alcochete e Montijo, perfeitamente entregues à pato-bravice , não se vislumbra qualquer planeamento digno desse nome, é um repetir continuo em solo virgem, dos mesmos modelos de blocos de apartamentos e de sucessivas rotundas, qualquer uma delas pior que a anterior, são de ir às lágrimas os repuxos e outra "estatuária" a par das muito em voga "oliveiras do Alqueva" agora transplantadas para aqueles círculos no meio do betão e do alcatrão.

O caso mais grave é sem dúvida o Montijo onde os blocos de betão invadem literalmente o espaço rural, no meio de campos de cebolas ou batatais lá aparece mais uma urbanização, mais um mamarracho, mais uma rotunda. É inacreditável! Nada se aprendeu com os erros de Almada e do Seixal nem mesmo em Almada e no Seixal verdade seja dita!

BLOG   a-sul 

 

 

Alcochete no PIDDAC

As únicas referências a Alcochete no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central para 2007, anexo à proposta de orçamento do Estado, são as constantes da pág. 354 deste documento.A maior parte do descrito refere-se a compromissos de comparticipação vindos de anos anteriores: construção da biblioteca pública (134.554€), pavilhão desportivo da escola D. Manuel I (5.000€), rotunda junto à academia do Sporting (17.540€) e parque escolar (7.726€).No actual mandato, o executivo municipal apenas obteve uma comparticipação simbólica de 3.558€ para a remodelação da Rua do Norte, em Alcochete. Na melhor das hipóteses, com esta verba compra-se meio camião de pedra. Também na pág. 5 deste mapa fica a saber-se que as transferências do Estado para o município, respeitantes a participação nos impostos, ascenderão a 2.858.399€. Este valor é o mesmo de 2006. Quanto às freguesias, neste documento fica a saber-se que a de Alcochete receberá do Estado 137.392€, a de São Francisco 23.805€ e a de Samouco 35.224€. Li no programa eleitoral da CDU que os orçamentos municipais passariam a ser elaborados com a participação dos munícipes. Seguramente li isto: "orçamento participativo, como o instrumento estratégico para a participação alargada dos cidadãos na gestão do município, apostando na transparência e proximidade da Administração Pública em relação aos cidadãos e no aprofundamento da democracia e da cidadania". Tal como também li isto: "O orçamento participativo é uma iniciativa que visa permitir a participação dos cidadãos na definição das prioridades das Grandes Opções do Plano e Orçamento (GOP’s) da Câmara Municipal e Juntas de Freguesia. As GOP’s é um instrumento estratégico e determinante da acção do município, no qual se enquadram todas as receitas e despesas das autarquias". Ainda bem que o prometeram, pois de outro modo jamais se saberia que utilização será dada a mais de 570 mil contos que aterrarão no Largo de São João procedentes da gaveta dos impostos que pagamos ao Terreiro do Paço!

Por Fonseca Bastos  (colunistas no BLOG Praia dos Moinhos)

 

Pode ser legal mas... (2)

Clique na imagem

Acabei, enfim, por encontrar aqui a actual tabela de taxas cobradas aos utentes da piscina municipal, assunto abordado neste texto precedente (abrir hiperligação no topo, intitulada «Taxas). Apresento na imagem acima (click sobre ela para ver ampliação legível) a comparação entre os valores actuais e os novos propostos pela câmara. Num país onde a inflação ronda 2,7% e os aumentos dos funcionários públicos são o que se sabe (1,5% para 2007), deploro o facto do município de Alcochete pretender introduzir aumentos gerais de 5% a 7,5%. E há alguns aumentos bem superiores: da taxa de reinscrição, 12,6%; da emissão de 2.ª via de cartão, 53,8%; de talão descartável, 20%. Reli as propostas e não encontrei qualquer justificação dos aumentos. Esquecimento?
Da página do sítio da câmara onde localizei as actuais taxas da piscina consta ainda o seguinte acerca da afluência: "Na época 2004/2005, o número de utentes da Piscina Municipal quase triplicou relativamente à época 2001/2002. De 404 utentes, em 2001, a Piscina Municipal passou a receber 1.131, em 2004". Isto não é estatística, porque nada nos diz sobre o tipo de utilizadores.

Por Fonseca Bastos  (colunistas no BLOG Praia dos Moinhos)

 

 

Alto capital e totalitarismos

Depois do comunismo aparece o fascismo para combater aquele sistema político.Entre o Ancien Régime e o fascismo não será impossível estabelecer uma ponte: no primeiro havia um elo entre o rei e o súbdito; no segundo o elo é entre o Estado e o capital. Claro que não eram os conservadores que apoiavam o fascismo porque este é historicamente revolucionário, embora na perspectiva dos comunistas fosse reaccionário.Também o fascismo não era apoiado pelo capitalismo liberal porque para este quanto menos Estado melhor.Sedento pelo controlo de novos mercados, era o alto capital que apoiava o fascismo.O grande inimigo do comunismo é o capitalismo normalizado pelas leis do livre-mercado. No fundo, a luta dos comunistas contra os fascistas é a luta contra o mundo conservador e liberal que crê nas virtualidades do mercado. O alto capital, esse, cada vez mais foi descobrindo que a igualdade comunista lhe dava garantias muito maiores para o controlo dos mercados mundiais do que o fascismo, razão por que este passa a museu da História.

Por João Marafuga  (colunistas no BLOG Praia dos Moinhos)

Publicado por VERGONHA em 01:31 AM

Apple distribui iPod Video com vírus de Windows

Alguns leitores da linha iPod Vídeo, da Apple, lançados em Setembro continham o vírus RavMonE.exe, uma praga conhecida por afectar o sistema operativo da Micrososft. A fabricante norte-americana ainda não adiantou o número exacto de aparelhos que contêm a desagradável surpresa, mas afirma que são menos de 1% dos modelos distribuídos. «Até agora tivemos 25 ocorrências», informou o vice-presidente de marketing mundial da Apple, Greg Joswiak. A empresa recomenda que o utilizador accione o antivírus ao ligar o seu iPod Vídeo ao computador e então restaure as funções do aparelho, usando o iTunes 7. A praga não afecta o sistema operativo da Macintosh, da Apple, mas infecta Macs que trabalham com o Windows.

Fonte/D.D.

Publicado por VERGONHA em 01:30 AM

outubro 18, 2006

Encerramento Urgência Hospital do Montijo

A Deputada Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista “Os Verdes” na Assembleia da República apresentou um requerimento questionando o Governo se tenciona encerrar o Serviço de Urgências do Hospital do Montijo, sendo este um serviço “que atende uma média de 130 casos/dia, mais de 46.500 utentes/ano”. Interroga Heloísa Apolónia se “concebe o Governo estrangular mais o Hospital do Barreiro e o Hospital de Almada, com um hipotético encerramento do Hospital do Montijo?” No seu requerimento apresentado na Assembleia da República, a deputada de “os Verdes” sublinha que - está em discussão pública a “Proposta de Rede de Urgência” elaborada pela Comissão, criada pelo Governo, de apoio ao processo de requalificação das urgências, a nível nacional. Foi com estupefacção que, nesse documento, encontrámos a proposta de encerramento do serviço de urgências do hospital do Montijo. O hospital do Montijo serve mais de 60.000 pessoas, o que é um número bem revelador da importância que esta unidade hospitalar presta através dos seus diferentes serviços, incluindo o de urgências. O Montijo não é servido por qualquer Serviço de Atendimento Permanente em centros de saúde. Mas no caso de se estar a preparar uma “troca” de serviços de urgência, também importa referir que um serviço de urgência hospitalar difere muito de um serviço de urgência em redes primárias de saúde, pela sua capacidade de atender a situações de emergência. Por isso, a sua resposta não se compara com a que pode ser prestada, em troca, por qualquer serviço de atendimento permanente num centro de saúde. Segundo Heloísa Apolónia – “Mais, importa referir que, com dinheiros públicos, o serviço de urgências do hospital do Montijo, foi sujeito a uma requalificação, nos anos de 2001 e 2002. Supostamente esta requalificação destinava-se a melhorar o serviço de urgências e não a promover o seu encerramento. É, então, também, de boa aplicação de dinheiro dos contribuintes que estamos a tratar. etermina ainda o estudo acima citado, que os casos de urgência atendidos actualmente no hospital do Montijo (cerca de 130 casos/dia), passem a ser encaminhados para o Barreiro ou para Almada. Ora, sabendo do estado de super-lotação em que se encontram já hoje estas duas unidades hospitalares, com maior evidência no hospital Garcia de Orta, como é possível permitir aí uma maior centralização de serviços, que só vai levar a um maior estrangulamento dessas urgências, com claros reflexos num pior serviço de saúde para as populações e na degradação das condições de trabalho dos profissionais de saúde que aí prestam funções diariamente, em condições por vezes lamentáveis! Mais se recorda, que a decisão de construir um novo hospital no Seixal foi tomada justamente tendo em conta a situação de estrangulamento do hospital de Almada.

Neste contexto a deputada de “Os Verdes”, em requerimento, solicita ao Ministério da Saúde que preste os seguintes esclarecimentos:

1. Tem o Governo intenção de encerrar as urgências do hospital do Montijo?

2. Um serviço de urgência que atende uma média de 130 casos/dia, mais de 46.500 utentes/ano, é para o Governo um serviço dispensável?

3. Concebe o Governo estrangular mais o Hospital do Barreiro e o Hospital de Almada, com um hipotético encerramento do Hospital do Montijo? 

4. Qual foi o valor exacto que foi dispendido na requalificação do serviço de urgências do hospital do Montijo nos anos 2001 e 2002?

 

 

Torneio Internacional de Luta Greco-Romana

A Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal, apostando na necessidade de proporcionar aos seus atletas a troca de experiência ao nível internacional, assim como a divulgação desta modalidade olímpica, realiza no dia 21 de Outubro, o Torneio Internacional de Luta Greco-Romana - “Taça A.L.A.D.S. Cidade de Montijo”. A Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal salienta que – “apostando na necessidade de proporcionar aos seus atletas a salutar e importante troca de experiência ao nível internacional para a sua desejável e natural evolução desportiva, bem como na necessária divulgação desta nobre e olímpica modalidade que são as Lutas Amadoras realiza o Torneio Internacional de Luta Greco-Romana - “Taça A.L.A.D.S. Cidade de Montijo”.” O Torneio conta com a organização da Associação de Lutas Amadoras do Distrito de Setúbal e com o apoio da Federação Portuguesa de Lutas Amadoras e o alto Patrocínio da Câmara Municipal do Montijo, entre outras entidades como Governo Civil de Setúbal, Instituto Português da Juventude, Pousadas da Juventude, Região de Turismo Costa Azul, entre outras entidades publicas e privadas como Sumol, Água Serra da Estrela, O Praticante, no âmbito dos patrocínios, realizar-se-á este importante evento para a modalidade no Distrito de Setúbal. “O evento a realizar na bonita Cidade de Montijo à beira Tejo, será um marco de qualidade e de prestígio nas provas das Lutas Amadoras no Distrito de Setúbal e ao nível Nacional.” – refere a Direcção da Associação, acrescentando que – “contamos com a participação de várias Selecções vindas de Portugal e Espanha, proporcionando a presença a cerca de 100 atletas.

 

 

Mostra de Projectos Musicais de Jovens Montijenses

A Câmara Municipal de Montijo, através do Gabinete da Juventude, realiza no dia 20 de Outubro, a partir das 21 horas, na Casa Senhorial da Quinta do Saldanha, a Mostra de Projectos Musicais de Jovens Montijenses. A iniciativa pretende promover e divulgar os trabalhos dos jovens artistas montijenses. Ouvir a sua música, ver os seus vídeos e conhecer pessoalmente os artistas, é a proposta do Gabinete da Juventude. A Mostra de Projecto Musicais de Jovens Montijenses funcionará, ainda, como um espaço de debate e de troca de experiências em prol de um Montijo mais cultural. Uma das bandas já confirmadas são os Roylistick, que irão apresentar o seu novo trabalho “Visão Periférica”. Os artistas interessados em participar podem inscrever-se até 18 de Outubro (quarta-feira), através do telefone 212327868. Para mais informações contactar o Gabinete da Juventude, através dos telefones 212327867/68, do e-mail cmm.juventude@clix.pt ou na Quinta do Saldanha, de segunda a sexta-feira das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

 

 

Reunião Pública na freguesia de S. Francisco

A reunião pública descentralizada da Câmara Municipal de Alcochete realiza-se na quarta-feira, dia 18, às 17h30m, na Sala de Sessões da Junta de Freguesia de S. Francisco. A Câmara Municipal de Alcochete informa-nos que “deliberou, no início do actual mandato, criar novos mecanismos que permitam uma maior proximidade aos munícipes e garantam o melhor acesso à informação municipal, proporcionando, deste modo, uma participação mais efectiva na vida do município.” Neste contexto o executivo municipal inicia, logo pela manhã, o contacto com a população de S. Francisco, no decorrer do périplo pela Freguesia os autarcas tomarão conhecimento das obras realizadas, e a realizar. Durante a tarde, entre as 15 e as 17 horas, a Câmara Municipal de Alcochete procederá ao atendimento dos munícipes, na sede da Junta de Freguesia. A reunião pública descentralizada da câmara realiza-se a partir das 17, 30 horas.

Fonte/Rostos

 

 

Centenas concentraram-se no Montijo contra o fecho das urgências

Cerca de 500 pessoas participaram sexta-feira numa concentração junto ao hospital do Montijo em protesto contra o encerramento das urgências desta unidade, anunciado no início do mês pelo Governo. Uma atitude que, a ser concretizada, “é a machadada final e é a sequência para o encerramento do hospital”, criticou Celina Figueiredo, da Comissão de Utentes da Saúde de Montijo/Alcochete, que organizou a concentração. Envergando panos e plásticos negros, a população reivindicou a demissão do Ministro da Saúde e aprovou uma moção a ser enviada ao Governo e à direcção do hospital. “Se as urgências fecharem o que será de nós?”, questiona Francelina Cardoso, de 83 anos, que não quis deixar de participar no protesto. Francelina vive junto ao hospital e não entende porque querem fechar as urgências do Montijo, queixando-se que o Barreiro, que passariam a ser as urgências mais próximas para esta população, “fica muito longe”, sobretudo para quem não tem carro, como é o seu caso. Os manifestantes, idosos e jovens, exibiam cartazes lembrando que ‘A Saúde é um direito’ e que ‘Com a saúde não se brinca’. Um protesto que contou também com a participação dos Bombeiros Voluntários do Montijo, que dificilmente terão capacidade de resposta para os cerca de 60 mil habitantes do município que deixarão de ter urgências, tendo de se deslocar ao Barreiro, Almada ou Setúbal. Comissão e população não entendem porque motivo se querem encerrar urgências que sofreram obras há dois anos, que têm em média “130 utentes por dia” e que estão num concelho “em claro crescimento populacional”, questionando ainda “o que acontecerá em caso de acidente na Ponte Vasco da Gama”, frisa Celina Figueiredo. Prometem por isso continuar a lutar e, se for necessário, “cortar estradas ou até a ponte”.

Fonte/setubalnarede:pt

 

 

P R O C U R A - S E

PJ pede ajuda para localizar empresário desaparecido

A Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal está a pedir colaboração para localizar o empresário José Albuquerque D´Orey, desaparecido desde a passada segunda-feira, dia 9 de Outubro. Residente em Azeitão, o empresário de 47 anos foi visto pela última vez às 8h00 de segunda-feira, quando deixou os cinco filhos à porta do colégio, e não dá notícias desde então. José Luís Albuquerque D´Orey despediu-se da mulher na segunda-feira de manhã e, como era hábito, chegou às 08h00 ao colégio dos filhos ao volante da sua Renault Scenic cinzenta. Às 9h00 tinha de estar em Lisboa, pois era esperado numa reunião na ITAU, uma empresa de equipamentos de hotelaria, da qual era representante. No entanto, nunca chegou a essa reunião e só quando os colegas de trabalho lhe ligaram para casa, ao início da tarde, é que a mulher tomou conhecimento do desaparecimento do marido. Segundo fontes policiais, José Luís D´Orey transportava no carro uma “considerável” quantia em dinheiro. A família D´Orey é muito conhecida na Aldeia da Piedade, povoação próxima da herdade da família, na Arrábida. Naquela manhã, ninguém reparou nele, a não ser os funcionários do colégio onde deixou os filhos. A PJ já terá concluído que não existe até hoje qualquer registo de pagamento de portagens com aquela viatura. Até hoje, nem o empresário nem a sua viatura foram encontrados, pelo que, no seu site na Internet, a PJ já colocou um pedido de ajuda para localizar José D´Orey. As investigações prosseguem e não está posta de parte a hipótese de rapto.

Fonte/Rede SemMais

 

 

José Luís d’Orey aflito com dívidas

José Luís d’Orey, o agente comercial desaparecido desde o passado dia 9, terá contactado um amigo a quem confidenciou que saiu de casa devido a problemas financeiros. No dia em que desapareceu, d’Orey transportava no carro que conduzia habitualmente – um monovolume Renault Scenic cinzento, com a matrícula 15-BG-35 – uma considerável quantia em dinheiro, que devia ter entregue na ITAU, empresa que vende equipamentos para restaurantes e hotelaria de que ele era agente comercial. José Luís Albuquerque d’Orey, de 48 anos, segundo fonte próxima da família, lamentava frequentemente aos familiares a difícil situação financeira que vivia. O irmão, Rui d’Orey, contactado ontem pelo CM, disse que a família continua sem saber nada dele: “Peço ao meu irmão para me ligar a mim ou a alguém da família. Estamos todos angustiados e a passar momentos muito complicados.” Rui renova o apelo que ontem deixou nas páginas do CM. “José Luís diz-nos alguma coisa. Precisamos de saber se estás bem ou não.” Rui d’Orey confirmou ao CM que durante a semana em que esteve incontactável, o irmão não usou qualquer cartão bancário, não passou pela Via Verde das auto-estradas nem contactou familiares ou quem quer que fosse da empresa onde trabalhava.

ARMAS E PASSAPORTE

Em casa, uma moradia cercada por terreno, em plena Serra da Arrábida, perto da aldeia da Piedade, Azeitão, José Luís deixou o passaporte (já caducado), e todas as armas que possuía. “São algumas, pois ele é caçador. O meu irmão saiu de casa, de fato e gravata para ir trabalhar. Não levou nenhuma mala nem qualquer saco com roupa”, garante Rui Albuquerque d’Orey. O CM apurou, ainda, que, ontem. a mulher de José Luís, Marina, esteve na Polícia Judiciária de Setúbal onde ficou a saber que as autoridades continuavam a não ter qualquer pista segura sobre o paradeiro do marido. Fonte da Polícia Judiciária assegurou ao CM que a investigação sobre o desaparecimento de José Luís d’Orey vai continuar. “Quando o encontrarmos, e se em causa não estiver qualquer suspeita de crime, ele tem o direito de nos pedir para não dizermos a ninguém o local onde se encontra. Como é maior de idade e está na posse das suas faculdades mentais, a lei diz que somos obrigados a cumprir esse pedido. Por muito que nos custe, nem à família podemos dizer seja o que for, se for esse o pedido que nos seja feito por qualquer pessoa em idêntica situação” , diz a mesma fonte.

DEIXA FILHOS NA ESCOLA

José Luís d’Orey desapareceu no dia 9, depois de ter deixado os cinco filhos numa escola de Azeitão, arredores de Setúbal. Nesse dia, o agente comercial, oriundo de uma das mais conhecidas famílias portuguesas e casado com uma Mello, era esperado em Lisboa para uma reunião na empresa onde trabalhava, a ITAU. Não apareceu.

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 04:09 AM

Consumidores vão pagar mais 15,7% pela energia

Clientes domésticos são os que têm os maiores aumentos. A liberalização do mercado de electricidade vai trazer grandes aumentos no tarifário. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) quer que a maioria dos consumidores domésticos (88,7%) pague em 2007 mais 15,7% do que está a pagar este ano. Os aumentos são diferenciados no continente e nas ilhas, sendo que nos Açores se ficam pelos 15,5% e na Madeira sobem até aos 18,2%. Estes aumentos não são exactamente uma surpresa e resultam de um défice tarifário, imposto em grande medida por uma lei que impedia aumentos acima da inflação. O défice chegou este ano aos 399 milhões de euros. A proposta tem ainda de ser aprovada pelo Conselho Tarifário, de que fazem parte a DECO, as autarquias e as empresas de electricidade, mas não há grande volta a dar porque o valor do défice tem de ser pago pelos consumidores e a cada ano que passa acrescem juros. Em 2007, a ERSE quer recuperar um terço do défice e, depois, tem mais quatro anos para recuperar o restante. "Além da recuperação parcial do défice tarifário", diz a ERSE, os preços para 2007 vão reflectir a alta dos preços do petróleo e uma série de custos de interesse económico geral, como sejam as rendas aos municípios, o sobrecusto da cogeração e energias renováveis e a convergência tarifária com as regiões autónomas. Este ano, Manuel Pinho teve uma intervenção que agravou este défice em 30 milhões, impondo que, desde Julho, o sobrecusto para as empresas com as energias renováveis não se fizesse sentir. O Governo actuou em defesa da competitividade da economia nacional. Desta vez, o Executivo não parece disposto a intervir. "Estamos a estudar a proposta que nos chegou há poucas horas", disse ao JN o ministro da Economia. Manuel Pinho deixou ficar claro, no entanto, que " a ERSE é totalmente independente e não tem de nos informar ou pedir autorização para actualizar o tarifário". O espaço do Governo para actuar é, de facto, cada vez mais pequeno. O Mercado Ibérico de Electricidade já é uma realidade, tem de funcionar livremente e os custos reais da produção de electricidade têm de ser suportados por todos os consumidores. A factura média de um cliente doméstico é de 25 euros mensais e sobe no Norte - onde se consome mais electricidade e menos gás - até aos 30 euros, pelo que os consumidores domésticos podem contar com mais cercal de cinco euros na factura da electricidade. O tarifário para as empresas também vai ser actualizado, mas em percentagens inferiores. Os clientes da média alta tensão terão um aumento de 9,3%, os da alta 9,2% e os da média 7,2%. É neste último tarifário que estão a maioria das panificações e pequena indústria.

Fonte/J.N.

Publicado por VERGONHA em 12:30 AM

Medicamento acaba com o vício do fumo

São muitos os que tentam pôr um ponto final no vício do cigarro, mas poucos conseguem realmente atingir esse objectivo. O cenário está, apesar de tudo, prestes a mudar: a Comissão Europeia aprovou no início do mês a comercialização, na Europa, de um novo medicamento, a Vareniclina, que promete acabar de vez com a dependência física em relação à nicotina. Os laboratórios Pfizer vão distribuir o remédio em Portugal, mas as embalagens só devem chegar às farmácias no início de 2007. Cecília Pardal, coordenadora da comissão de tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, fez a avaliação teórica do remédio e concluiu que, “em termos técnicos, parece ser um medicamento muito bom”. Ao contrário do que acontece com os produtos à venda no mercado (pastilhas, inaladores ou compressas que funcionam como substitutos da nicotina), a Vareniclina “actua de duas maneiras”. “Vai fazer com que as pessoas não tenham uma urgência tão grande em fumar e vai evitar os sintomas de privação provocados pela falta de nicotina”, um elemento perturbador que causa aumento de apetite e irritação. Em termos práticos, explica Cecília Pardal, “a nível cerebral existem receptores para a nicotina – o novo medicamento bloqueia-os, refreando a urgência em fumar e combatendo a sensação de privação”. Além disso, “sempre que uma pessoa pegar num cigarro não vai ter aquele prazer habitual” que lhe está associado. O tratamento tem a duração de 12 semanas, com dosagens progressivas: no início, um comprimido basta, sendo a dose aumentada no momento em que se inicia a privação. Outra das novidades é que a toma do remédio começa entre sete a 14 dias antes de a pessoa fumar o último cigarro, para que os efeitos sejam progressivos. “A força de vontade para deixar de fumar não basta, porque existe uma dependência psicológica e física”, lamenta a especialista. Cecília Pardal até admite que “a dependência psicológica é fácil de contornar, alterando-se mudanças no comportamento”. Mas não tem dúvidas de que “a dependência física tem de ser tratada”. Os principais efeitos secundários são náuseas e, em percentagens mais pequenas, insónias e pesadelos. Cerca de 25 por cento dos que tentam largar o tabaco desistem ao fim de uma semana. Após um ano, só três por cento consegue manter os seus objectivos sem ajuda.

TABAGISMO EM EUROS

Na Europa, mais de 1,2 milhões de pessoas morrem anualmente por causa de doenças relacionadas com o tabagismo. A Organização Mundial de Saúde prevê que, em 2010, o problema possa custar 130 mil milhões de euros.

EM PORTUGAL

Todos os anos são diagnosticados 3.500 novos casos de cancro do pulmão em Portugal. Mais de metade destes doentes acaba por morrer em menos de um ano.

VACINA EM BREVE

Nos Estados Unidos, os laboratórios estão a desenvolver uma vacina que impeça a nicotina de chegar ao cérebro, extinguindo a habituação e a vontade de fumar. A NicVax servirá não fumadores e fumadores que queiram reduzir o consumo de tabaco.

DUPLO ATAQUE

A Vareniclina não vai actuar por si só no combate ao vício do tabaco. A acompanhá-la estará um plano de apoio que funcionará como guia de acompanhamento dos doentes.

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 12:30 AM

Estado gasta mais em ano de contenção

O Estado não vai reduzir as despesas no próximo ano, apesar das palavras de ordem serem “rigor e contenção” e do ministro das Finanças afirmar que o Orçamento de Estado para 2007 aprofunda a estratégia assente na redução da despesa. Entre 2006 e 2007, a despesa total do Estado deverá subir perto de 1.900 milhões de euros, enquanto a despesa primária subirá 1.463 milhões de euros, de acordo com a proposta de OE ontem apresentada. Uma subida que foi minimizada por Teixeira dos Santos.

 

 

Albarran deve 26 mil

Artur Albarran viu ontem ser publicado na Imprensa o primeiro de dois anúncios oficiais de uma dívida de 26.775 euros e 52 cêntimos à Unicre, Instituição Financeira de Crédito. Agora, Albarran tem o prazo de 30 dias para contestar os factos que constam do processo. Se não o fizer, a “falta de contestação” implica a “confissão dos factos” descritos pela queixosa (Unicre) e que levaram o juiz, Lourenço Boavida, da 2.ª secção da 1.ª Vara Cível de Lisboa, a publicitar a dívida naquele valor. Juntamente com o prazo de 30 dias para contestar a dívida, o ex-jornalista, ex-apresentador de televisão e também ex-empresário – cuja empresa entretanto faliu – fica também avisado de que “é obrigatória a constituição de mandatário judicial”. Contactado pelo CM, o director de Comunicação da Unicre, João Rafael Nunes, explicou tratar-se de uma dívida de Artur Albarran contraída no “usufruto de um cartão Unibanco”. Este responsável adiantou ainda que, “decorrido o prazo de 30 dias, se o réu não contestar, a dívida fica legalmente reconhecida e a execução é imediata”. No caso de Artur Albarran não possuir liquidez para o pagamento do valor em causa, João Rafael Nunes adiantou que, após a sentença judicial a reconhecer a dívida, “é requerida a execução coerciva e pede-se que sejam contactadas as várias entidades onde o réu possa ter bens registados”. Entre estas entidades encontram-se, por exemplo, as Conservatórias (bens imóveis), o fisco, entidades bancárias, Registo Automóvel (carros e/ou motos) e capitanias de portos (barcos). Em Junho passado, Artur Albarran viu-se obrigado a entregar um quadro avaliado em 70 mil euros para pagar 20 mil euros de pensão alimentar, no âmbito do processo de divórcio da sua ex-mulher Lisa Hardy. O CM tentou ontem contactar Artur Albarran, mas este manteve-se indisponível até ao fecho desta edição.

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 12:29 AM

outubro 17, 2006

P R O C U R A - S E

Desapareceu em Azeitão - José Lopes tem 47 anos e 5 filhos

Na passada 2ª feira, dia 9 de Outubro, pela manhã, desapareceu José Luís Lopes Albuquerque D’Orey. O desaparecimento ocorreu cerca das 8 horas da manhã. Em Azeitão foi o último local onde foi visto. José Luís Lopes Albuquerque D´Orey, tem 47 anos e 5 filhos. Refere a informação que nos foi enviada que “após deixar as crianças no Colégio em Azeitão não compareceu numa reunião em Lisboa às 9 horas e desde então não se conhece o paradeiro”. No dia 10 de Outubro a sua filha mais nova completou 5 anos. José Luís Lopes conduzia uma viatura de Marca Renault Scenic matrícula 15-BG-35 Cinzenta escura.

Pede-se a quem tenha alguma informação me contacte, através de : 914641669 ou 916856677.

Fonte/Rostos

Publicado por VERGONHA em 03:09 AM

COMUNICADO DE IMPRENSA

Distrital do PSD preocupada com encerramento das urgências do Hospital do Montijo

Na sequência de notícias vindas a público relacionadas com a intenção do Ministro da Saúde do Governo PS decretar o encerramento das urgências do Hospital Distrital do Montijo, a Comissão Política da Distrital de Setúbal do PSD, representada pelo seu Presidente Bruno Vitorino e pelos Vogais Jacinto Pereira e Nelson Constantino, e o Deputado à Assembleia da República Luís Rodrigues, reuniram hoje com o Conselho de Administração desta unidade hospitalar.

O eventual encerramento do serviço de urgências do Hospital Distrital do Montijo está a causar apreensão na população, algo que a verificar-se irá representar uma enorme perca para as populações dos concelhos do Montijo e Alcochete.

Na reunião com o Conselho de Administração do Hospital Distrital do Montijo, o PSD lembrou que o encerramento deste serviço irá agravar a prestação dos cuidados de saúde aos 60 mil habitantes dos concelhos abrangidos, com particular incidência e gravidade nas populações das Freguesias de Pegões, Canha e Santo Isidro de Pegões.

Com o encerramento desta unidade de urgência, e ao contrário das declarações proferidas pelo Sr. Ministro da Saúde, estas populações ficarão a mais de 45 minutos de qualquer serviço de urgência.

Os dirigentes social-democratas afirmaram que a obsessão do Governo em reduzir custos não pode pôr em risco a saúde dos portugueses, sendo necessária a garantia de uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde.

Bruno Vitorino e Luís Rodrigues sublinham que são atendidos nos serviços de urgência do Hospital do Montijo mais de 46 mil utentes por ano, correspondendo a uma média mensal de mais de 4 mil utentes e de 130 utentes diários, sendo que o Governo não pode pura e simplesmente ignorar estes dados.

Foi ainda recordado que nem o Montijo, nem Alcochete, possuem, actualmente, qualquer serviço de Atendimento Permanente no Centro de Saúde e que esta unidade hospitalar é o único serviço de atendimento permanente aos cidadãos.

A Distrital de Setúbal do PSD convida o Sr. Ministro da Saúde a visitar o Montijo para, “in loco”, se inteirar da realidade do concelho, podendo anunciar nessa altura as medidas concretas que visem melhorar a qualidade do sistema de saúde a prestar à população, bem como o que pretende para o futuro do Hospital do Montijo.

Setúbal, 16 de Outubro de 2006

  A CPD/PSD Setúbal

Publicado por VERGONHA em 03:08 AM

Bloco de Esquerda visita Hospital do Montijo

Preocupados com o encerramento das urgências hospitalares, os deputados do Bloco de Esquerda, João Semedo e Mariana Aiveca, visitarão hoje, dia 17 de Outubro, o Hospital do Montijo.

 

 

Decisão não pode ser outra senão manter as urgências do Hospital do Montijo

O Presidente da Federação do PS do Distrito de Setúbal, Vítor Ramalho, manifesta a sua solidariedade com a Presidente da Câmara Municipal do Montijo e com a Comissão Política Concelhia do Montijo e expressa a sua discordância pelo encerramento da Urgência no Hospital do Montijo. “Como é do domínio público, o Ministério da Saúde colocou à apreciação pública a «Proposta de Rede de Urgências» elaborada por uma comissão técnica. Nesse documento, técnico, prevê-se o encerramento de urgências de 14 hospitais, onde se inclui o Hospital do Montijo. Este facto mereceu uma tomada de posição clara contra o eventual encerramento da urgência do Hospital, da Concelhia do PS do Montijo e também da Presidente da Câmara. Na qualidade de Presidente da Federação do PS do Distrito de Setúbal, solidarizo-me com essas tomadas de posição, inteiramente justas, seguro que a posição final a vingar, de natureza política, não caucionará o estudo técnico elaborado e colocado à apreciação pública. Ao tomar esta posição, sinto estar a ser intérprete do sentimento maioritário dos Socialistas do Distrito de Setúbal e inequivocamente da população do Montijo.” – refere Vítor Ramalho, Presidente da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista.

Ser solidário com o Governo não significa aceitar subservientemente

Ao sustentar, como sempre sustentei, que ser solidário com o Governo não significa aceitar subservientemente todas as medidas que toma, não duvido que estou também a contribuir para uma ponderação adequada da decisão final, que não pode ser outra senão manter as urgências do Hospital do Montijo. Por isso, é minha obrigação ser claro como estou a ser na solidariedade de vida aos meus camaradas da Concelhia do Montijo e aos autarcas eleitos pelo PS para a Câmara do Montijo, cujo trabalho, a população reconhece e está à vista de todos.” – refere a finalizar o líder distrital do Partido Socialista.

 

 

“É urgente a limpeza do Rio Coina”

A Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista iniciou um programa de visitas às freguesias e contactos com as populações. A freguesia de Coina foi a primeira visita efectuada, segundo Luís Ferreira, pelo seu simbolismo e por representar um exemplo de gestão de proximidade e ligação às populações. Luís Ferreira, Presidente da Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista, divulgou em Conferência de Imprensa que “o Partido Socialista inaugurou um ciclo de visitas às freguesias” tendo por objectivo motivar e dinamizar “a estrutura política do partido”.Referiu, Luís Ferreira, que esta “não é uma campanha contra a CDU” mas que, esta iniciativa tem com o objectivo “identificar problemas” e contribuir para alterar o “modelo de acção política do Partido Socialista” que, na sua opinião não pode limitar-se a uma “acção sazonal”.

Há simbolismo na visita a Coina

O líder concelhio do Partido Socialista salientou que o seu partido tem que ter uma “intervenção de proximidade” porque “não nos devemos aproximar das populações só em períodos eleitorais”. Luís Ferreira, sublinhou que o facto de inicio do ciclo de visitas às freguesias começar em Coina – “há simbolismo” porque nesta freguesia a autarquia foi conquistada pelo PS e foi “aquilo que sobrou da gestão autárquica socialista”, no concelho do Barreiro.

Práticas políticas de intervenção social

Luís Ferreira, sublinhou que Juvenal Silvestre “representa aquilo que nós queremos como partido” ou seja, desenvolver “uma gestão com base no diálogo com as pessoas” e que seja desenvolvida com a consciência de que “presta um serviço público”.Por outro lado, o Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista, salientou as “práticas políticas da freguesia de Coina”, nomeadamente ao nível do desenvolvimento de “políticas sociais continuadas de apoio a famílias carenciadas”, através, por exemplo, na ajuda de compra de livros escolares. Recordou que Juvenal Silvestre, abdica de verba que tinha direito como Presidente de Junta de Freguesia para que essa verba seja utilizada na “intervenção social”. Luís Ferreira, referiu que “fomos bem recebidos em Coina” nesta visita que decorreu a diversos locais da freguesia, onde, realizou, igualmente uma reunião com dirigentes de colectividades da freguesia, militantes do Partido Socialista.

Ligação directa ás populações

Após a intervenção do líder concelhio socialista, Juvenal Silvestre, Carlos Nogueira e António Rato, autarcas da freguesia e militantes socialistas, dialogaram com os órgãos de comunicação social, sobre problemas da freguesia. Juvenal Silvestre, sublinhou que a realização desta visita do Partido Socialista à freguesia de Coina contribui para se efectuar um balanço do trabalho realizado, neste primeiro ano de mandato. Juvenal Silvestre, recordou que o trabalho dos eleitos na autarquia tem por base o constante “envolvimento da população” e uma “ligação directa ás pessoas”.

Acidentes mortais no Caminho Municipal 1028

Juvenal Silvestre salientou que a Junta de Freguesia procura resolver alguns problemas mas que há outras situações que só poderão ser resolvidas pela Câmara Municipal do Barreiro e nesse sentido é “mantido o diálogo com a Câmara”. Sublinhou que existem dificuldades económicas no país que afectam as autarquias ao nível financeiro. Juvenal Silvestre apontou algumas situações que considera prioritárias solucionar, nomeadamente, a “repavimentação do caminho municipal n.º 1028 e da Rua 1º de Maio”, alertando para o facto de já terem sido registados acidentes mortais.

Urgente limpeza do Rio do Coina

Por outro lado, referiu a urgência de se proceder à limpeza do Rio Coina - “ a limpeza era feita de dois em dois anos, agora o Rio Coina não é limpo há dois anos, é fundamental que seja limpo para que se evitem situações de cheias”. “O Rio Coina está abandonado, está completamente assoreado e cheio de caniços” – salientou Juvenal Silvestre.

Aguarda-se a ligação dos semáforos

Sobre o atraso da ligação dos semáforos, Juvenal Silvestre, salientou que “foi uma reivindicação do executivo da Junta de freguesia”, a instalação foi concretizada pelo Instituto de Estradas de Portugal, aguardava-se a definição da responsabilidade “sobre a ligação eléctrica dos semáforos, ninguém sabia de quem era essa responsabilidade, agora, já se sabe que será a Câmara Municipal, que já está a resolver o problema e espera-se que em breve os semáforos sejam colocados em funcionamento”.

Disponíveis para receber descentralizações

Juvenal Silvestre, sublinhou ainda que “fomos uma freguesia que sempre lutou pela descentralização” e acrescentou –“temos orgulho de ser uma das freguesias mais limpas do concelho”. “Estamos disponíveis para receber mais descentralizações, no calcetamento, na toponímia, mas temos que responder de acordo com as nossas capacidades” – salientou. Referiu, igualmente, que vai ser constituída pela Câmara Municipal do Barreiro, uma Comissão de Acompanhamento das Descentralizações, de forma a ser efectuada com regularidade a avaliação dos resultados.

 

 

Autoeuropa - Trabalhadores concluem pré-acordo com Administração

A Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa concluiu proposta de pré - acordo com a Administração e salienta que “trata-se de uma proposta que tem fortes possibilidades na competitividade global com outras fábricas do grupo VW na Europa, para que a nova Sharan possa ser produzida na Autoeuropa”. Sublinha a CT da Autoeuropa que “caso assim aconteça, o emprego crescerá significativamente com a criação de algumas centenas de postos de trabalho na Autoeuropa, no Parque Industrial e Fornecedores, consolidando assim o emprego por muitos mais anos. Contribuindo também para um grande desenvolvimento de toda a Região.” A CT estabeleceu o acordo com base no seguinte aumento Salarial

Técnicos e Especialistas

- Vigência do acordo a 2 anos, de (1 de Outubro 2006 a 30 de Setembro 2008).

- Aumento de 4,5% de 1 de Outubro 2006 a 30 de Setembro 2008, (Média de 3 % ao ano).

- Prémio 1.2 do salário, com o mínimo de 1.200 € para cada trabalhador. O prémio para os Especialistas será com um mínimo de 1200€ e será pago mediante a avaliação de desempenho.

- Os Trabalhadores admitidos após 30 de Junho de 2006 o valor do prémio será de 50%, aplicado ao seu caso. Acréscimo em todas as tabelas salariais de + 1% a 30 de Setembro de 2008. O acordo a negociar em Outubro de 2008 será sobre estes novos valores. 

Horas Extras

Esta cláusula só é válida com a vinda da Sharan para a Autoeuropa.

- Para todos os produtos a partir de 1 de Janeiro de 2007. 

- Pagamento dos sábados e feriados a 100%+25%. 

- Caso a Sharan não seja produzida na AE a empresa obriga-se a restituir aos trabalhadores o dinheiro do trabalho extraordinário já realizado. 

- Em caso de haver despedimentos colectivos, o acordo das horas extras será anulado. 

Férias

- Marcação de Férias Colectivas 2,3,4 e 5 de Janeiro de 2007.

- Garantidos 2 dias de Férias de marcação livre em cada ano 2007 e 2008.

Subsídio de Turnos

- Continuará a política de formação e rotatividade para os trabalhadores encontrando assim esquemas de trabalho que possibilitem a organização de turnos com o respectivo pagamento de subsídio.

Contratos Temporários

- Tal como tem sido prática anterior, a Empresa converterá contratos temporários em contratos permanentes.

Seguros de saúde

- Manutenção do seguro de saúde aos trabalhadores que passarem á situação de reforma.

- No primeiro trimestre de 2007 a CT e a Administração vão avaliar possibilidades alternativas ao actual sistema de reembolso, assim como o montante das coberturas.

Tabela salarial para Técnicos a partir de 1 de Outubro 2006

Os Topo nível entram em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2007 (Actualização de toda a tabela em + 1% a 30 Setembro 2008).

Fonte/Rostos

Publicado por VERGONHA em 03:07 AM

outubro 16, 2006

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PSD do Montijo condena atitude da presidente da Câmara do Montijo (ver fotos)

Por Vergonha

Publicado por VERGONHA em 01:51 AM

UM EXEMPLO A SEGUIR

Ao contrário do que se passa no Montijo, mais concretamente no Escola Básica de 1º Ciclo n.º 3 de Montijo, onde o Agrupamento de Escolas de Montijo, continua a ignorar os direito das crianças no que toca às actividades de enriquecimento curricular e alargamento de horário das escolas do 1º ciclo, assim como o Inglês. Os encarregados de Educação destes alunos, parecem satisfeitos com a atitude do Agrupamento de Escolas de Montijo, a exemplo disso mesmo é o silencio e a incúria de tal comportamento, pois ate ao momento não exigiram explicações ao Agrupamento nem da Autarquia local, ao contrario de outras localidades do País que exigem os direitos das crianças.  Deixamos aqui um exemplo a seguir pelos encarregados de Educação dos alunos da Escola Básica de 1º Ciclo n.º 3 de Montijo, pois os seus educandos estão a ser penalizados. Sinto-me envergonhado por tal comportamento lamentável por parte destes encarregados de Educação que, nem para defender os interesse dos seus próprios filhos de dão ao trabalho de lutar. Será isto pura ignorância ou comodismo? Quem sabe se abrem os olhos ao lerem o seguinte exemplo de outros encarregados de Educação:

" Pais exigem debater horários alargados

A Federação Concelhia de Associações de Pais de Vila Franca de Xira (FAPXIRA) quer explicações da Câmara relativamente às actividades de enriquecimento curricular e alargamento de horário das escolas do 1º ciclo, um processo do qual se diz excluída. "Devido aos atrasos no início das actividades de enriquecimento curricular e à falta de resposta por parte dos responsáveis autárquicos e da entidade contratada para a promoção das mesmas decidimos solicitar uma reunião urgente à presidente da Câmara", disse à agência Lusa o presidente da FAPXIRA, José Fidalgo. "O início das actividades está previsto para segunda-feira e ainda não sabemos como se irão passar as coisas", revelou. "Não fomos contactados em relação a todo o processo de definição das actividades de prolongamento de horário, e como tal não podemos responder às dúvidas que outros pais nos colocam", destaca o responsável. A FAPXIRA reuniu-se a 28 de Setembro com a vereadora da Educação de Vila Franca de Xira, Maria da Conceição Santos, e dia 3 de Outubro com a Euterpe Alhandrense, entidade que irá gerir o prolongamento de horário e as actividades de enriquecimento curricular nas escolas do concelho, sem ter obtido resposta às dúvidas expostas."

 

 

Subsídio de almoço aumenta 6 cêntimos

A proposta de aumentos salariais que o Ministério das Finanças hoje começa a discutir com os sindicatos da função pública congela os aumentos das pensões de sobrevivência e de preço de sangue de montante igual ou superior a três salários mínimos nacionais (ou seja, a partir de 1.158 euros). No subsídio de alimentação e nas ajudas de custo e de transporte, aponta-se para uma actualização de 1,5%. Ao contrário da prática seguida ao longos dos últimos anos, este ano a proposta de Orçamento do Estado será divulgada depois de o Governo ter já definido a tabela de actualização salarial para o próximo ano. Os aumentos serão de 1,5% para os funcionários públicos e, no caso dos pensionistas, haverá aumentos diferenciados, que se distinguem ainda consoante o tipo de pensão. Assim, para quem tem pensões de aposentação , reforma e invalidez de valor equivalente até 1,5 salários mínimos nacionais (SMN) o aumento será de 2,5%; entre 1,5 e 6 SMN haverá uma actualização de 1,5% e congelamento a partir deste montante. No caso das pensões de sobrevivência e de preço de sangue, a actualização de 2,5% incide sobre as que têm um valor global até 0,75 SMN; de 1,5% para as que estão definidas entre 0,75 e 3 SMN, sendo congeladas a partir daí. No que diz respeito ao subsídio de refeição, a proposta do Governo afasta-se também do que era pedido pelos sindicatos, ao oferecer uma actualização de 1,5%. Contas feitas, este subsídio passa dos actuais 3,95 euros para 4,01 euros. Igual aumento está previsto para as ajudas de custo e deslocações. Concluída esta ronda negocial, Teixeira dos Santos começa a discutir com os sindicatos a proposta de revisão do sistema de vínculos, remunerações e carreiras, devendo o novo sistema ser aprovado durante o próximo ano. A complexidade desta matéria e a necessidade de a analisar sem pressas justificou, segundo Teixeira dos Santos, que se prolongasse por 2007 o congelamento das progressões .

Fonte/J.N.

Publicado por VERGONHA em 01:50 AM

 

 

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Panos negros contra fecho das urgências

Panos negros nas janelas, alguns dos quais com cinco metros, começaram a ser colocados na passada segunda-feira nas janelas e muros do Montijo pela população. São protestos contra o anunciado encerramento das urgências do hospital da cidade por parte do Governo, uma situação que a Comissão de Utentes da Saúde de Alcochete/Montijo, rotula de «anedótica». A Comissão de Utentes da Saúde de Alcochete/Montijo promete não desistir da luta contra a decisão do Governo em encerrar o serviço de urgências do Hospital do Montijo. O primeiro passo foi a colocação de panos negros nas janelas mas Francisco Faúlha, presidente deste estrutura, admite que a população pode avançar com formas de luta mais severas, podendo chegar mesmo a «cortes de estrada, marchas lentas e vigílias». Para hoje, sexta-feira, a partir das 18h30, está já agendada uma concentração junto ao hospital. A sensibilização da população para esta causa, garante Francisco Faúlha, tem sido crescente, até porque a decisão do Governo «não causou grande surpresa». Além de terem encerrado a maternidade, a pediatria, a oftalmologia e a ortopedia querem agora «esvaziar» o Hospital do Montijo, que serve não só as populações do Montijo como as freguesias rurais. O representante dos utentes de saúde lembra ainda que no concelho «existem apenas meia dúzia de ambulâncias dos bombeiros que não terão capacidade de resposta para transportar os doentes para outros hospitais». Há cerca de um mês, quando a comissão de utentes percebeu «alguns sinais» de que a decisão estava na calha, reuniu «mais de 3 mil assinaturas» contra o encerramento daquela valência do hospital. «A resposta do primeiro-ministro foi que devíamos tratar o assunto com a Sub-Região de Saúde», critica Francisco Faúlha. Para a presidente da Câmara do Montijo, Maria Amélia Antunes, não há motivos para o encerramento das urgências do Montijo, uma vez que os concelhos servidos por esta unidade de saúde – Montijo e Alcochete – têm registado enorme crescimento demográfico nos últimos anos. «Os responsáveis da Comissão Técnica de Apoio ao Processo de Requalificação das Urgências que elaboraram este relatório não conhecem a realidade destes concelhos», acusa a edil. O centro de saúde local «também não tem condições» para assegurar o serviço das urgências. Por outro lado, frisa a presidente que «pessoas do Pinhal Novo e da Moita costumam recorrer ao Hospital do Montijo. Os habitantes das freguesias de Canha e de Pegões, acrescenta, já estão hoje a cerca de 40 quilómetros do hospital e as alternativas que se colocam não agradam à população. O Hospital do Barreiro ou o Garcia da Orta não são alternativa para estas pessoas», considera Maria Amélia Antunes, que já enviou uma missiva ao Ministro da Saúde para demonstrar o seu desagrado. Correia de Campos terá esclarecido, em resposta, que a proposta de encerramento de algumas unidades «poderá sofrer algumas alterações em resultado da discussão pública», adianta a autarca. O Hospital Distrital do Montijo, que foi alvo de obras de remodelação em 2001 e 2002, serve actualmente cerca de 47 mil utentes, abrangendo as populações de Canha, Pegões, Porto Alto e uma parte dos concelhos da Moita, Palmela e Pinhal Novo.

Fonte/Rede SemMais

 

 

Alcochetanos não estão nem aí para o fecho das Urgências do Montijo

Pois é, segundo o artigo de Opinião de Fonseca Bastos (colunistas no BLOG Praia dos Moinhos), diz o seguinte:

Mas o que mais me admirou não foi o Artigo em si, mas sim a não existência de comentários. O que prova bem a indiferença dos Alcochetanos no que se refere à possibilidade do fecho das Urgências do Hospital do Montijo já em Janeiro de 2007.

Por Vergonha

 

 

Dívida de Alcochete ultrapassa seis milhões

A auditoria financeira às contas da Câmara de Alcochete revelou «resultados mais gravosos do que inicialmente se previa, fixando-se a dívida global em mais de seis milhões de euros», afirma o presidente da autarquia, Luís Franco. Mas José Inocêncio diz que esta é uma auditoria «demagógica». O edil comunista da Câmara de Alcochete aponta o dedo à má gestão do anterior executivo socialista de José Inocêncio, mas este demite-se de quaisquer responsabilidades e afiança que «90 por cento do endividamento da câmara provém do mandato da CDU entre 1997 e 2001». A auditoria financeira foi um dos compromissos eleitorais de Luís Franco quando entrou para a autarquia, tendo a mesma sido adjudicada em Fevereiro deste ano a uma empresa independente. O trabalho ficou concluído em Julho e revelou uma situação «mais complicada» do que o autarca previa. «A dívida é maior do que pensámos e estamos perante uma situação económico-financeira difícil, que está e vai condicionar todo o trabalho da câmara», afirma o edil. O autarca destaca na actual dívida global, cifrada em 6,2 milhões de euros, a existência de cerca de três milhões e 450 mil euros de dívidas a curto prazo, à data de 31 de Outubro de 2005. Além disso, «mais grave ainda», é a existência de um «passivo omitido», ou seja, «encargos assumidos e não revelados na contabilidade», de cerca de um milhão e 700 mil euros. Um montante «muito significativo» que, no entender de Luís Franco, «só foi possível graças a um péssimo planeamento em termos de projectos e obras do anterior executivo». «Quando chegámos à câmara havia obras que já estavam em curso, mas que ainda não estavam pagas», conta. Um dos casos mais complicados que o actual edil teve de resolver foi o projecto de construção da segunda fase da variante urbana à vila de Alcochete, que, apesar da situação de insolvência da empresa à qual foram adjudicadas as obras, conseguiu resolver-se. Luís Franco aponta ainda como obras «não pagas» a Biblioteca Municipal e o Pavilhão Gimno-Desportivo da Escola Secundária de Alcochete. A auditoria adoptou uma filosofia que «privilegia a precisão dos números, em detrimento da rapidez da sua conclusão», para que «tudo ficasse bem esclarecido». Um dos métodos de trabalho consistiu em contactas todos os credores da autarquia no sentido de «aferir se essas dívidas correspondem aos documentos internos». «Os resultados demonstram que não há engano, tudo foi feito com precisão. Temos uma dívida maior do que a prevista, o que vai condicionar o trabalho futuro». Assim, a prioridade do mandato do edil comunista passa nos próximos tempos por «reequilibrar a situação económico-financeira da autarquia», que se encontra estrangulada, através de diversas medidas políticas. «É preciso diminuir despesas aos mais diversos níveis. Temos de eliminar alguns investimentos previstos para 2006, reduzir as horas extraordinárias dos trabalhadores e diminuir algumas despesas correntes». Luís Franco conta ainda que, com «muito esforço», a autarquia já conseguiu pagar algumas dívidas herdadas do executivo de José Inocêncio, relativas a obras em curso, mas ainda «há muitas facturas para pagar». O edil quer primeiro «honrar os compromissos pendentes» e só depois lançar as obras prometidas pelo actual executivo. «Em 2006 não pudemos fazer grandes obras devido ao estrangulamento financeiro e quase que nos limitámos ao funcionamento corrente da Câmara Municipal. Nos próximos tempos, faremos um grande esforço para inverter esta situação». Luís Franco destaca ainda que a auditoria detectou que o executivo de José Inocêncio excedeu os limites legais de despesas com o pessoal contratado. De acordo com a lei, o que as autarquias gastam com o pessoal contratado num ano não pode ultrapassar 15 por cento sobre as despesas correntes do ano transacto, mas na Câmara de Alcochete «esse limite foi excedido em 3,51 por cento». Luís Franco confia plenamente nos resultados desta auditoria, daí que tenha ficado «perplexo» com a «imprecisão e desonestidade política» de José Inocêncio que, «sem ainda ter consultado os resultados da auditoria, acusa o executivo comunista de estar a fazer uma vigarice». «Os documentos estão disponíveis, mas o vereador socialista ainda não os solicitou e profere declarações sem rigor», afirma o edil que assegura ainda que, em 2001, quando entrou para a Câmara de Alcochete, «a situação económico-financeira estava equilibrada». A referida auditoria consta de dois relatórios, designadamente o Apuramento da Dívida do Município em Outubro de 2005 e a Certificação de Contas (Controlo Interno e Comentários Suplementares).

Auditoria «demagógica»

O anterior presidente da autarquia de Alcochete, José Dias Inocêncio, revelou à Rede Semmais ter uma «desconfiança total e absoluta» em relação aos resultados da auditoria que classifica como «demagógica». «O relatório não separa o endividamento à data em que iniciei o mandato, em 2001. Todo o endividamento de longo prazo (cerca de um milhão de euros) provém do anterior mandato da CDU», assegura. Já o passivo omitido é para o vereador socialista «uma falsidade», uma vez que em todas as empresas e instituições «há um período para conferir facturas e um limite para as pagar». «Todos os pagamentos têm um prazo e 90 dias é um perfeitamente normal. Mas isso a auditoria não teve em conta», acusa o autarca que garante ainda ter deixado a Câmara com «uma situação financeira de primeira linha». «Toda a gente sabe que as autarquias tinham grandes limites ao endividamento naquela altura, por isso não contraímos dívidas». Inocêncio vai agora pedir um conjunto de informações ao executivo camarário comunista para «saber em concreto o que foi pago a seguir aos 90 dias» em que saiu da Câmara. Avança ainda que no último mês de mandato, o seu executivo pagou mais de 400 mil contos em dívidas. Recorde-se que uma das primeiras medidas exigidas pelo actual executivo camarário foi avançar com uma auditoria às contas do mandato de José Inocêncio, que tinha conquistado a autarquia para o Partido Socialista em 2001. Numa reviravolta inesperada, o PS voltou a perder na Câmara para a CDU nas últimas autárquicas, no dia 9 de Outubro de 2005.

 

 

Falta de verbas atrasa Museu de Canha

A falta de verbas está a atrasar a abertura do Núcleo Museológico de Canha, cuja inauguração esteve inicialmente agendada para a segunda quinzena de Setembro. de acordo com o presidente da Junta de Freguesia, Armando Piteira, na altura em que a data de inauguração foi marcada «ainda não havia uma ideia concreta dos custos finais, que depois se constatou serem mais elevados do que o previsto». O futuro Museu de Canha vai ficar instalado no edifício conhecido como Casa do Médico, numa das ruas principais da freguesia, o qual foi alvo de uma recuperação orçada em cerca de 80 mil euros. O projecto, herdado do antigo executivo da junta, consiste em juntar neste edifício todo o espólio, sobretudo agrícola, à guarda da junta e que ao longo dos anos foi doado pela população. «São sobretudo utensílios e trajes que contam a história da freguesia, das actividades das suas gentes e a evolução do vestuário», explica Armando Piteira. Há pouco mais de um mês, o autarca previa abrir o museu ainda no decorrer do mês de Setembro, uma vez que faltava apenas «contratar uma pessoa para a recepção e adquirir algum mobiliário, bem como ultimar pormenores relacionados com a decoração e organização do espaço». No entanto, a junta deparou-se com «falta de verbas» para comprar mobiliário (expositores para colocar o espólio) e para terminar a parte eléctrica do edifício, o que não permitirá abrir o núcleo museológico na data indicada. «Quando agendámos ainda para este mês a inauguração estávamos longe da realidade, ou seja, não fazíamos ideia de que o que restava fazer tinha custos tão elevados. Por isso tivemos de candidatar o projecto a verbas do programa Leader +, da Associação de Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal (ADREPES)». O programa Leader + já tinha comparticipado em cerca de 50 por cento as obras de recuperação da antiga Casa do Médico e a candidatura para apoiar a compra do mobiliário «já foi aceite». «Falta apenas elaborar e entregar o projecto, o que estamos a contar fazer dentro de um mês», perspectiva Armando Piteira. Este será o único apoio financeiro que a Junta de Freguesia de Canha terá, já que a Câmara do Montijo disponibilizará apenas uma técnica que «tratará da parte de organização do espólio e ornamentação». O Museu de Canha vai retratar a história das freguesia, assumindo uma «grande importância para atrair mais visitantes ao local». No piso térreo do edifício deverá ficar uma sala de exposições com vários instrumentos e alfaias agrícolas e no segundo piso serão reconstituídas as várias divisões de uma casa à moda antiga. 

Fonte/Rede SemMais

 

 

Presidente da Câmara acusa PSD de oportunismo

Maria Amélia Antunes, presidente da Câmara do Montijo, confessa-se revoltada com as declarações dos autarcas do PSD publicadas na última edição do Jornal do Montijo. Para a autarca, a posição manifestada “é oportunista e manipuladora”, revelando "não posso aceitar que o PSD manipule grosseiramente a minha posição”, pois “fui eu que tomei a iniciativa de apresentar não só uma moção de condenação ao encerramento das urgências do Hospital do Montijo”, como “escrever ao Ministro da Saúde a manifestar as muitas preocupações”. Na última reunião da Assembleia Municipal, explica a presidente da câmara, “revelei a minha solidariedade ao Governo do meu partido”, mas “tive o cuidado de reafirmar que em primeiro lugar estão os compromissos assumidos com os cidadãos do Montijo, cuja confiança quero continuar a merecer”. Maria Amélia Antunes não deixa de “reafirmar que a posição do PSD é oportunista, porque esquece-se que foi durante o Governo do PSD, em 1988, que se fechou a maternidade do Hospital do Montijo”. A edil montijense faz questão de lembrar que “se hoje as urgências têm funcionado no Montijo foi porque o Governo de António Guterres investiu um milhão e meio de euros em 2001”. Tal medida, acrescenta, “permitiu reabrir as urgências, um ano depois, em boas condições”.

Socialistas contra encerramento

A Comissão Concelhia do PS do Montijo também tomou posição sobre o possível encerramento das urgências no hospital da cidade. O PS/Montijo garante “opõe-se frontalmente contra o encerramento do serviço de urgências do hospital de Montijo” e “manifesta todo o seu apoio à Câmara e Assembleia Municipal de Montijo” que “aprovaram, por unanimidade, nos dias 27 e 29 de Setembro, a sua oposição ao encerramento das urgências do hospital”. Para os socialistas montijenses, os critérios da melhoria de acesso à Rede de Urgências, da racionalização dos recursos e de boa gestão, que “estão na base da proposta da Comissão Técnica para propor o encerramento de 14 serviços de urgência, não se podem sobrepor a factores de ordem política e constitucional”. A Conceba do PS lembra que o direito à saúde e o dever de a “defender e promover é uma conquista política da democracia portuguesa que não deve ser alienada por critérios de racionalidade técnica ou financeira”. Para a Comissão Política do PS, as decisões técnicas “não podem ser estanques, elas devem observar as projecções de aumento demográfico, as perspectivas de investimentos previstos nos conceitos em causa, para que as decisões não absolutizem os factores técnicos em desfavor dos políticos e de desenvolvimento económico”. Não obstante apoiar as reformas levadas a cabo pelo governo de José Sócrates, o PS/Montijo reafirma que “como partido democrático, deve ser solidário, em primeiro lugar, com as populações locais e com os compromissos eleitorais com elas assumidos, como sempre deu provas”. Dai que garanta que “nos opomos ao encerramento das urgências do Hospital do Montijo, porque o nosso objectivo maior são as pessoas, os nossos munícipes, o seu bem-estar e a sua qualidade de vida”.

 

 

Cinema reabre no Montijo

O Cinema sito no Centro Comercial Parque - Montijo reabriu no passado dia 5. Após ter estado cerca de um ano encerrado devido a diversas remodelações com vista a dotar o espaço de melhores condições, Nobre Duarte, responsável pelo Cinema explicou ao Jornal do Montijo que o espaço sofreu “uma quebra de público devido à aberura do Freeport de Alcochete, pois ficamos impedidos de exibir estreias cinematográficas”. “Apesar de termos reaberto há uma semana, estou bastante satisfeito com a receptividade do público e espero que este espaço venha a ter mais apetência por parte do público”, acrescentou Nobre Duarte, lembrando "que tem havido por parte do público que gosta de cinemas mais tranquilos um grande optimismo e receptividade” pois o Cinema Parque permite a visualização de “filmes de qualidade sem as habituais confusões que estamos habituados a ver nos grandes centros comerciais”, para além disso o cinema oferece todas as condições para a visualização da “sétima arte”. Relativamente ao futuro Nobre Duarte espera que a distribuidora venha a atribuir ao Cinema Parque as grandes estreias cinematográficas de modo a que este emblemático cinema do Montijo venha a ter um maior número de publico.

 

 

Serviços Municipalizados criam tarifa de água para famílias numerosas

Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento do Montijo (SMAS) vão criar uma tarifa familiar de água para consumo doméstico aplicável a famílias numerosas constituídas por seis ou mais membros. Esta decisão foi anteontem (11/10/06) ratificada pelo executivo camarário, por unanimidade. O presidente conselho de administração dos SMAS, Nuno Ribeiro Canta, salientou que “há necessidade de compatibilizar o combate ao esbanjamento e consumo excessivo de água efectuado através da tarifação crescente segundo escalões de consumo, com a dimensão das famílias, já que este método ao não considerar o número de membros das famílias penaliza as famílias mais numerosas”. Nuno Ribeiro Canta considera que com esta medida pretende-se “minorar a penalização que as famílias numerosas sofrem, não em função de consumos excessivos de égua mas apenas pelo maior número de consumidores por habitação”. Esta metodologia adoptada para a determinação desta nova tarifa “baseou-se fundamentalmente no número de membros das famílias, bem como na consideração de uma capitação de 120 litros dia por membro, que conduz a um consumo mensal de 3, 60 metros cúbicos, valor usualmente considerado como valor teórico admissível para um consumo racional e equilibrado de água por pessoa e por mês”. “Além disso incide ao nível dos escalões de consumo, procedendo-se ao alargamento dos respectivos limites, sobre os quais será aplicada a tabela tarifária vigente para cada escalão, aplicável ao consumidores domésticos em geral e na qual não haverá qualquer diferenciação”. Nuno Ribeiro Canta sublinha que deste modo, os escalões passam a ser variáveis e acordo com o número de membros de cada família, sendo os respectivos limites superiores (e inferiores) acrescidos do valor resultante da aplicação de uma fórmula que engloba as variáveis do número de elementos, o valor do consumo médio admissível por membro, associado a uma utilização racional e equilibrada da água. Por exemplo, o limite actual do escalão 1 é de 0-5 e como esta nova alteração para famílias com mais de seis membros passará para 0-8,6 e para as com mais de nove membros, 0-23. No escalão 5, o limite actual e de mais de 20e a nova tarifa familiar para seis membros prevê mais de 23,6. as familias que pretendam aderir a esta nova tarifa terão de estabelecer como prova da situação e do número de membros, que vivam em economia comum,  a apresentação emitida pela respectiva Junta de Freguesia, a última declaração de IRS. A prova terá de ser feita anualmente e durante o mês de Maio. De referir que esta tarifa exclui situações de coabitação não familiar, nomeadamente os derivados de sublocação, trabalho doméstico, partilha de habitação por agregados familiares diferentes e outros.

PSD deixa algumas críticas

O vereador Nuno Ferrão, do PSD, lembra que aquando da discussão do orçamento de 2006, os autarcas sociais-democratas propuseram a criação de uma tarifa familiar, tendo então o executivo socialista adiantando que já se encontrava a estudar o assunto. Só que, “foram necessários cerca de 11 meses para os SMAS apresentarem uma proposta” salienta o autarca adiantando que “demonstra ineficiência da administração dos SMAS”. Aliás, frisa, “esta situação vem comprovar as nossas reservas, colocadas desde a eleições deste conselho de administração dos SMAS, sobre a necessidade do mesmo ter a actual dimensão”. Nuno Ferrão defende que o agregado familiar abrangido deveria ser de cinco e não seis elementos como acontece noutras autarquias. Considera ainda que se a adição de 3,6 metros cúbicos por membro, nos agregados com seis ou mais membros, nos perece correcta, esta proposta vem demonstrar o quanto injusto é o primeiro escalão (0-5), que se aplica a agregados até cinco membros. Neste caso, o consumo médio mensal destes agregados não poderá ser superior a 1 metro cúbico, sob pena os mesmos passarem para o 2º escalão, onde o preço da água sobe 62 por cento.

Fonte/J.Montijo

Publicado por VERGONHA em 01:49 AM

Mais de 2.000 automobilistas presos pela PSP

A PSP deteve 2.278 pessoas, a maioria (794) por condução com excesso de álcool, no âmbito da Operação "Verão em Segurança" que decorreu entre 15 de Junho e 30 de Setembro, segundo um comunicado ontem divulgado. Durante a Operação, a PSP deteve ainda 599 pessoas por falta de carta de condução, 105 por furto ou roubo e emitiu também 442 mandados de detenção. Além das 794 pessoas detidas por excesso de álcool - por terem mais de 1,2 gramas de álcool por litro de sangue, que configura uma situação de crime - a PSP sancionou ainda mais 1.208 condutores por apresentarem uma taxa de alcoolémia superior a 0,5. No decorrer da Operação foram detectadas 19.165 infracções ao código de estrada, a maioria (1.730) por não utilização de cinto de segurança, seguido de uso de telemóvel durante a condução (1.343) e da falta de inspecção periódica obrigatória (785). A PSP apreendeu ainda 22.520 doses de estupefacientes e realizou também 553 operações em estabelecimentos, tendo identificado 4.491 indivíduos e verificado 777 infracções.

Sinistralidade

Relativamente à sinistralidade rodoviária, entre 15 de Junho e 30 de Setembro, a PSP registou 19.301 acidentes - menos 970 que no ano passado - que causaram 43 vítimas mortais (o mesmo número que em 2005). Ao longo de todo este período, a PSP empenhou no decurso das suas operações 39.631 elementos policiais. Só no último mês da Operação, em Setembro, a PSP fiscalizou 46.866 viaturas, 2.282 das quais estavam em excesso de velocidade, e detectou 602 condutores com uma taxa de alcoolémia superior ao permitido. A PSP detectou ainda outras 6.064 infracções ao código de estrada, a maioria 556 por falta de uso de cinto de segurança. Em Setembro foram ainda apreendidas 10.166 doses de estupefacientes. Quanto à sinistralidade verificada pela PSP no mês de Setembro ocorreram 5.710 acidentes, menos 98 que no ano passado, que causaram 10 mortos, menos cinco que em 2005.

Fonte/J.N.

 

 

Preço da luz sobe 1,8% já em 2007

A decisão do Governo de transferir para os clientes domésticos a quase totalidade dos sobrecustos com energias renováveis vai levar a um agravamento do preço de cerca de 1,8%, refere um estudo da E.Value para a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN). Em contrapartida, as empresas e indústrias vão ver os preços descer 3% em média. Se hoje o sobrecusto é de 30 cêntimos numa factura mensal de 20 euros e de 61 cêntimos numa factura mensal de 40 euros, esse valor mais do que duplicará a partir do próximo ano. Além deste agravamento, a APREN alertou para o aumento na produção de energia renovável, imposta por Bruxelas, de mais de 14% até 2010. Este aumento irá reflectir-se no valor do sobrecusto a ser cobrado na factura mensal.

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 01:47 AM