
Convocatória
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JUNTA DE FREGUESIA DE ALCOCHETE
O encerramento das urgências do Hospital do Montijo é cada vez mais uma ameaça com que a população do concelho de Alcochete se confronta.
É possível um melhor serviço e evitar o encerramento!
Vamos analisar em conjunto as soluções e evitar que os objectivos do Ministério da Saúde se concretizem.
Apareça e traga um amigo!
P'la Pró-Comissão
Isidoro Santos/João Noronha
Por João Marafuga (colunistas no BLOG Praia do Moinhos)

Canoagem “A Cidade e o Rio”
Mais um domingo e mais um passeio promovido pela Câmara Municipal de Montijo. Desta vez, os amantes da canoagem podem participar na actividade “A Cidade e o Rio”, no dia 5 de Novembro, às 15 horas. O passeio, com uma extensão de oito quilómetros, tem concentração marcada para as 14h00 no posto náutico do Clube Atlético de Montijo, junto ao Cais dos Vapores. As inscrições, limitadas a 14 vagas, estão abertas na Divisão de Desporto, até ao dia do passeio. Podem inscrever-se pessoas residentes ou não no concelho de Montijo. Os menores de 14 anos só podem participar acompanhados do encarregado de educação. “A Cidade e o Rio” tem uma taxa de participação de dois euros (seguro incluído), cujo pagamento deverá ser feito ao Clube Atlético de Montijo até 30 minutos antes do início da actividade. A iniciativa, organizada pela Divisão de Desporto em parceria com o Clube Atlético de Montijo, integra o projecto “Naturalmente Desporto” que procura promover actividades ao ar livre para o maior número possível de pessoas. Para inscrições e informações contactar a Divisão de Desporto, na morada Pavilhão Municipal de Montijo, Rua das Açucenas, através do telefone/fax: 212316786 ou do e-mail: d.desporto@mun-montijo.pt.
“Os Novos Fundos Estruturais no Quadro Financeiro 2007-2013”
O Centro de Saberes, da Câmara Municipal de Montijo e da Universidade de Lisboa, realizará no próximo dia 9 de Novembro, no auditório da Galeria Municipal de Montijo, pelas 17,30 horas, mais uma conferência dedicada ao tema “Os Novos Fundos Estruturais no Quadro Financeiro 2007-2013”. A conferência terá como oradores Jamila Madeira, deputada do Parlamento Europeu, Rui Baleiras*, secretário de Estado do Desenvolvimento Regional e Nuno Vitorino*, coordenador do Quadro de Referência Estratégica Nacional. A moderação ficará a cargo de Raquel Martins, jornalista do Jornal de Negócios. A entrada é grátis. Para mais informações contactar o Centro de Saberes de Montijo através do telefone 212327866, do e-mail: centro.de.saberes@gmail.com ou consultar o site www.mun-montijo.pt.
* a confirmar
Universidade Sénior em Montijo
A Câmara Municipal de Montijo, através do Gabinete de Saúde Acção Social e a Uniseti (Universidade Setubalense da Terceira Idade) realizam no dia 7 de Novembro, no Cinema Teatro Joaquim D’Almeida, a Cerimónia de Lançamento da Universidade Sénior – Pólo do Montijo. A sessão de abertura terá lugar às 15h00 com a participação de Maria Amélia Antunes, Presidente da Câmara Municipal de Montijo e de Brissos Lino – Reitor da UNISETI (Setúbal). Mário Moura, professor da UNISETI (Setúbal) continuará a sessão com a apresentação do tema “O Contributo das Universidades Seniores para um Envelhecimento Saudável”. A vereadora do pelouro de saúde e acção social, Maria Clara Silva, às 16h00, fará a apresentação “UNISETI – Pólo de Montijo: Um projecto com Identidade Local”. Por sua vez, Gabriela Guerreiro – Coordenadora do Gabinete de Saúde e Acção social procederá à apresentação do corpo docente da UNISETI – Pólo do Montijo. De seguida, os alunos da UNISETI de Setúbal farão uma apresentação dos seus trabalhos através de apontamentos de música, de teatro e de poesia. A cerimónia termina às 17h30 com o Moscatel de Honra. Durante todo o evento estará patente, nos espaços disponíveis no Cinema Teatro, uma exposição com trabalhos de alunos da UNISETI – Setúbal (pintura, estanhos, arranjos florais, entre outros). A Universidade sénior pretende proporcionar à população residente no concelho de Montijo, com idade igual ou superior a 50 anos, formação multidisciplinar em diversas áreas. Até ao momento já se inscreveram cerca de 100 alunos. As aulas, com a duração de cinco horas semanais, terão início na segunda quinzena de Novembro no auditório da Biblioteca Municipal, na Sala Polivalente do Cinema Teatro Joaquim D’Almeida e na Escola Profissional. Os alunos poderão optar por disciplinas teórico e práticas de nove departamentos: Línguas e Literaturas, História, Direito e Cidadania, Ciências Sociais e Humanas, Comunicação, Ciências da Saúde, Artes Criativas e Motricidade Humana.
Fonte/Rostos

Salário de 2.500 euros por 3 horas de condução
Os maquinistas do Metropolitano de Lisboa recebem, em média, cerca de 2500 euros ilíquidos mensais por três horas diárias de condução de passageiros. Trata-se da classe profissional mais numerosa na empresa Metro de Lisboa, que paga ordenados acima dos mil euros a todos os seus trabalhadores, apurou o Correio da Manhã. O facto de trabalharem no subsolo é uma das principais razões, de acordo com fontes do sector, para o valor dos salários pagos pelo Metropolitano de Lisboa, dos mais elevados nos transportes públicos e bastante acima da média nacional, que se situa nos 804 euros por mês. Com efeito, o leque salarial ilíquido das 57 categorias varia entre os mil e os três mil e quinhentos euros, já que aos salários base tem de se somar uma componente variável, que vai desde os subsídios de alimentação até ao de turno, passando por prémios de assiduidade e de desempenho. Os horários de trabalho semanal variam, entre as 22h30 (enfermeiros) e as 39 horas (serralheiros, mecânicos), embora a média se situe nas 36 horas. Os maquinistas constituem, entre os cerca de 1700 trabalhadores da empresa, a classe profissional mais numerosa, com 270 profissionais, sendo também uma das que aufere os salários mais elevados, segundo o um estudo realizado pelo Metro. Recebem, para além do salário base, subsídios de trabalho nocturno, subsídio de turno e subsídio de agente único (ao substituírem a antiga categoria de factor, responsável pela abertura e fecho das portas), entre outros. Com uma média etária em torno dos 40 anos e com pelo menos o 9.º ano, os maquinistas do metro transportam passageiros, no máximo, três horas por dia. Ou seja, metade do tempo de um maquinista da CP ou da Carris. O tempo restante do turno diário – de sete horas e meia, em virtude de terem um regime de folgas de quatro dias de trabalho e dois de paragem – é dedicado a manobras ou a levar comboios para manutenção ou reparação. “É um trabalho monótono, muito desgastante, em que estamos o dia inteiro a respirar limalha de ferro”, explicou ao Correio da Manhã Diamantino Lopes, maquinista e dirigente da Federação dos Sindicatos dos Transportes Rodoviários e Urbanos (FESTRU). É frequente, por isso, os maquinistas não continuarem a trabalhar no subsolo depois dos 55 anos, dado sofrerem de problemas de saúde, relacionados com a visão e audição.
GREVES PELO ACORDO
As cinco greves feitas pelos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, assim como as próximas do dia 7 e 9 de Novembro, foram convocadas face à recusa do conselho de administração em aceitar prolongamento do actual Acordo de Empresa. O documento, com cerca de 30 anos, termina em Dezembro do próximo ano, mas os sindicatos pretendem que se estenda até 2011. Neste momento a administração do Metro encontra-se numa fase de transição, uma vez que o actual conselho, liderado por Mineiro Aires, já terminou o seu mandato mas o próximo, presidido por Joaquim Reis, ainda não tomou posse. Ao todo, são oito os sindicatos envolvidos nas negociações com a empresa, entre os quais os sindicatos dos Electricistas do Metropolitano e o dos Quadros Técnicos de Desenho.
PASSAGEIROS
O Metropolitano de Lisboa transporta diariamente perto de meio milhão de passageiros para 48 destinos possíveis de quatro linhas subterrâneas com uma extensão total de 35,6 quilómetros.
CARRUAGENS
No final de 2005 o Metro de Lisboa tinha 338 carruagens em operação que circulam com um intervalo médio de dez minutos, variando ao longo do dia e nas várias linhas do serviço. Os comboios iniciam marcha às 6h30 e só param de madrugada, à 01h00.
NÍVEL SALARIAL
O nível salarial do Metropolitano de Lisboa é o segundo mais elevado da Europa. Só os funcionários do sistema subterrâneo de comboios de Viena de Áustria ganham mais do que os trabalhadores do Metro da capital portuguesa.
FACTORES
A categoria de factor desapareceu em 1995, a função destes trabalhadores era abrir e fechar as portas do comboio a cada paragem. A tarefa foi assumida pelos maquinistas que para isso recebem um subsídio que varia entre 317 euros e 475,50 euros mensais.
Fonte/C.M.

Grupo de Política nasce no Partido Socialista
Catarina Marcelino, António Paracana e Jaime Crato, integram os órgãos do recém constituído, Clube de Política de Montijo, uma iniciativa de um grupo de militantes do Partido Socialista. Um jantar debate subordinado ao tema "Encerramento das Urgências do Hospital do Montijo” marcou o arranque do clube que se propõe “criar espaços de discussão sobre temas que interessem à comunidade montijense”. Segundo informação que nos foi enviada "um grupo de militantes do partido socialista de Montijo, criou o Clube de Política de Montijo no dia 28 de Outubro de 2006”, acrescentando que – “este Clube de Política, constituído no âmbito dos estatutos do PS, tem como objectivo a promoção e realização de debates envolvendo militantes e independentes, sob questões e temas de relevo, de âmbito local, regional e nacional.” São membros fundadores deste clube, Antonino Cruz, António Paracana, Carla Ferreira, Catarina Marcelino, David de Jesus, Filomena Marques, Isidoro Santana, Jaime Crato, João Barata, José Evangelista, José Cáceres e Pedro Marques. Os órgãos do Clube de Política de Montijo são constituídos por um coordenador e dois secretários, sendo respectivamente, Catarina Marcelino, António Paracana e Jaime Crato.
Criar espaços de discussão sobre temas que interessem à comunidade
“O Clube de Política de Montijo nasceu da vontade deste grupo de militantes do PS Montijo debater com os militantes de base e com os montijenses em geral, temas de interesse político, apelando à discussão de ideias, revitalizando o diálogo interno, trazendo uma dinâmica que já existiu e que se tem vindo a perder ao longo dos tempos. Neste contexto o Clube propõe-se criar espaços de discussão sobre temas que interessem à comunidade montijense, convidar camaradas com destaque em determinados temas para reflectirem connosco, entre outras ideias que possam surgir e que, conjuntamente com estas, melhorem o desempenho do PS no Montijo. Com este propósito o clube disponibiliza um Blog cujo endereço é http://clubepoliticamontijo.blogspot.com, permitindo à comunidade montijense participar por esta via nos fóruns de discussão.” – salienta a nota enviada para a nossa redacção.
Encerramento das Urgências do Hospital do Montijo" abre os debates
Entretanto, sublinha o Clube de Politica de Montijo que como primeira iniciativa e para assinalar a sua constituição – “realizou-se um jantar debate subordinado ao tema "Encerramento das Urgências do Hospital do Montijo" com a participação como oradores, do Dr. Mário Jorge – Presidente do Sindicato dos Médicos do Sul, do Dr. Sérgio Silva – Médico do C. S. Montijo e do Dr. Mendonça Santos – Director do Serviço de Cirurgia do H. Montijo e Ex. Director do Hospital do Montijo. “Esta foi a primeira de muitas iniciativas com o pressuposto de uma reflexão que deve abrir e ser participada por todos aqueles que queiram contribuir para um PS mais vivo, mais democrático, mais solidário e mais aberto à comunidade montijense” – salienta o Clube de Política de Montijo , a finalizar a nota enviada para «Rostos».
Fonte/setubalnarede.pt
Setubalenses querem eleições intercalares na autarquia
Uma sondagem realizada nos últimos dias em Setúbal indica que a maioria dos setubalenses defende a realização de eleições intercalares para os órgãos autárquicos face à renúncia de mandato de Carlos de Sousa (CDU), informou hoje o PSD local. Segundo revelou à Lusa um dirigente local do PSD, a sondagem, realizada pela empresa Eurosondagem e que será divulgada quinta-feira em conferência de imprensa, aponta também para um «empate técnico» nas intenções de voto na CDU e numa eventual candidatura de Fernando Negrão, candidato independente pelo PSD nas últimas eleições autárquicas. O mesmo estudo indica que o PS se mantém como terceira força política do concelho. «Esta sondagem confirma que o PSD tinha razão quando pedia a realização de eleições intercalares após a saída do ex-presidente Carlos de Sousa, porque essa é também a vontade da maioria dos setubalenses», sublinhou o dirigente social-democrata. O ex-presidente da Câmara de Setúbal, Carlos de Sousa, e o vereador Aranha Figueiredo renunciaram em Setembro aos mandatos autárquicos para que tinham sido eleitos pela CDU, correspondendo a um pedido nesse sentido da estrutura local do PCP, que alegou apenas a necessidade de «renovar» a equipa autárquica. O PSD exigiu de imediato a realização de eleições intercalares e garantiu que o cabeça-de-lista das últimas eleições autárquicas - Fernando Negrão -, que obteve o melhor resultado de sempre do PSD em Setúbal, estava disponível para se recandidatar à presidência do município. Mais cauteloso, o PS recusou-se a derrubar a actual maioria comunista alegando que deveria ser o PCP a provocar a realização de eleições intercalares. Socialistas e social-democratas reúnem condições para fazer cair o actual executivo, uma vez que os dois partidos juntos têm cinco eleitos (3 do PSD e 2 do PS) e a CDU tem apenas quatro vereadores. A CDU foi a força mais votada em Setúbal nas autárquicas de 2005, com 40,39 por cento dos votos, seguindo-se o PSD com 25,43% e o PS com 21,20%.
Fonte/D.D./Lusa
Governo atribui licença à Secil para os testes de co-incineração
O Instituto do Ambiente já atribuiu à Secil a última licença necessária para começar os testes de co-incineração, afirmou hoje o ministro do Ambiente, adiantando que o licenciamento da Cimpor «está a caminho». Depois de na semana passada ter sido atribuída à Secil a licença ambiental e de instalação de resíduos, os primeiros testes de queima de resíduos perigosos dependiam apenas da atribuição de uma licença de exploração pelo Instituto do Ambiente. O licenciamento à Secil «já está concluído», disse hoje aos jornalistas o ministro do Ambiente, Nunes Correia, no final de uma audição no parlamento sobre o Orçamento de Estado para o sector. O governante salientou a «rapidez» com que o ministério tem tratado processo da co-incineração, e adiantou que o licenciamento da Cimpor para fazer também queima de resíduos perigosos «está a caminho». A Secil marcou para dia 8 de Novembro uma reunião com a Comissão de Acompanhamento, que integra nomeadamente membros de associações ambientalistas, prevendo-se que os testes arranquem dias depois. Um processo promete não ser pacífico, uma vez que, como o “Região de Setúbal Online” avançou ontem, a Câmara de Setúbal vai interpor na próxima semana uma providência cautelar para travar os testes. Para sexta-feira está marcada mais um protesto público contra a co-incineração na Secil, através de uma manifestação que envolve os municípios de Palmela, Setúbal e Sesimbra.
Fonte/Rede SemMais

A Frase do Dia
"A grande dúvida de Sócrates não é de uma simplicidade total: ser ou não ser? É um dilema temível: remodelar ou não remodelar?"
Por Fernando Sobral ao Jornal de Negócios

Verdades a que temos direito
Entrevistas lidas no último número do jornal da terra, atinentes ao primeiro aniversário de uma derrota justificada e de uma vitória imerecida no poder local, confirmam duas coisas:
1. O que se escreveu sobre a matéria neste blogue fica aquém da realidade;
2. Para dizer o mínimo, a câmara é um covil de mistificação.
Assumo as minhas responsabilidades na primeira, lamentando ter sido demasiado brando. Quanto à segunda, que só surpreenderá os distraídos, as soluções terão de partir da comunidade porque individualmente ninguém conseguirá emendar nada. Colectivamente deveria reflectir-se sobre se merecemos a mentira e a trapaça ou se as entrevistas representam um murro no estômago de quem se sacrifica para pagar impostos. Se se justifica haver crianças em escolas inqualificáveis, algumas sem nenhum ou com refeitório contentorizado, enquanto se realizaram obras não prioritárias, como um aberrante e dispendioso fórum cultural, uma biblioteca para o quádruplo da população residente e uma avenida a que decidiram chamar variante para o Estado a co-financiar. Se é justo continuar a subsidiar um associativismo que, em número significativo de casos, serve somente para pobres de espírito e de capacidade de iniciativa se armarem em importantes, embora haja centenas de pessoas que calcorreiam caminhos enlameados e esburacados, como as residentes em Pinhal do Concelho, Passil, Terroal e não só. Se devemos continuar a contemporizar com o desperdício de dinheiro em festanças a que a maioria não vai, embora haja centenas de idosos vivendo em isolamento e condições tais que, se conhecidos, chocariam até corações empedernidos. Dou apenas três exemplos para não maçar, embora tenha coleccionado um grande saco deles. A vós cabe decidir se preferem continuar com a cabeça enfiada na areia ou se é a hora de varrer o lixo, não para debaixo do tapete mas para o local correcto. Quando pressinto perfilarem-se no horizonte alguns potenciais candidatos a herdeiros desta choldra, peço-lhes um pouco de dignidade e de coragem: demonstrem, previamente, dispor da vassoura adequada para limpar esta porcaria. Provem ser bons técnicos de limpeza. Porque disto sei que todos são capazes.
Por Fonseca Bastos (colunista no BLOG Praia dos Moinhos)

Frase do dia
"As justificações 'técnicas' para introduzir portagens nalgumas Scut são mentirosas e desonestas"
Por José Manuel Fernandes ao Jornal PÚBLICO

Alcochete já tem dois gimnodesportivos
Foi ontem entregue oficialmente pela Câmara Municipal o há muito esperado pavilhão gimnodesportivo da EB 2, 3 El Rei D. Manuel I, de Alcochete. Recorde-se que a construção do pavilhão, iniciada em 2005, é uma reivindicação da comunidade escolar de há muito anos, tendo em conta que o único pavilhão de desportos existente na vila de Alcochete fica longe da escola e não consegue responder às necessidades locais. Estava previsto, durante a cerimónia de entrega, ser assinado um protocolo de utilização entre as duas entidades que permitirá que a comunidade não escolar também possa usufruir do espaço. A prioridade é dada à escola, durante o seu período de funcionamento (8h30 e as 18h30), mas, fora disso, as colectividades sedeadas no concelho poderão usar o espaço para as suas actividades. Competirá ao órgão de administração da escola a gestão corrente da infra-estrutura desportiva e, o município, garante a atribuição de um subsídio trimestral, a título de apoio pela utilização do pavilhão. Esse subsídio é atribuído como forma de pagar a utilização do pavilhão pelas colectividades e entidades do concelho que o queiram fazer. Apesar de todas as polémicas que envolveram a fase concursal, nomeadamente, as dimensões aprovadas em projecto, o novo pavilhão, orçado em cerca de meio milhão de euros, já está a ser utilizado pelos alunos da EB 2,3 El Rei D. Manuel I.
Fonte/J.N.
PIDDAC deixa Montijo “a ver navios”
Algumas das obras mais importantes para o desenvolvimento do concelho não vão ser alvo de investimento do Estado em 2007. O PIDDAC deixa de fora equipamentos como a Escola Profissional e a Escola Integrada de Esteval/Areias. Embora admita a importância da concretização destes projectos, a presidente da Câmara do Montijo, Maria Amélia Antunes, considera que o município não foi penalizado, mas «fruto de uma contenção orçamental necessária no país e de uma redistribuição por projectos intermunicipais». Montijo e Alcochete são dois dos concelhos do distrito de Setúbal mais prejudicados no PIDDAC para 2007. Com cerca de 440 mil euros, os projectos com verbas «mais significativas» contemplados no PIDDAC para o Montijo são a variante da Atalaia e as obras de adaptação para instalação de salas de audiências no Tribunal. «Este PIDDAC não difere muito do ano passado em que também não foram contemplados grandes projectos», explica à Rede SEMMAIS Maria Amélia Antunes. A edil socialista recorda que em 2006 o grosso do investimento destinava-se ao Arquivo Municipal e a intervenções nos estabelecimentos de ensino secundário, nomeadamente a Escola Jorge Peixinho. Este ano não há verbas para o arquivo, «mas já há um montante significativo para a variante da Atalaia», pois, segundo a autarca, com os 125 mil euros previstos «já dá para fazer muita coisa». No entanto, ressalva que «a verba não é suficiente e terá de haver mais financiamento no próximo ano». Maria Amélia Antunes não está satisfeita com este orçamento, pois «todos os municípios gostariam de ter mais investimentos públicos». No caso do Montijo, voltam a ficar de fora a Escola Profissional e a Escola do Esteval/Areias. Estes dois projectos voltaram a fazer parte da lista de apostas da autarquia para 2008, mas Maria Amélia Antunes espera encontrar outra fonte de financiamento para a Escola Profissional. «Esperamos que no quadro da aposta na qualificação do emprego, o Montijo beneficie de verbas para este projecto no quadro comunitário de apoio», frisa. Ainda assim, Maria Amélia Antunes compreende as dificuldades do Governo que a bem da contenção orçamental teve de cortar o PIDDAC em todos os distritos do país. Instada a comentar os montantes pouco significativos com que o concelho tem vindo a ser contemplado nos últimos anos, a edil considera que «não há qualquer penalização». «Há apenas uma redistribuição para outros projectos». É de salientar a verba prevista para a intervenção na EN 352 que liga o Montijo a Pinhal Novo e que «está incluída nos projectos intermunicipais, apesar de também beneficiar o Montijo». Apesar de não ser uma verba que vá directamente para a autarquia, salienta ainda o investimento realizado no Tribunal, pois «é importante que se criem condições em todos os equipamentos do concelho». Confessando que não se dá por satisfeita com o PIDDAC para 2007, a edil montijense assegura que vai «continuar a insistir em projectos que considera importantes» nos próximos orçamentos. No entanto, este ano a autarquia não deverá a apresentar mais propostas para o PIDDAC 2007, que de acordo com o Governo «não está fechado e ainda poderá incluir reivindicações de partidos e autarquias». Também o concelho de Alcochete ficou penalizado com a contenção orçamental. Com apenas 175 mil e 800 euros, Alcochete aparece com verbas simbólicas que se referem a compromissos de comparticipação vindos de anos anteriores. É o caso da Biblioteca Municipal (134 mil euros), o pavilhão desportivo da Escola D. Manuel I (cinco mil euros) e a rotunda junto à Academia do Sporting (25 mil euros). Apesar das várias tentativas de contacto, a Rede SMJ não conseguiu obter até ao fecho desta edição qualquer comentário do presidente da Câmara de Alcochete, Luís Franco, em relação a esta matéria.
Segurança “mora” na Secundária de Alcochete
A Escola Secundária Pluricurricular de Alcochete ficou classificada entre as cinco primeiras escolas mais seguras do país, no âmbito de um inquérito realizado pela DECO Proteste em 204 estabelecimentos de ensino. Mas como as restantes quatro primeiras classificadas são estabelecimentos de ensino privados e profissional, a Secundária de Alcochete acaba por conquistar o título de escola mais segura a nível nacional no que se refere ao ensino público regular. José Caninhas, presidente do Conselho Executivo da referida escola, realça que a «relação pessoal entre a comunidade escolar, que é familiar e de grande proximidade, é o que torna a escola mais segura», aliado, sem dúvida, ao «bonito e agradável» edifício. Na sua opinião, manter o referido estabelecimento exclusivamente secundário é, também, uma das formas que contribuem para este galardão da DECO Proteste. José Caninhas não tem dúvidas de que os elevados parâmetros de segurança na escola contribuem para uma «maior aprendizagem dos alunos». O sistema de vídeo-vigilância não existe na escola, e, de acordo com o responsável, não está nos planos vir a dotá-la de tal equipamento, uma vez que é «muito caro». José Caninhas destaca o apoio do projecto Escola Segura, que disponibiliza um agente da PSP para efectuar a segurança no recinto do estabelecimento. As associações de pais e de estudantes estão em vias de constituição. O inquérito foi efectuado pela DECO Proteste, entre Fevereiro e Abril deste ano, a 46 mil alunos e professores de todo o país, com a finalidade de identificar e avaliar os problemas de segurança e criminalidade nas escolas do ensino secundário. No que concerne a carências, o professor destaca a falta de pessoal auxiliar de acção educativa na escola. «O ideal seria a DREL adjudicar a limpeza do recinto da escola a uma empresa externa, de forma a que o pouco pessoal possa estar mais liberto para se dedicar a tempo inteiro à acção educativa», sublinha o docente. Com três anos de existência, a Secundária de Alcochete, localizada na urbanização dos Barris, conta este ano lectivo com 530 alunos, incluindo os do ensino recorrente nocturno, 20 funcionários e 60 docentes. Está dotada de 21 salas de aula, duas de informática, seis laboratórios e pavilhão desportivo.
Fonte/Rede SemMais
‘Apagão’ no Freeport de Alcochete
O espectáculo de teatro de fogo ‘Apagão, o fascínio da luz negra’, da autoria da Artelier?, encerra sábado, pelas 21h30, a ‘Mostra de Artes de Rua 1+1=3’ que ao longo do mês de Outubro preencheu os fins-de-semana no Freeport Designer Outlet de Alcochete. O ‘Apagão’ é um espectáculo “transversal, com dança, ópera, teatro, muita acção e efeitos especiais” onde “a cultura e a festa estão acessíveis para todos”, explica Nuno Paulino, director artístico da Artelier?. Escrito com base em autores como William Blake, Conan Doyle ou William Gibson, ao longo de 45 minutos o ‘Apagão’ conta a história de quatro personagens a bordo de uma plataforma de pesquisa de novas energias e que ao perfurarem a terra são apanhados num nevoeiro e num fogo que progressivamente os transforma numa espécie distante da raça humana. Um espectáculo gratuito que conta com dez personagens em cena e que “é um teatro de rua e de fogo”, onde este elemento é utilizado “para dar uma tonalidade vermelha ou azul ao cenário”. Um espectáculo que é desenvolvido “de acordo com o que o espaço físico manda”, nota Nuno Paulino. Um ponto alto é quando entra em cena “um personagem suspenso e com uma bicicleta, que vai sobrevoando o espaço cénico enquanto canta ópera”, acrescenta. Esta será a 12ª apresentação do espectáculo, que esteve na abertura do Festival de Teatro de Turim e que foi também seleccionado para a programação cultural do campeonato de vela ‘American Cup’, em Valência, e do Festival Internacional de Teatro de Rua – Aytalloja, em Granada. Para o ano de 2007 a companhia está já a preparar o ‘Ouver o Mar’, um espectáculo “próprio para espaços aquáticos, ainda em busca de um local para a estreia”, que será em Maio. A ‘Artelier’ existe há oito anos, é uma companhia exclusivamente de teatro de rua e já apresentou “mais de 800 espectáculos em Portugal”, afiança o director artístico. Uma companhia que habitualmente “não trabalha com instituições privadas”, no entanto sentiu um “elo” com o Freeport, uma vez que, tal como a ‘Artelier’ projecta espectáculos ao ar livre, também este centro comercial “é a céu aberto”. Nuno Paulino considera, além disso, que os artistas “devem ir ao encontro do público” e que a estes centros de vendas “também cabe a responsabilidade de oferecer algo mais ao público, que ali passa tanto tempo”. Quanto à situação das artes de rua em Portugal afirma que as condições de clima e de paisagem que o país oferece “estão subaproveitadas”, embora admita que “já exista uma maior abertura e procura destes espectáculos”. Portugal tem a capacidade de se “transformar num país de cultura para todos e de turismo cultural”, conclui.
Fonte/setubalnarede.pt
Greve na Alcoa “ameaça” Autoeuropa
A produção dos mono-volumes da Autoeuropa poderá parar hoje, se os trabalhadores da Alcoa cumprirem a decisão tomada ontem à tarde, em plenário. A linha de produção pára pelo terceiro dia consecutivo e os trabalhadores decidiram impedir a saída de um camião com 160 cablagens, esta noite, da fábrica do Seixal. «Não temos receio de comprometer a produção de outra empresa porque é assim que e chamamos a atenção para o nosso problema», afirma Rosário Silva, coordenadora da comissão de trabalhadores (CT) da Alcoa. Os 480 trabalhadores da unidade portuguesa de cablagens exigem saber qual o plano de produção previsto para o próximo ano uma vez que receiam a deslocalização para a Hungria. Como a capacidade de produção tem vindo a ser reduzida, com os vários despedimentos realizados nos últimos anos, há equipamento excedentário que a administração tem vindo a transportar para outras unidades europeias. «Já levaram parte do material para a Hungria e, por isso, queremos garantias de que a produção se vai manter aqui», explica Rosário Silva. A Alcoa do Seixal já teve cerca de 3000 trabalhadores e uma produção diária de 700 cablagens para os MPV´s da Autoeuropa. Hoje, segundo a coordenadora da CT, não vai além das 200 cablagens por dia. Para o novo Volkswagen cabriolet EOS, este componente já é produzido na unidade da Alcoa na República Checa. A Autoeuropa é, actualmente, o único cliente da Alcoa do Seixal e os trabalhadores temem que o fim do ciclo de vida do actual mono-volume signifique o fim da empresa fornecedora. «Não temos, sequer, a garantia de que vamos produzir até ao final de 2007», crítica Rosário Silva. Os trabalhadores prometem manter-se em greve até terem uma resposta da administração.
Fonte/Rede SemMais
Montijo vai ter policiamento de proximidade
A Policia de Segurança Pública (PSP) vai criar no próximo mês o policiamento de proximidade em 22 localidades, entre as quais Montijo, um programa que envolve cerca de 200 elementos e que é destinado aos idosos, crianças, comerciantes e vitimas de violência doméstica. O Montijo foi a única localidade do distrito de Setúbal abrangida por esta medida. O subintendente Elias, da PSP, explicou que “o objectivo do programa é permitir que haja mais visibilidade dos agentes policiais na rua no âmbito da prevenção de crimes”. O programa vai funcionar com equipas que visam apoiar as vítimas, nomeadamente de violência doméstica, prevenir os crimes contra uma franja da população mais frágil como é o caso dos idosos e ajudar os comerciantes, muitas vezes alvo de roubos e assaltos. A PSP terminou recentemente a formação de formadores e, a partir de Novembro, vai iniciar a formação dos elementos das equipas, pelo que estas deverão “ir para a rua” em finais do próximo mês. O número de elementos que compõem cada equipa é variável consoante a localidade, sendo a sua gestão da responsabilidade do comandante da esquadra. O programa vai ser avaliado através de inquéritos aos agentes e aos cidadãos realizados pela Universidade Nova. Daqui a um ano realiza-se novo inquérito, comparam-se dados e far-se-á primeira apreciação do programa, acrescentou o subintendente Elias. De referir que há muito tempo que a população e autarcas do Montijo reivindicavam mais meios para PSP devido ao aumento populacional e também a actos de vandalismo esporádicos, mais intensos nas noites de fim-de-semana.
Câmara vai entregar documento de contestação nos próximos dias
A presidente da Câmara Municipal, Mana Amélia Antunes vai entregar dentro de poucos dias o documento de contestação à decisão da Comissão de Apoio Técnico ao Processo de Requalificação das Urgências, cujo relatório aponta para o enceramento do serviço de urgências do Hospital Distrital do Montijo. A revelação foi feita por Maria Amélia Antunes anteontem (25/10/06) na reunião pública do executivo camarário adiantando que neste momento falta apenas reunir com o coordenador da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, esperando que esse encontro aconteça até segunda-feira. Maria Amélia Antunes salientou que o prazo de consulta pública do relatório foi prorrogado até meados de Novembro e esta contestação tentará travar a intenção de fechar o equipamento no Montijo já que a decisão final será anunciada até ao final do ano pelo ministro da Saúde, Correia Campos. Maria Amélia Antunes que respondia a uma questão do vereador da CDU, Serra da Graça, sobre esta matéria, salientou que “é inaceitável e não faz sentido nenhum encerrar as urgências” e lembrou que na reunião que teve em Coimbra na sede da Associação Nacional de Municípios Portugueses com a referida equipa técnica, argumentou com os factos de que no relatório “há uma distorção da realidade do concelho do Montijo porque há populações que a distancia é de 40 quilómetros do hospital o que deste logo põe em causa o pressuposto da distância”. Além disso, o relatório “não tem em conta o crescimento populacional nem os investimentos feitos há quatro anos nas urgências”. A presidente disse ainda que a equipa técnica sugeriu uma reunião com a autarquia a exemplo dos outros municípios abrangidos pelo relatório, mas “não vejo nenhuma vantagem em voltar a reunir com a equipa para apresentar o mesmo tipo de argumentos”. Maria Amélia Antunes afirmou que o argumento utilizado por alguns municípios e com o qual concorda é o facto do relatório não apresentar um estudo sobre os impactes que os hospitais de acolhimento terão com esta alteração, neste caso concreto nos hospitais do Barreiro e de Almada. Ora, “o tempo de espera no hospital do Barreiro já é bastante” adianta a autarca. A autarca frisa que no documento que vai entregar apresentará uma proposta de rentabilização dos equipamentos de saúde da cidade. Na sua opinião a autarquia não deverá apenas contestar mas também apresentar alternativas. Por sua vez, o vereador Serra da Graça disse que o relatório aponta os memos riscos de trauma e industriais como factor de não encerramento de urgências dando como exemplo Sines. Nesse sentido, o vereador diz que Montijo pode alegar este motivo porque tem um factor de risco que é a Ponte Vasco da Gama e industrial uma vez que o Outlet de Alcochete e o Fórum Montijo recebem milhares de pessoas aos fins-de-semana.
Centro de Saúde vai para obras
Maria Amélia Antunes disse que o Centro de Saúde do Montijo, sito na avenida Luís de Camões vai sofrer profundas obras de remodelação que deverão prolongar-se por três meses. Este centro tem 33 mil utentes pelo que estas obras poderão afectar seriamente a população. “Vai ser uma situação complicada” disse a autarca. A presidente afirmou que uma das soluções possa pelo Centro de Saúde do Afonsoeiro que tem capacidade para 20 mil utentes e neste momento tem apenas oito mil.
Jardim-de-infância da Atalaia promove campanha
Três educadoras do Jardim-de-infância da Atalaia do Agrupamento de Escolas Maestro Jorge Peixinho realizaram, entre os dias 16 e 17 de Outubro, uma campanha de solidariedade de recolha de alimentos com vista a apoiar famílias carenciadas e assinalar o fia Mundial da Erradicação da Pobreza. De acordo com as educadoras Leonor Santos Nunes, Filomena Rodrigues, Júlia Igreja esta campanha envolveu cerca de 45 crianças do Jardim-de-infância da Atalaia “tendo-se revelado um verdadeiro sucesso”. Refira-se que a mesma campanha decorreu também no Jardim-de-infância do Alto Estanqueiro e os alimentos recolhidos reverteram a favor da Cantas Diocesana.
Fonte/J.Montijo

Banca lucra cinco milhões por dia
Os bancos privados Santander Totta, BCP, BES e BPI tiveram um lucro de cinco milhões de euros por dia, ou seja, 1,39 mil milhões de euros de Janeiro a Setembro de 2006. Comparando com os primeiros nove meses do ano passado, a média de crescimento do resultado líquido foi de 27,5%. O BES foi o que mais progrediu em termos percentuais. O Banco presidido por Ricardo Salgado ganhou 304,7 milhões de euros (mais 46,5%). Seguiu-se o BPI, com uma progressão de 38%, para 218 milhões de euros. O Santander Totta lucrou 316,6 milhões de euros, com uma progressão de 23,7%, e o BCP teve um resultado líquido de 557 milhões de euros, mais 1,9%.
LUCROS DOS BANCOS
BES: 304,7 milhões de euros (+46,5%)
BPI: 218 milhões de euros (+38%)
SANTANDER/TOTTA: 316,6 milhões de euros (+23,7%)
BCP: 557 milhões de euros (+1,9%)
TOTAL: 1396,3 milhões de euros entre Janeiro e Setembro.
Fonte/C.M.