novembro 10, 2006

Em apenas dois meses a Junta tem um lucro de 39.637,18 euros

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Existem coisas que, por mais bem explicadas que possam ser, não se conseguem entender. Falo dos lucros, astronómicos da Junta de Freguesia do Montijo que, em apenas dois meses tem um lucro de quase 40.000 euros (8.000.00$00 contos) (ver foto). Hora, se por um lado a autarquia se desculpa com falta de verbas para realizar obra, a Junta de Freguesia tem lucros astronómicos, mesmo sendo do conhecimento geral do difícil estado da nação onde o próprio Governo corta em tudo e mais alguma coisa por não ter dinheiro. Isto há coisas que, mesmo muito bem explicados só alguns conseguem entender. Fizemos uma pequena simulação destes lucros astronómicos da Junta de Freguesia do Montijo, e os resultados são no mínimo incríveis, ou seja, se em dois meses a Junta de freguesia do Montijo tem um lucro de quase 40.000 euros e se multiplicarmos esse valor por 6 vezes (12 meses do ano), o resultado é qualquer coisa como 240.000 euros (48.000.000$00 contos). Depois de fazermos esta simulação e, porque temos consciência de que, nem as receitas nem os lucros são sempre iguais, dividimos o resultado em dois e mesmo assim a Junta de Freguesia obtêm um lucro de 120.000 euros (24.000.000$00 contos). Depois de tudo o atrás demonstrado, chegamos à conclusão que, o senhor Presidente da Junta de Freguesia do Montijo, José Francisco dos Santos, é um autêntico presidente milagreiro. Enquanto uns (maioria) o dinheiro não chega para nada, este presidente obtém lucros astronómicos desta natureza. Bom com presidentes deste quem vai querer outros no Montijo…já agora o senhor presidente bem podia dar umas lições de gestão à senhora Presidente da Câmara Municipal do Montijo, quiçá a cidade do Montijo não saia deste marasmo a que está mergulhada.

Por Vergonha

Publicado por VERGONHA em 03:51 AM

Despedimentos de pessoal podem ser concretizado

Segundo comunicado a que tivemos acesso, onde é divulgada a tradução de uma entrevista à imprensa alemã, pelo responsável da gestão dos Recursos Humanos do Grupo VW, o despedimento de trabalhadores na Volkswagen Autoeuropa pode vir a tornar-se realidade. António Chora, membro da Comissão de Trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa, alerta os trabalhadores da empresa para essa probabilidade.Divulgamos a passagem da referida entrevista, do Responsável da Gestão de Recursos Humanos do Grupo VW, onde pode verificar-se as suas preocupações com a situação das fábricas na Europa, nomeadamente em Portugal.

Excerto da entrevista

HAZ: Até agora a questão da redução de pessoal na VW só era referida para as fábricas alemãs. O que se passa com as fábricas na Bélgica, Espanha e Portugal?

Continuamos, de facto, com um problema na Europa Ocidental. Tal como na Alemanha iremos proceder a redução de pessoal. O mercado cresce em países como a Rússia, a Índia e a China e ao mesmo tempo, países como a Espanha perdem as suas vantagens económicas. Além do mais temos de terminar com a ocupação de apenas três quartos da capacidade das fábricas. Por isso iremos prosseguir com as reduções na Europa Ocidental.

HAZ: Isso significa encerramento de fábricas?

Já fiz encerramentos e trata-se de algo dramático. Se possível, queremos evitá-los.

HAZ: Como é que se adaptam sobre capacidades ao prolongamento do tempo de trabalho?

Tivemos de prolongar o tempo de trabalho para as 33 ou 34 horas, para conseguirmos ter custos horários competitivos. Simultaneamente reduzimos a capacidade através da redução de pessoal.

 

 

3.º Festival de Teatro Amador

Numa organização conjunta da Associação Gil Teatro com a Câmara Municipal, decorre no concelho de Alcochete, até ao próximo dia 12 de Novembro, a 3.ª Edição do FESTT.A. – Festival de Teatro Amador. A edição deste ano, integra a participação de seis grupos de teatro amador, incluindo o grupo de teatro local, em representação da Associação Gil teatro, a sabe: Gato S.A. – Santo André – Sines, A Partida – Sociedade Musical 5 de Outubro – Paio Pires/ Seixal, Artimanha – Pinhal Novo, Grupo de Teatro Esteiros - Alhandra e Palha de Abrantes – Abrantes. Os espectáculos vão subir à cena na Casa do Povo e no Fórum Cultural de Alcochete, sendo que no final de cada representação haverá oferta de castanhas assadas.

Sexta, 10 de Novembro

21h30 – Fórum Cultural de Alcochete - "As Guitarras de Alcácer Quibir", pelo Grupo Artimanha (Espectáculo incluído no 3.º Festival de Teatro Amador – FESTT.A. - uma organização da Associação Gil Teatro)

Sábado, 11 de Novembro

21h30 - Casa do Povo de Alcochete - "Dança da Vida" pelo Grupo Esteiros (Espectáculo incluído no 3.º Festival de Teatro Amador - FESTTA, numa organização da Associação Gil Teatro)

Domingo, 12 de Novembro

16h00 - Fórum Cultural de Alcochete - "Uma noite com Tchekov" pelo Grupo Palha d´Abrantes.

Fonte/Rostos

 

 

Construção de novo Centro de Saúde em Pinhal Novo adiada

A Administração Central deu o dito pelo não dito”, refere José Reis, representante da Plataforma da Saúde de Pinhal Novo, sobre a não inclusão de verbas no plano de investimentos do Governo de 2007 para a construção do novo centro de saúde de Pinhal Novo, depois de em Junho deste ano, Rui Monteiro, director da Administração Regional de Saúde (ARS), ter “garantido que a Direcção Geral de Saúde considerava prioritário a inclusão deste projecto no PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) 2007”. Álvaro Amaro, presidente da Junta de Freguesia de Pinhal Novo, refere que sem este novo centro de saúde “será difícil fazer fixar mais profissionais de saúde na freguesia”. José Reis afirma que a construção do centro de saúde no lado sul de Pinhal Novo é a “grande questão de fundo e prioritária” para o melhoramento dos cuidados de saúde prestados à população, nomeadamente, porque a extensão de saúde nº 7, a mais antiga da vila, funciona “sem condições” numa habitação familiar localizada junto a uma rotunda que “dificulta o acesso e coloca em perigo os utentes”. Álvaro Amaro afirmou que “gostava que o Ministério da Saúde honrasse o seu compromisso para com a população”, depois das autarquias e instituições municipais terem já contribuído com a sua parte através das deliberações da Câmara Municipal e da Assembleia Municipal que “colocam nas mãos da Administração Regional de Saúde um terreno avaliado em milhares de euros” para a construção do novo centro de saúde. No entanto, o autarca lamenta que o ministério da saúde tenha “entendido reformular o projecto” e não incluir a obra no plano de investimentos da administração central, o que irá provocar “um atraso de mais dois anos”, nota. O autarca frisa que esta notícia constitui “uma enorme decepção” para o movimento e para a freguesia, até porque a própria Sub-Região de Saúde estava “empenhada” neste processo e tinha “praticamente garantido que este seria o ano do projecto, e 2007 seria o ano das obras”. Feito o balanço da actividade do movimento de cidadãos, e depois das várias reuniões realizadas com a ARS e a directora do Centro de Saúde de Palmela desde Maio, os avanços verificados “são um pequeno passo no melhoramento dos cuidados de saúde primários”, notou José Reis, que sublinha que “neste momento já só há consultas a partir de Fevereiro para os utentes sem médico”. José Reis alertou que existe um défice “muito grande” na prestação dos serviços médicos e, nomeadamente, no acesso a consultas, referindo que existem ainda “cerca de 10 mil utentes sem médico de família” na freguesia. Por outro lado, acrescenta que ainda está “muito desorganizada a questão do receituário médico”, que provoca atrasos de 15 a 20 dias no fornecimento das receitas médicas aos utentes. José Reis adianta ainda que os doentes crónicos “continuam a ter graves dificuldades para apresentar análises clínicas ou exames”, sublinhando que os cidadãos “chegam a ter de esperar dois meses, tempo que põe em causa a saúde dos cidadãos”, conta.

Plataforma de Saúde já conseguiu algumas vitórias

No imediato, Álvaro Amaro nota que a Plataforma da Saúde para além de conseguir “mobilizar a população”, conseguiu que a Sub-Região de Saúde “reconhecesse as dificuldades” que os cidadãos têm para aceder aos médicos de família, e que viesse a ser contratada mais uma médica, que neste momento está a constituir lista na extensão nº 6, e que fosse contratado outro médico, por períodos de 3 meses, que diariamente dá cinco horas de consultas na mesma extensão. No entanto, o autarca considera que estes avanços são “ainda são muito incipientes”, porque continuam a reclamar a curto prazo a contratação de mais um médico para integrar o quadro de recursos humanos do centro de saúde da Avenida Zeca Afonso. O presidente da junta adiantou que o objectivo da Plataforma da Saúde é que haja médicos de família para todos e não a consulta pontual de urgência. Segundo o autarca “não é isso que resolve as carências de saúde” dos utentes, é “o acompanhamento e o planeamento que dá qualidade de vida, e permite apostar na prevenção”. A plataforma tem vindo a reclamar também que para além dos dois blocos de consultas que estão agora a ser disponibilizados diariamente para os utentes sem médico, para consultas entre as 16h e as 20h, que fosse criado neste mesmo período “uma outra resposta que nunca existiu em Pinhal Novo”, refere Álvaro Amaro, que é o atendimento à doença aguda, para evitar que os utentes se desloquem ao centro de saúde de Palmela, dadas as dificuldades de ligação em termos de transportes públicos. O autarca salienta que é “essencial poder dar essa resposta no centro de saúde de Pinhal Novo”, até pelos dados disponibilizados pela Sub-Região de Saúde que revelam que “a maior percentagem de pessoas que recorrem ao atendimento da doença aguda” no centro de saúde de Palmela “são residentes do Pinhal Novo”. Entretanto, na última reunião com a ARS que decorreu na passada segunda-feira, Amílcar do Vale, director dos Serviços de Saúde da Sub-Região de Saúde de Setúbal, avançou a informação da criação de uma unidade de saúde familiar em Palmela, e “deu esperança” que a reorganização do sistema do atendimento à doença aguda em Palmela, possa abrir a oportunidade de abrir também este tipo de assistência em Pinhal Novo. O presidente da junta considera que “tem de haver esta resposta numa freguesia que é o maior centro urbano do concelho”. A Plataforma da Saúde foi criada em Abril de 2006 com objectivo de constituir uma frente comum para reivindicar melhores condições de saúde para a freguesia e promover a discussão pública dos serviços de saúde. Este movimento é liderado por associações da freguesia, associações de utentes dos serviços públicos, associação dos dadores de sangue de Pinhal Novo, várias associações culturais e desportivas e por cidadãos singulares. A Plataforma da Saúde, para além de já ter promovido cerca de uma dúzia de reuniões públicas em vários locais da freguesia, para análise dos serviços de saúde, promoveu uma vigília em Maio. Outra iniciativa foi o envio de um abaixo-assinado com “mais de 4 mil assinaturas” ao ministro da Saúde, que até ao momento “continua sem resposta”. Álvaro Amaro sublinha que o movimento tem “tido o mérito de conseguir manter uma periodicidade regular de encontros”, reunindo quinzenalmente, que têm tido a participação de “dezenas de cidadãos” que, entre outras acções, “vão dando conta de como é que as respostas nos centros de saúde vão evoluindo”, uma tarefa de monitorização “importante”, refere o autarca, porque “nem sempre as informações que nos dão nas reuniões com as entidades correspondem à verdade”. Álvaro Amaro afiança que a autarquia aderiu a este movimento de cidadãos “desde a primeira hora”, e tem procurado acompanhar os trabalhos e fazer propostas, pois, “tem-se reconhecido no trabalho da Plataforma da Saúde” porque as reivindicações deste movimento “correspondem às aspirações da população da freguesia”. O autarca frisa ainda que “é importante a discussão que tem sido promovida pelos cidadãos” em torno dos serviços de saúde, porque proporciona o diálogo sobre questões que afectam a vida das populações como a política do medicamento, as novas taxas moderadoras, o final das comparticipações em alguns medicamentos, para além de proporcionar a troca de experiências “num espaço de participação cidadã” em que as pessoas acabam por discutir colectivamente todos os aspectos da problemática da saúde. O “Setúbal na Rede” contactou também a Sub-Região de Saúde de Setúbal, mas não obteve resposta em tempo útil.

Fonte/setubalnarede.pt

Publicado por VERGONHA em 03:50 AM

novembro 09, 2006

Dinheiro do erário público para fins políticos

   

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Mais uma vez a Autarquia PS do Montijo, lança um catálogo de pura propaganda politica a favor da própria presidente da Câmara Municipal do Montijo, Maria Amélia Antunes. Tudo isto à custa dos dinheiros públicos e dos contribuintes, não sendo esta a primeira vez que o faz descaradamente. Mais uma vez a senhora presidente utiliza os dinheiros públicos para fins políticos e pessoais, ou seja, para fazer propaganda política do seu primeiro ano de mandato eleitoral, referente à sua última reeleição. Esta atitude imoral é simplesmente vergonhosa (ver fotos).

Por Vergonha

Publicado por VERGONHA em 01:53 AM

Frases do dia

O estacionamento ilegal é um flagelo em todas as cidades mas no Montijo queremos combater isto

Por Nuno Ribeiro Canta (vereador do PS no Montijo)

 

 

Montijo não é Bronx (bairro violento norte-americano) mas não é calmo como o vereador diz ser

Por Lucília Ferra (vereadora do PSD Montijo)

 

 

Nunca devemos atirar pedrinhas par o tecto porque podem cair-nos em cima

Por Lucília Ferra (vereadora do PSD Montijo)

Publicado por VERGONHA em 01:51 AM

Direitos e deveres

Na semana em que se anuncia nova mobilização social a nível nacional e um retorno à greve e às denominadas «jornadas de luta», seria benéfico que os trabalhadores – e os cidadãos em geral do País – reflectissem sobre os seus deveres da mesma forma que o fazem sobre os direitos de cidadania. É inegável o esforço do Executivo para mudar o rumo dos acontecimentos e o lamentável estado económico e social a que Portugal chegou – numa leitura que, note-se, só pode ser feita quando se compara esta realidade com a de países de primeira linha. Não estamos bem, é um facto, mas estamos muito melhor do que a esmagadora maioria das pessoas que habita o planeta. Queremos mais e melhor, mas apenas esse grau de exigência – seja ela sustentada pelas reivindicações salariais e sociais ou pelas reformas políticas - nos fará progredir. Parece inevitável que esse esforço político venha a ter consequências na sociedade. As reformas sociais, políticas, económicas e fiscais são vitais. Ou surgem agora ou dificilmente se concretizarão. Sócrates está a fazer o que todos os Governos pós-Cavaco Silva deviam ter promovido, com ou sem maioria absoluta. Ao usar os denominados centros nacionais de competência para mudar o País, chega-se à responsabilização. E às decisões. Pode-se denunciar o Executivo pelo excesso de propaganda e alguns flops. Pode-se inclusive censurar certos ministros, os quais dificilmente resistirão muito mais tempo à frente dos seus ministérios. Pode-se criticar o Governo por estar a mexer em premissas que eram dadas praticamente como eternas e intocáveis, nomeadamente na saúde e na segurança social. Pode-se ainda ser mais crítico por este mesmo Governo ter dito uma coisa em campanha eleitoral e agora ter sustentado o inverso – mas alguém, perante o actual estado do País, pode concordar que as Scut existam segundo os trâmites que as regiam há dez anos? Mas há quantos anos se devia ter mexido nas Finanças Regionais e sido mais rigoroso a nível da função pública? Na soma dos prós e contras, o saldo ainda se mostra positivo. Sente-se, no entanto, um certo mal-estar no País. Dizem as sondagens que desceu a popularidade do Governo e, inédito, do próprio primeiro-ministro. Há quem defenda o lamento que é ver as medidas políticas e governativas interferir no dia-a-dia das pessoas. Mas ainda bem que há interferências. É sinal que algo está a ser feito. Portugal e os portugueses não podem continuar a viver acima das suas reais possibilidades. O grau de endividamento das famílias é brutal. A produtividade e rendimentos auferidos são bem menores. Se algo mais devia ser feito no futuro imediato seria educar os portugueses, que não sabem sobreviver numa sociedade de consumo. Não nos referimos somente ao cultivo de hábitos de leitura de jornais e livros ou a que se abrace o plano tecnológico sem receios. Mas que se comece por noções básicas de poupança e trabalho. Não, não se apregoa o cinzentismo e a austeridade salazarista. Mas apenas o bom senso. Acabar de vez com os gastos de 120 quando só se tem 100 para aplicar. Ter bons profissionais e excelência no trabalho. E não trabalhadores remediados a pensar nas dívidas que não podem pagar. E estas ideias, mais do que incutidas pelo Estado, devem ser defendidas e reflectidas pelos indivíduos. É tanto um direito como o dever de cada um de nós.

Por Filipe Rodrigues da Silva  (colunista no Diário Digital)

Publicado por VERGONHA em 01:50 AM

Universidade abreportas aos idosos

O cine-teatro Joaquim D' Almeida foi, ontem, palco da sessão de abertura da Universidade Sénior de Montijo, uma iniciativa da Câmara Municipal que visa desenvolver o envelhecimento activo. O projecto surge no âmbito de um protocolo entre a autarquia e a UNISETI (Universidade Setubalense da Terceira Idade) e tem como objectivo a "socialização e aquisição de novos saberes, combater a solidão e contribuir para a saúde mental e física das pessoas com mais de 50 anos. Segundo Maria Amélia Antunes, presidente da Câmara, o ano lectivo vai iniciar-se com cerca de 100 formandos." "A universidade constitui mais um instrumento para promover o envelhecimento activo, como um novo paradigma para a velhice", sustenta a autarca. A edil revelou ainda que, além das aulas, os alunos poderão contar com actividades extracurriculares, como visitas de estudo, exposições, viagens, festas de fim de ano e semanas abertas, onde será escolhido um tema para debate. Durante todo o evento, esteve patente, nos espaços disponíveis daquele equipamento cultural, uma exposição com trabalhos de alunos da UNISETI - Setúbal (pintura, estanhos, arranjos florais, entre outros). A Universidade Sénior pretende proporcionar à população residente no concelho de Montijo, com idade igual ou superior a 50 anos, formação multidisciplinar em diversas áreas. As aulas, com a duração de cinco horas semanais, terão início na segunda quinzena deste mês, no auditório da Biblioteca Municipal, na sala polivalente do cine-teatro Joaquim D'Almeida e na Escola Profissional. Os alunos poderão optar por 15 disciplinas teórico-práticas, integrados em nove departamentos Línguas e Literaturas, História, Direito e Cidadania, Ciências Sociais e Humanas, Comunicação, Ciências da Saúde, Artes Criativas e Motricidade Humana. 

Fonte/J.N.

Publicado por VERGONHA em 01:50 AM

Antibióticos em excesso

Portugal está entre os seis países da Europa que mais consomem antibióticos e ocupa o quarto lugar no consumo das quinolonas – um antibiótico de largo espectro. Responsáveis pelo sector da Saúde alertam para o facto de muitas vezes os doentes tomarem estes medicamentos erradamente para resolver problemas de saúde que não têm essa indicação terapêutica ou de interromperem o tratamento a meio. É frequente médicos e farmacêuticos dizerem que são pressionados para prescrever ou mesmo vender antibióticos sem receita médica. Para esclarecer a população e os profissionais de saúde inicia-se hoje uma campanha de informação, que vai decorrer até Março de 2007. A campanha, promovida pelos Laboratórios Pfizer, conta com as parcerias do Ministério da Saúde, através do Infarmed, e da Direcção-Geral de Saúde, além das Ordens dos Médicos e Farmacêuticos. José Robalo, subdirector-geral da Saúde, diz que “o antibiótico é considerado quase milagroso. É [erradamente] tomado para uma infecção respiratória, em que não actua por ser de origem viral. Ao fim de dois dias a pessoa melhora, porque o caso resolve-se por si, e mais tarde repete a automedicação.” Está só a criar resistências ao medicamento, que deixa de ser eficaz para futuras infecções. Isabel Caixeiro, da Ordem dos Médicos, diz que “há grande pressão do doente, mesmo em casos de gripe e constipação, para que o médico receite um antibiótico”.

60% CORRECTOS

O mais recente estudo, com base num total de 804 inquéritos feitos em Maio de 2006 à população, revela que 60% dos inquiridos sabem que o antibiótico não é o remédio indicado para a gripe. Em 2005, o número de respostas certas era inferior: 48%.

52% ATÉ AO FIM

Mais de metade (52%) dos portugueses disseram, este ano, que quando tomam um antibiótico o fazem até ao fim da embalagem. Esta resposta revela uma evolução significativa porque, em 2005, apenas 7% tinha consciência da importância de tomar o remédio até ao fim.

 

 

Orçamento para 2007 prevê verba de 4,7 milhões

O orçamento para despesas com as ‘visitas de Estado e equiparadas’ ao estrangeiro ascende este ano a 7,6 milhões de euros. Com esta verba inscrita no Orçamento do Estado para 2006, as deslocações do Presidente da República, dos membros do Governo e também de chefes de Estado e de membros de governos estrangeiros a Portugal representam um aumento orçamental de 25 por cento face aos cerca de 6,4 milhões de euros pagos em 2005. Como Portugal assume a presidência da União Europeia (UE) no segundo semestre de 2007, a proposta do Orçamento do Estado para 2007, que hoje começa a ser discutida na Assembleia da República, tem inscrita uma verba menor: os 4,7 milhões de euros orçamentados para o próximo ano representam uma redução de 38,5 por cento em relação ao montante previsto para 2006. As deslocações do Presidente da República e dos membros do Governo ao estrangeiro em visita de Estado, como aconteceu com as viagens de Cavaco Silva a Espanha e de José Sócrates ao Brasil, são suportadas por verbas do orçamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em concreto do Protocolo de Estado. E, conforme as normas estipuladas a nível internacional, as despesas são partilhadas pelos governos do visitante e visitado. A verba orçamentada para este ano representa o segundo maior aumento registado desde 2003: em 2006, verificou-se um acréscimo orçamental de 25 por cento, mas, em 2004, a subida foi de 53 por cento, com a despesa a ascender a 6,9 milhões de euros contra 4,5 milhões de euros, em 2003. Já no decurso deste ano, o Governo decidiu reduzir o número de pessoas nas comitivas oficiais, uma medida destinada a reduzir os gastos com estas deslocações. De qualquer forma, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, a principal explicação para a redução orçamental com as ‘visitas de Estado e equiparadas’ em 2007 resulta de Portugal assumir, no segundo semestre de 2007, a presidência da UE. E, assim sendo, a actividade política será mais caseira do que externa.

SÓCRATES ABRE DEBATE DE TRÊS DIAS

O primeiro-ministro, José Sócrates, abre hoje o debate do Orçamento do Estado (OE) para 2007 no Parlamento, que terminará quinta-feira com a votação na generalidade. A aprovação está garantida pelo PS, mas a Oposição é unânime no voto contra. Para este primeiro dia de debate do Orçamento do próximo ano, que se inicia às 15h00, estão reservados 286 minutos (quase cinco horas), 80 dos quais para o Governo, 70 para o PS, 50 para o PSD, 28 para o PCP e CDS, 20 minutos para o Bloco de Esquerda e dez para o Partido Ecologista Os Verdes. Amanhã, caberá ao ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, fazer a abertura do debate. A votação na especialidade do Orçamento para 2007 terá lugar a 29 e 30 de Novembro, com a discussão e votação final global do OE.

PRESIDÊNCIA DA UE COM VERBA PRÓPRIA

A presidência da União Europeia (UE), durante o segundo semestre de 2007, será o acontecimento político mais importante para Portugal no próximo ano. Com um orçamento próprio, no valor de 45 milhões de euros, a presidência da UE, dada a grandeza orçamental, acaba por implicar a existência de dois orçamentos dentro do próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), como enfatizou o próprio ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, durante a apresentação do orçamento do MNE na Comissão Parlamentar do Orçamento e Finanças. Na prática, muitos dos serviços do MNE serão colocados ao serviço do funcionamento da presidência da UE, que exigirá um acompanhamento diário de reuniões políticas e técnicas. Só para a “logística e funcionamento da estrutura de missão” estão orçamentados cerca de 30 milhões de euros, uma verba que representa 66 por cento do valor total. Daí que as deslocações realizadas no âmbito da presidência da UE sejam suportadas financeiramente através deste orçamento.

DETALHES SOBRE AS NORMAS

As normas protocolares internacionais entre Estados estabelecem que as despesas de visitas de Estado sejam partilhadas pelos governos do país visitado e do país visitante. A partilha dos gastos não obedece a regras percentuais, mas a princípios protocolares.

FORA E DENTRO

Por norma, o chefe de Estado ou de governo visitado oferece ao seu homólogo a estadia, um jantar e disponibiliza as viaturas para transportar a comitiva. O chefe de Estado ou do governo visitante paga o avião, a estadia da comitiva e oferece um repasto ao seu homólogo.

SERVIÇOS

As ‘visitas de Estado e equiparadas’ são sempre organizadas através dos serviços do Protocolo de Estado dos países visitado e visitante. Sempre que o Presidente da República e o primeiro-ministro fazem uma visita de Estado, são acompanhados pelo chefe do Protocolo de Estado.

DESPESAS COM VISITAS DE ESTADO E EQUIPARADAS (em milhões de euros)

2007

- 4. 700. 000

2006

- 7. 645. 000

2005

- 6. 399. 528

2004

- 6. 928. 179

2003

- 4. 525. 328

Fonte: Conta Geral do Estado em 2003/04/05 e Orçamento do Estado para 2006 e proposta do Orçamento do Estado para 2007

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 01:49 AM

novembro 07, 2006

Portugal é o 26º país menos corrupto na lista da Transparency International

Portugal é o 26º país menos corrupto, de acordo com o índice de corrupção da instituição Transparency International, numa lista onde Finlândia, Islândia e Nova Zelândia surgem no topo. O índice de percepção de corrupção da Transparency International, divulgado hoje, atribui a Portugal 6,6 pontos num máximo de dez, um valor ligeiramente acima dos 6,5 pontos atribuídos em 2005. No topo da lista estão a Finlândia, a Islândia e a Nova Zelândia (todos com 9,6 pontos) e no fim da classificação surgem Haiti, Guiné, Iraque e Birmânia. Portugal está à frente da Eslovénia (28º), da Hungria (41º) e de Itália (45º), mas atrás de Espanha (23º), Alemanha (16º), França (18º) e EUA (20º). Os números divulgados hoje mostram que há muito por fazer até que se verifiquem melhorias significativas nas vidas dos cidadãos mais pobres, segundo o Transparency International. Brasil, EUA, Cuba e Israel foram alguns dos países onde se verificou uma deterioração significativa da percepção da corrupção, enquanto na Índia, na Turquia e no Japão houve uma melhoria. A classificação da Transparency International assenta num índice compósito que recolhe a opinião de analistas e empresários sobre a percepção da corrupção no sector público em 163 países.

Fonte/Publico

Publicado por VERGONHA em 01:54 AM

Frase do dia

"Marques Mendes alia-se a Jardim no voto sobre a lei das finanças regionais. Em Política, parece não haver princípios, nem vergonha."

Por Eduardo Prado Coelho (ao jornal Público)

Publicado por VERGONHA em 01:52 AM

Distrital de Setúbal do PSD preocupada com encerramento das urgências do Hospital do Montijo

Na sequência de notícias vindas a público relacionadas com a intenção do Ministro da Saúde do Governo PS decretar o encerramento das urgências do Hospital Distrital do Montijo, a Comissão Política da Distrital de Setúbal do PSD, expressou a sua preocupação e alerta para que, tal, irá representar uma enorme perca para as populações dos concelhos do Montijo e Alcochete. Numa reunião que realizou com o Conselho de Administração do Hospital Distrital do Montijo, o PSD lembrou que o encerramento deste serviço irá agravar a prestação dos cuidados de saúde aos 60 mil habitantes dos concelhos abrangidos, com particular incidência e gravidade nas populações das Freguesias de Pegões, Canha e Santo Isidro de Pegões. “Com o encerramento desta unidade de urgência, e ao contrário das declarações proferidas pelo Sr. Ministro da Saúde, estas populações ficarão a mais de 45 minutos de qualquer serviço de urgência” – sublinha a distrital do PSD.

No Hospital do Montijo mais de 46 mil utentes por ano

Os dirigentes social-democratas afirmaram que “a obsessão do Governo em reduzir custos não pode pôr em risco a saúde dos portugueses, sendo necessária a garantia de uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde.” Bruno Vitorino e Luís Rodrigues sublinham que “são atendidos nos serviços de urgência do Hospital do Montijo mais de 46 mil utentes por ano, correspondendo a uma média mensal de mais de 4 mil utentes e de 130 utentes diários, sendo que o Governo não pode pura e simplesmente ignorar estes dados.

Convite ao Ministro para visitar o Montijo

Refere o PSD que “nem o Montijo, nem Alcochete, possuem, actualmente, qualquer serviço de Atendimento Permanente no Centro de Saúde e que esta unidade hospitalar é o único serviço de atendimento permanente aos cidadãos.” Neste contexto a Distrital de Setúbal do PSD convida o Ministro da Saúde a visitar o Montijo para, “in loco”, se inteirar da realidade do concelho, podendo anunciar nessa altura as medidas concretas que visem melhorar a qualidade do sistema de saúde a prestar à população, bem como o que pretende para o futuro do Hospital do Montijo.

Fonte/Rostos

Publicado por VERGONHA em 01:51 AM

Exército sem dinheiro para pagar combustíveis

Dívidas não põem em causa as missões do Exército mas podem encarecer custo do combustível. O contrato de abastecimento de combustíveis às Forças Armadas e ao Ministério da Defesa poderá ser posto em causa se entretanto não for liquidada uma dívida no valor de cerca de dois milhões de euros e que tem origem no não pagamento do fornecimento de combustíveis ao Exército, um valor em dívida desde o início do ano. Em causa está um contrato com a Galp Energia, que a empresa já avisou poder vir a denunciar se entretanto não se vir ressarcida do valor em causa, acumulado desde o início do ano. A Galp recusou comentar a situação, alegando, de acordo com uma fonte oficial, "não comentar relações com os clientes". Porém, o JN tem conhecimento da existência de reuniões oficiais entre o Ministério da Defesa (MDN), a Manutenção Militar e a Galp para estudar a possibilidade de um pagamento faseado.

Ministério confirma dívida

O MDN, por sua vez, confirmou ao JN a existência da dívida, embora sem a quantificar, mas, em contrapartida, adiantou estar a "tentar encontrar uma solução financeira a curto prazo". O MDN confirmou ainda que na origem dos valores em débito está o abastecimento de combustíveis ao Exército, cuja dívida foi contraída "pela Manutenção Militar", a entidade pública com quem o Exército contrata os fornecimentos de géneros e combustíveis. A situação é completamente diferente quer na Marinha quer na Força Aérea, em que a área responsável pela logística dos estados-maiores dos ramos assume directamente o processo de aquisição e pagamento sem intermediários. No entanto, as consequências da denúncia do contrato por parte da Galp, com o consequente acréscimo de custos - já que não está em causa o corte no fornecimento dos combustíveis -, poderão vir a atingir não apenas o Exército mas também a Marinha e a Força Aérea. É que o contrato com a Galp foi assinado pela Central de Compras do Ministério da Defesa, um organismo criado quando Paulo Portas era ministro da Defesa. O objectivo da Central de Compras era estabelecer um sistema de aquisições conjunto, quer para combustíveis quer para outros artigos, para os três ramos das Forças Armadas, de forma a reduzir as despesas. Um processo que, apesar deste percalço, tem vindo a dar bons resultados, segundo adiantaram ao JN fontes militares. No entanto, se os contratos para os combustíveis são feitos para o conjunto da Marinha, Exército e Força Aérea já a facturação, ou seja o pagamento ao fornecedor, é da responsabilidade de cada ramo, com datas precisas de pagamento, que sistematicamente não têm vinda a ser respeitadas pelo organismo público que faz as compras para Exército.

Autonomia

As dívidas contraídas pela Manutenção Militar - enquadrada na categoria de estabelecimento fabril - para abastecer o Exército são já habituais há vários anos. A Manutenção tem personalidade jurídica e autonomia administrativa e financeira, mas a Lei Orgânica do Exército diz que os estabelecimentos fabris "estão sujeitos aos poderes de direcção e fiscalização" do ramo. O Exército tem solicitado aos Governos a resolução deste problema.

 

 

Banca contra devolução de arredondamentos

Os bancos consideram que a nova lei do arredondamento dos juros cobrados no crédito à habitação não tem efeitos retroactivos, pelo que não aceitam devolver o dinheiro aos clientes que foram prejudicados no passado por eventuais cobranças em excesso. A edição desta segunda-feira do jornal ‘Diário Económico’ recorda que a nova medida terá de ser ainda regulamentada no Parlamento, onde tudo deverá ficar esclarecido, sublinhando que fontes das instituições bancárias que contactou recusam a devolução retroactiva dos arredondamentos. Caso venham a ser obrigados a isso, os bancos prometem não dar tréguas ao Governo, sendo de prever que venham a munir-se de pareceres jurídicos com o objectivo de sustentar a sua posição, adianta o ‘Diário Económico’. As instituições bancárias defendem que os arredondamentos ao oitavo e ao quarto de ponto não eram proibidos por lei e, na maior parte dos casos, a prática está definida nos contratos livremente assinados entre as partes, sustentando que os clientes estavam informados e optaram.

Fonte/C.M.

Publicado por VERGONHA em 01:50 AM

novembro 06, 2006

Hospital do Montijo

Faz por esta altura 1 ano (31/10/05) que uma jovem de 34 anos se dirigiu ao Hospital Distrital de Montijo com fortes dores abdominais. Depois de ser examinada e de terem sido feitos alguns exames, foi colocada a soro, e depois da meia-noite foi mandada para casa. Dia seguinte (01/11/05), a sua situação deteriora-se já que os medicamentos que lhe foram receitados não fizeram qualquer efeito. A seguir ao feriado, já  a 2/11/05 recorre ao Centro de Saúde do Montijo. O Médico que a atendeu, detecta problemas bastante graves, ao ponto de passar uma carta urgente, com exames que deviam ser feitos o mais rapidamente possível. Dirigiu-se assim ao Hospital do Montijo por volta das 11h30, onde deveriam ser feitos os referidos exames. Incrivelmente a pessoa que faz as inscrições, depois de receber a referida carta, afirmou que ela própria, é que sabe o que é urgente, e o que não é urgente. Depois de ser atendida tentam tirar sangue. Ninguém no Hospital consegue. Fica sentada num corredor, à espera que chegue a analista do próximo turno. Chega a analista e tenta igualmente tirar sangue. Também não consegue. Pouco antes da meia-noite mandam-na ao Hospital do Barreiro fazer um exame. De regresso, metem-na numa ambulância e despacham-na para o Hospital de S. José (Lisboa).

A morte espreita.

Visto não ter sido socorrida a tempo, a infecção libertou uma toxina, que por sua vez se espalhou por todo o corpo. Dois meses depois são-lhe amputados os quatro membros.  Espero sinceramente, que as urgências do Hospital do Montijo venham rapidamente a ser encerradas, pois este não se trata de um caso isolado. Antes deste caso um Bombeiro morreu neste Hospital por asfixia. No Hospital disseram que estava embriagado. A autópsia mostrou ser mentira. Houve outras queixas no livro de reclamações, ao que o Hospital do Montijo não responde. Responde só quando essas queixas são enviadas para o Ministério da Saúde. Espero que os utentes do Hospital do Montijo pensem duas vezes antes de entrarem neste Hospital.

O autor/a deste texto (denúncia) está devidamente identificado por nós

 

 

A nova Máfia do Século XXI

Avisem os vossos filhos e família...isto é mesmo verdade, depois não digam que não foram avisados…

Há pouco tempo, um jovem decidiu ir a uma discoteca. Estava a divertir-se bastante, bebeu umas cervejas e conheceu uma garota que parecia gostar dele e que o convidou para outra festa. Aceitou e decidiu ir com ela. Foram a um apartamento onde continuaram a conviver e a beber cerveja. Aparentemente, deram-lhe uma droga misturada nas bebidas... Depois disso, só se lembra de ter acordado nu, numa banheira cheia de pedras de gelo. Ainda sob os efeitos da droga e da cerveja, olhou em volta e estava completamente só. Encontrou um bilhete colado na parede perto, que dizia: "Ligue para o Pronto-socorro (estava lá o numero) ou morrerá"... Viu um telefone por perto e ligou de imediato. Relatou o acontecido, explicando que não sabia onde estava, que tinha bebido, e o motivo da sua ligação. A pessoa ao telefone orientou-o para sair da banheira e ver-se ao espelho. Aparentemente estava normal. Então mandou-o inspeccionar as costas. Ai viu dois cortes de 15 cm cada na parte baixa das costas. A pessoa que o atendeu mandou-o entrar de novo na banheira e aguardar até chegar a equipe de emergência que seria enviada. Tinham-lhe ROUBADO OS RINS! Foi levado ao Hospital, onde permanece ainda ligado a um sistema que o mantém vivo, esperando encontrar um dador com um rim compatível. Cada rim tem presentemente um valor de 15.000 a 25.000 euros (3 a 5 mil contos) no Mercado Negro (no caso, ele nem sabia que isso existia). Podem fazer-se algumas deduções: a segunda festa seria uma farsa, as pessoas envolvidas teriam conhecimentos médicos e as drogas que lhe deram destinavam-se a adormece-lo e prepara-lo para a cirurgia. Existe uma nova máfia de crime organizado que tem como alvo pessoas que viajam em trabalho ou estudo. Esta máfia esta bem organizada, financiada e conta com pessoal altamente especializado. Age em muitas grandes cidades. Recentemente, tem estado muito activa em Buenos Aires, Paris, Milão e Lisboa. O crime começa quando a pessoa vai a um simples bar, boate ou discoteca... Uma pessoa aproxima-se e ao vê-lo sentado só (de preferência) ou com um grupo de amigos, começa a conversar. Na próxima cena, a pessoa acorda num quarto de hotel ou num apartamento submergido em gelo na banheira, e só se consegue lembrar da última bebida que tomou. Há um bilhete colado na parede para ligar para o Pronto-socorro. Ao ligar, as pessoas que atendem já conhecem este crime, orientam-no para reparar cuidadosamente e ver se tem um tubo que sai da parte baixa das costas. Caso a pessoa encontre o tubo e responda positivamente, a tendente pede para ele não se mexer, e acciona os paramédicos para auxiliar. Ambos os rins foram retirados. Isto não e uma farsa ou um conto de ficção, e real, tem sido documentado e confirmado. Se você sai o ou conhece alguém que o faz, preste muita atenção.

Por favor, comente esta história, e conte-a a todas as pessoas que puder.

Isto não é brincadeira.

(ATENÇÃO ESTA HISTORIA É VERÍDICA E ESTA A SER INVESTIGADA POR VÁRIAS POLICIAS DE VÁRIOS PAÍSES – EM PORTUGAL JÁ SÃO CONHECIDOS DOIS CASOS REAIS)

Por Vergonha

Publicado por VERGONHA em 01:47 AM

As Frases da semana

“A realidade diz-nos que muita empresa em vez de investir nas tecnologias compram Ferraris e casas no Algarve”

Por Maria Amélia Antunes

 

 

“O PS é como um Leão de boca aberta, ou seja, à que cobrar o máximo”

Por Nuno Ferrão

Publicado por VERGONHA em 01:46 AM

Montijo à espera de reforço policial

A partir de Novembro, o Montijo vai ter mais efectivos das forças de segurança integrados na operação de “policiamento de proximidade”. A medida, avançada pelo Ministério da Administração Interna, está prevista no projecto que vai destacar duzentos novos polícias para vinte e duas localidades do país. O objectivo é prevenir a criminalidade, proteger idosos e crianças, comerciantes e vítimas de violência doméstica. A medida agora anunciada, é bem recebida pela autarquia mas esbarra no cepticismo dos comerciantes montijenses que preferem «ver para crer, como São Tomé». O presidente da associação de comerciantes, António Caetano, considera que se o novo projecto «devolver a confiança aos comerciantes e investidores, conseguir travar a onda de assaltos a estabelecimentos comerciais em pleno dia, teremos de nos congratular com a medida, que pecará apenas por ser tardia». O dirigente dos comerciantes locais está, no entanto, de ‘pé atrás’, porque teme que a ideia não se concretize «dada a política de redução da despesa pública, a todos os níveis e sectores, envolvendo também o encerramento de esquadras por todo o país». No entender de António Caetano, este policiamento de proximidade soa a «atitude de marketing para contrariar a preocupação das populações face à falta de efectivos, deficiente policiamento e o aumento do número de assaltos». Quem está optimista com os resultados desta medida de reforço da segurança, no Montijo, é a presidente da Câmara, a socialista Maria Amélia Antunes, para quem o projecto-piloto de policiamento de proximidade é bem vindo. «Todos esperamos que o programa se desenvolva no reforço do relacionamento das forças de segurança com as populações e venha a revelar-se eficiente», adianta a autarca, para quem o reforço da Esquadra da PSP no Montijo com meios humanos e logísticos «tem sido umas das nossas chamadas de atenção, ao longo dos tempos». A edil acredita que com a chegada de novos agentes da PSP seja dado «o salto seja qualitativo, em termos de segurança». É que, segundo defende, apesar do Montijo «não ser uma cidade problemática, comparativamente com tantas outras», o certo é que «faltam meios humanos e logísticos» na esquadra da PSP. Outra medida que considera prioritária é a dotação da esquadra, «de condições condignas» para o funcionamento das forças policiais. «Temos todo o interesse em que a PSP venha a ter novas instalações, no Montijo, num terreno junto à Rotunda da Força Aérea», já disponibilizado pela Câmara, conclui a presidente da autarquia montijense.

 

 

Portagens da Vasco da Gama poderão financiar Salinas do Samouco

O Ministério do Ambiente disponibilizou uma verba de cem mil euros que vai permitir à Fundação Salinas do Samouco «respirar de alívio» nos próximos meses, revelou à Rede SEMMAIS o presidente da fundação, José Manuel Palma. A situação de falência técnica, como acontece de seis em seis meses, não é mais comportável e José Manuel Palma espera que o Governo defina um novo modelo no qual as portagens da ponte Vasco da Gama poderão ser a principal fonte de financiamento da fundação. A proposta é defendida por José Manuel Palma desde o início da fundação, em 2001, pois «se esta estrutura foi criada para compensar os efeitos ambientais da ponte Vasco da Gama, é justo que sejam os seus utilizadores a ajudar a recuperar e manter este local». A ideia é que uma percentagem das receitas das portagens reverta para a fundação para acabar com a situação de indefinição que se vive agora, até porque o próprio decreto-lei que criou a fundação a coloca na corda bamba. A Fundação das Salinas do Samouco foi criada em 2001, como exigência da União Europeia ao Estado português, de forma a honrar um compromisso datado de 1998. O objectivo é minimizar os impactos da construção da Ponte Vasco da Gama, numa área de grande sensibilidade ambiental. De acordo com os estatutos que a criaram, a fundação ficava dependente do pagamento de 300 mil euros, por ano, repartidos pelos ministérios do Ambiente e das Obras Públicas, até se tornar economicamente sustentável. Porém, sem outras fontes de financiamento e sem a participação da sociedade civil na gestão do projecto, a fundação sempre se viu a braços com dificuldades financeiras. O Ministério do Ambiente «faltou ao compromisso» e esteve mais de dois anos sem canalizar verbas para a fundação, o que levou José Manuel Palma a anunciar várias vezes a falência técnica. Há muito que o responsável reivindica a reformulação dos estatutos, de forma a conseguir um modelo de financiamento que seja sustentável a longo prazo, pois a fundação tem de trabalhar enquanto durar a concessão da Lusoponte, o que deve acontecer durante mais 20 anos. «Os três anos de apoios estatais previstos na lei colocam a fundação perante três cenários: ou já acabou (pois já passaram mais de três anos), ou está prestes a acabar ou tem mesmo de mudar os estatutos». A reestruturação começou a ser pensada há cerca de dois anos e, no início deste ano, o Ministério do Ambiente chamou os responsáveis da fundação para uma reunião em conjunto com o Ministério das Obras Públicas. Foi criado um grupo de trabalho que vai adaptar os estatutos aos novos tempos e criar uma maior abertura à sociedade civil. A relação directa entre as receitas das portagens e a fundação deverá ser o principal ponto desta reestruturação, o que obrigará a Lusoponte e o Estado a participarem na gestão da fundação. Os resultados do processo «tardam em aparecer», mas o responsável realça «o empenhamento deste Ministério do Ambiente em definir a situação da fundação» e acredita que «até ao início do próximo ano haverá um novo decreto-lei». A Rede SEMMAIS contactou o Ministério do Ambiente para saber em que ponto está o processo, mas não obteve uma resposta ao pedido de informações em tempo útil.

 

 

Universidade Sénior do Montijo arranca a 7 de Novembro

As aulas da Universidade Sénior do Montijo vão começar no próximo dia 7 de Novembro com cerca de 100 alunos. De acordo com Brissos Lino, Reitor da Universidade da Terceira Idade de Setúbal (UNISETI) , as expectativas são «elevadas», dada a «boa adesão e interesse demonstrado pelos montijenses». A aula inaugural será aberta a todos os alunos e professores e contará com a presença da presidente da Câmara do Montijo. A Universidade Sénior do Montijo será um pólo da UNISETI, embora «mantenha alguma autonomia, sendo coordenada pela autarquia», refere Brissos Lino. Segundo fonte da autarquia, já estão 100 pessoas inscritas, nomeadamente idosos com idade igual ou superior a 50 anos, residentes no concelho, que apostam em obter uma «formação multidisciplinar em diversas áreas». Na aula inaugural, a presidente da autarquia montijense vai apresentar oficialmente o projecto, bem como o corpo docente que se disponibilizou para dar aulas gratuitamente. Este é, de acordo com Brissos Lino, «o aspecto mais bonito e humanista do projecto», uma vez que são os próprios professores que contactam a universidade e se oferecem para dar aulas. «Há uma grande solidariedade em torno do projecto. As pessoas compreendem a importância dos objectivos desta resposta social e querem participar», sublinha. Houve ainda um esforço para reunir um corpo docente mais local, de preferência oriundo do próprio concelho, pois as disciplinas serão também adequadas às especificidades do município. Por exemplo, haverá disciplina de Floricultura e outra de danças de salão, leccionada numa colectividade local. As aulas, com duração de cinco horas semanais, terão lugar de segunda a sexta, entre as 9h00 e as 20h00, no auditório da Biblioteca Municipal, na Sala Polivalente do Cinema Teatro Joaquim D’Almeida e na Escola Profissional. Os alunos poderão optar por disciplinas teórico e práticas entre Línguas e Literaturas, História, Direito e Cidadania, Ciências Sociais e Humanas, Comunicação, Ciências da Saúde, Artes Criativas e Motricidade Humana. Haverá ainda actividades extracurriculares, como visitas de estudo, exposições, viagens, festa de fim-de-ano e semanas abertas (onde será escolhido um tema para debate). Brissos Lino está confiante no sucesso do projecto que «tem todas as condições para ter muitos alunos». O facto de os espaços onde vão decorrer as aulas serem concentrados no mesmo local é um ponto a favor. «Os mais idosos não terão dificuldades em deslocar-se, pois os espaços são muito perto uns dos outros e dá perfeitamente para andarem a pé». O valor de inscrição na Universidade Sénior do Montijo é de 15 euros, a matrícula custa 22,5 euros por ano e a propina mensal é de 12€. Os possuidores do Cartão do Idoso não pagam inscrição e beneficiam de um desconto de dez por cento na propina mensal. No dia da inauguração oficial do pólo do Montijo haverá ainda uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos da UNISETI. As universidades da terceira idade são um projecto recente no país e surgiram para dar respostas sociais aos idosos e combater o isolamento e solidão que são mais sentidos nesta classe etária. Trata-se de uma forma dos idosos ocuparem os tempos livres e sentirem-se úteis à sociedade. Não são exigidas habilitações literárias, nem outros requisitos especiais, para além da idade, e no fim do curso não há diploma. No distrito de Setúbal já existe a Universidade Sénior de Almada, a Universidade da Terceira Idade do Barreiro e a UNISETI a que se juntam agora a Universidade Sénior do Montijo.

Fonte/Rede SemMais

 

 

Câmara propõe criação de Centro Hospitalar

A presidente da Câmara Municipal, Maria Amélia Antunes defende a criação de um Centro hospitalar que integre as unidades do Montijo e do Barreiro como forma de rentabilização destes equipamentos. Esta proposta faz parte do documento de contestação conta o eventual encerramento do serviço de urgências do Hospital Distrital do Montijo entregue no inicio desta semana à Comissão de Apoio Técnico ao Processo de Requalificação das Urgências bem como à Secretária de Estado Adjunta e da Saúde, a Administração Regional de Saúde e à presidente da Comissão Parlamentar da Saúde, Maria de Belém. Maria Amélia Antunes disse ao Jornal do Montijo que “proponho que o Hospital do Montijo possa ser melhor aproveitado com a criação de um Centro Hospitalar que integre este e o do Barreiro” podendo assim ser “rentabilizados a capacidade e funcionamento dos recursos e meios dos hospitais”. A presidente explicou que o documento com dez páginas faz o enquadramento geográfico, a importância da área de influência do hospital com um universo de 60 mil pessoas dos concelhos do Montijo e de Alcochete e as próprias urgências que sofreram obras há pouco anos. A autarca salienta que “o relatório da equipa técnica não demonstra a realidade do concelho” sendo “incompreensível e inaceitável o encerramento do serviço de urgências” adiantando que “os critérios da comissão técnica é baseado em números e esses números não espelham a realidade”. Maria Amélia Antunes afirma que “a decisão final será de natureza política” mas a autarca “conta que a decisão seja ponderada tendo em conta que em primeiro lugar estão as pessoas”. A autarca salienta ainda que “é mais rentável manter o serviço de urgências” tendo em conta que os custos com o transporte dos utentes feito pelos bombeiros voluntários para os hospitais do Barreiro e de Almada, a várias dezenas de quilómetros, aumentaria bastante a despesa pública. Por outro lado, o Centro de Saúde do Montijo que funciona entre as 8 as 20 horas de segunda a sexta-feira “não reúne as condições para atender o número de utentes que hoje acolhe nem para um Serviço de Atendimento Permanente”. Ora, com as obras previstas neste equipamento a iniciar brevemente, “advinha-se uma situação grave para os utentes”.

 

 

Morador do Montijo acusa seguranças do “Beija Flor”

Um indivíduo de 43 anos, que fez questão de referir ser seropositivo, foi brutalmente agredido na noite da passado dia 27 de Outubro, por oito seguranças da Discoteca “Beija Flor”, situada no Afonsoeiro. A vítima, Paulo Jorge Cruz, contou ao Jornal do Montijo, que nessa noite esteve pela primeira vez naquela discoteca do concelho do Montijo acompanhado do primo, que “estava ligeiramente embriagado”, apesar de “não estar a provocar qualquer tipo de distúrbios”. Por volta das 00h30, Paulo Jorge Cruz deu por falta do primo e dirigiu-se até à porta da “Beija Flor” tendo perguntado aos seguranças, que se encontravam com o primo, o que “se estava a passar” e acrescenta “foi nesse momento que os oito seguranças da discoteca me responderam que não se passava nada e começaram imediatamente a bater-me”. Paulo Jorge sublinha que “acabei por desmaiar devido à gravidade dos ferimentos”. Ainda de acordo com Paulo Jorge Cruz, foi o primo que o transportou para o Hospital Distrital do Montijo, tendo sido posteriormente transportado para o Hospital de S. José, em Lisboa, onde recebeu tratamento médico. Refira-se que a vítima levou cerca de 50 pontos na boca, ficando com diversos dentes partidos. Paulo Jorge Cruz apresentou uma queixa - crime conta os oito indivíduos, que ainda não foram identificados, na PSP do Montijo. Apesar das diversas tentativas feitas pelo Jornal do Montijo, não foi possível obtermos declarações do proprietário da “Beija Flor”.

 

 

Montijo assinala evento com castanhas e vinho

Câmara Municipal de Montijo, através do Gabinete de Turismo, vai assinalar, no próximo dia 11 o Dia de São Martinho, com um conjunto diversificado de iniciativas. Neste sentido e pelo segundo ano consecutivo, vai ter lugar, pelas 21h36, do dia 10, a Prova Cega de Vinhos, desta vez no Cinema Teatro Joaquim D’ Almeida. Assim, através do paladar e do olfacto, os participantes vão ter a oportunidade de adivinhar quais os vinhos em prova. Estes serão, previamente, definidos por um técnico da Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões que dará uma explicação sobre os mesmos. As castanhas e a água-pé irão, também, marcam presença nesta iniciativa do Gabinete do Turismo e do Gabinete de Programação e Gestão do Cinema Teatro Joaquim D’Almeida, como apoio da Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões. Os interessados em participar podem inscrever-se no Posto de Turismo, até ao próximo dia 10, sendo as inscrições gratuitas, No Dia de São Martinho, que se celebra a 11 de Novembro, entre as 8h30 e as 13h00, terá lugar o passeio turístico “Entre Vinhas e Pipas”. Para conhecedores, apreciadores ou para quem quiser saber um pouco mais sobre a Rota de Vinhos da Península de Setúbal/Costa Azul, o Gabinete de Turismo propõe um passeio por alguns dos locais que integram este projecto. O ponto de encontro está marcado para as 8h30, no Posto de Turismo. Às 9h15, na Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, os participantes poderão observar todo o processo de produção, armazenamento e acondicionamento do vinho. O passeio prossegue às 11h06 na Casa Agrícola Horácio Simões, na Quinta do Anjo e às 12h00, haverá uma visita à Casa Mãe da Rota dos Vinhos da Península de Setúbal, em Palmela. O regresso ao Montijo está marcado para as 13h00. Refira-se que a participação neste passeio implica o pagamento de uma taxa de oito euros. O número de lugares é limitado a 30 pessoas. As inscrições serão efectuadas no Posto de Turismo, até ao dia 10 de Novembro. Para terminar  e não esquecendo os mais novos, no dia 11 de Novembro, às 11h00, no Cinema Teatro Joaquim D’Almeida vai receber a “Hora do Conto” que será dedicada lenda do São Martinho, Diz a lenda que São Martinho, soldado romano e bispo, nasceu na Hungria em 316 ou 317 e terá falecido em França a 11 de Novembro de 397. Num dia de tempestade, ia, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio. Parou o cavalo e com a espada cortou ao meio a sua capa de militar e deu metade ao mendigo. Quando se preparava para seguir caminho, sob chuva intensa, mal agasalhado, a tempestade desfez-se e o sol inundou a terra de luz e de calor. Com o dia de São Martinho e o Magusto comemora-se a chegada do Outono e um ritual religioso, pois a data está associada à abertura e prova do vinho produzido em Setembro. A água-pé e as castanhas são os ingredientes essenciais desta celebração.

 

 

Câmara de Alcochete disponibiliza para estabelecer parcerias com a instituição

A Cooperativa para a Educação e Reabilitação do Cidadão Inadaptado do Montijo e Alcochete (Cercima) festejou os 30 anos de existência com a realização de um seminário onde foi abordada a temática “Para além da deficiência”. Paulo Machado, vereador da Acção Social de Alcochete, revelou que a autarquia está disponível para investir em projectos de âmbito social em parceria com a Cercima. O autarca sublinhou que, em conjunto com a instituição, “gostaríamos de encontrar uma solução integrada no âmbito dos investimentos da Câmara de Alcochete”, que “pudesse responder ao apoio aos cidadãos portadores de deficiência”, para que “quer os nossos munícipes, quer outros possam dispor de equipamentos de apoio e de proximidade”. O autarca considerou que a Cercima “é parceiro importante para o trabalho de reflexão, planeamento e acção que a Câmara Municipal pretende desenvolver em parceria” que avance no sentido de “serem tomadas melhores decisões no âmbito do apoio à população portadora de deficiência”. Para Paulo Machado “devem ser destacados três aspectos fundamentais para o estabelecimento de uma relação de trabalho e de parceria entre as duas entidades”. Esses aspectos, sublinhou, “passam pela exigência da qualidade que impõe um desafio continuo na procura da excelência em prol dos mais desprotegidos”, revelando a vontade da Câmara de Alcochete em “desenvolver projectos de emprego apoiado e o impacto do envelhecimento na pessoa com deficiência em comunidades onde existem níveis de desemprego altíssimos e problemas económicos continuados”.

 

 

Equipamento envolveu investimento superior a meio milhão de euros

O Pavilhão Desportivo da Escola Básica 2,3 El Rei D. Manuel I foi inaugurado no passado dia 28 de Outubro e a cerimónia integrou-se na Recepção à Comunidade Educativa de Alcochete. O equipamento dispõe de uma área desportiva, uma sala de ginástica, uma sala de professores e alguns espaços de apoio e envolveu um investimento superior a 550 milhares de euros. A Câmara de Alcochete e a Conselho Executivo da Escola assinaram um protocolo, que teve como objectivo definir as condições de utilização do equipamento, que será prioritariamente utilizado pela Escola. O Pavilhão Desportivo reveste-se de uma importância fundamental para a comunidade educativa, na medida em que permite aos alunos a prática de modalidades desportivas em instalações modernas, no próprio espaço escolar, para além de beneficiar o movimento associativo do concelho a nível da prática de modalidades desportivas pelas colectividades.

 

 

Deputados do PS reúnem com administração do Hospital

A reunião sobre o “Fecho do Serviço de Urgências do Hospital Distrital do Montijo”, solicitada pelos Deputados do Grupo Parlamentar do Partido Socialista ao Conselho de Administração do Hospital do Montijo, decorreu no passado dia 20 de Outubro nas instalações do Hospital. Para além dos membros do Conselho de Administração do Hospital Distrital do Montijo e dos deputados socialistas Alberto Antunes, Marisa Costa (Membro da Comissão Parlamentar da Saúde), Teresa Diniz (Coordenadora dos Deputados do PS/Setúbal) e Vítor Ramalho (Presidente da Distrital de Setúbal do PS), estiveram ainda presentes Maria Amélia Antunes, presidente da Câmara do Montijo e de José Bastos, presidente da Concelhia do PS do Montijo. Durante a reunião foi realçada a “incompreensão dos critérios de avaliação subjacentes ao fecho das urgências e optados pela Comissão Técnica de Apoio ao processo de Requalificação das Urgências”, tendo sido de especial relevo o facto da existência de um número inferior de 150 doentes assistidos por dia nas urgências do Hospital Distrital do Montijo. No entanto, como frisou o Dr. Serafim, presidente do conselho de Administração do Hospital “a média situa-se nos 210 doentes por dia, se se atender àqueles que são assistidos nos Centros de Saúde do Montijo e de Alcochete, com médias que rondam, respectivamente, os 60 e 30 doentes por dia”. Já a presidente da Câmara Municipal do Montijo, Maria Amélia Antunes, sublinhou que a população de Santo Isidro de Pegões, Canha e Pegões poderá ficar a “descoberto” como encerramento das urgências do hospital e reiterou que os investimentos levados a cabo nos últimos anos no Serviço de Urgências e acrescentou o crescimento demográfico expectável para os próximos cinco anos no concelho de Montijo. Neste sentido, os deputados do Grupo Parlamentar do PS afirmam que, “muito embora já conhecedores da realidade subjacente ao Hospital Distrital do Montijo, nomeadamente as áreas por ele cobertas no concelho de Montijo, descontínuo como característica, o concelho de Alcochete e algumas franjas da Moita e de Palmela a que acresce a limitação de horários e de valências (sem Serviço de Radiologia e sem Laboratório de Análises) dos Centro de Saúde de Montijo e de Alcochete”, não vão deixar de ficar “atentos às preocupações e explicações dos interlocutores”, e prometem transmitir essas promessas ao Ministro da Saúde, Correia de Campos. Refira-se que deputados deslocaram-se ainda ao Centro de Saúde do Montijo, com o objectivo de conhecerem as dificuldades sentidas pelos profissionais e utentes.

Fonte/J.Montijo

Publicado por VERGONHA em 01:45 AM